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<title>Latest Articles</title>
<link>http://oquee.org/</link>
<description>Articles at O que é …</description>
<language>en-us</language>
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<title>O que é medicina ?</title>
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<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 14:08:18 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <div>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>A                  Medicina &eacute; uma modalidade de trabalho social institu&iacute;da                  como profiss&atilde;o de servi&ccedil;o e uma institui&ccedil;&atilde;o                  social a servi&ccedil;o da humanidade. </strong>A atividade desenvolvida                  por seus praticantes, os m&eacute;dicos, destina-se, essencialmente,                  ao diagn&oacute;stico das enfermidades e &agrave; terap&ecirc;utica                  dos enfermos. Embora, tipicamente, englobe todos os procedimentos                  decorrentes dessas duas vertentes, tidas como essenciais, acessoriamente                  participa da profilaxia das doen&ccedil;as e demais condi&ccedil;&otilde;es                  patol&oacute;gicas e da reabilita&ccedil;&atilde;o das pessoas                  invalidadas.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Tecnicamente, o m&eacute;dico pode ser definido como o ser humano                  pessoalmente apto, tecnicamente capacitado e legalmente habilitado                  para atuar na sociedade como agente profissional da Medicina -                  o que lhe assegura o direito de praticar todos os atos que a legisla&ccedil;&atilde;o                  permite ou obriga.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">N&atilde;o basta que algu&eacute;m esteja (ou se sinta) apto para                  exercer um ato profissional. Pode estar vocacionado e evidenciar                  not&aacute;vel inclina&ccedil;&atilde;o para a atividade, mas                  prioritariamente precisa estar capacitado e habilitado para tal.                  A capacita&ccedil;&atilde;o profissional possui caracter&iacute;sticas                  peculiares que a diferenciam e individualizam. Assim, o processo                  de capacita&ccedil;&atilde;o deve ser formal e legalmente institu&iacute;do                  para aquela finalidade espec&iacute;fica.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A habilita&ccedil;&atilde;o profissional se segue &agrave; capacita&ccedil;&atilde;o.                  Verificada a legalidade do processo capacitat&oacute;rio e a regularidade                  do documento que a atesta, o organismo habilitador da profiss&atilde;o                  declara a possibilidade do candidato vir a exercer sua atividade                  profissional. <br /> A Medicina &eacute; uma profiss&atilde;o constru&iacute;da ao                  longo de cinq&uuml;enta s&eacute;culos, mas cujas ra&iacute;zes                  se perdem nos tempos imemoriais. Uma modalidade de trabalho social                  com estatuto de profiss&atilde;o. O trabalho dos m&eacute;dicos.                  Uma profiss&atilde;o profundamente arraigada na ci&ecirc;ncia;                  uma profiss&atilde;o t&eacute;cnica e humana. A profiss&atilde;o                  dos m&eacute;dicos, dirigida para o diagn&oacute;stico das doen&ccedil;as                  e tratamento dos doentes, que surge como o primeiro n&iacute;vel                  de sintetiza&ccedil;&atilde;o da atividade m&eacute;dica.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"> Os m&eacute;dicos s&oacute; existem porque h&aacute; doentes a                  tratar, doen&ccedil;as a conhecer (para reconhecer, para evitar                  e para curar) e muitas mazelas humanas a prevenir, muito sofrimento                  a minorar. E essas circunst&acirc;ncias criaram uma demanda espec&iacute;fica                  para algum agente social que pudesse diagnosticar as doen&ccedil;as                  e, assim, tratar mais adequadamente os doentes: esses s&atilde;o                  os m&eacute;dicos.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Nas sociedades primitivas e nos grupos culturais mais atrasados                  das sociedades contempor&acirc;neas, qualquer pessoa pode se aventurar                  a tratar dos doentes sem que isso implique qualquer restri&ccedil;&atilde;o                  ou controle. Ao contr&aacute;rio, foram e s&atilde;o louvadas                  e estimuladas a&ccedil;&otilde;es neste sentido. Isso ocorre porque                  o seu cuidado se limita ao apoio, n&atilde;o depende de tecnologia.                  Depende apenas da confian&ccedil;a do doente e da intera&ccedil;&atilde;o                  interpessoal. Independe de conhecimento e prepara&ccedil;&atilde;o.                  Todavia, a Hist&oacute;ria demonstra que sempre que as sociedades                  adquiriram algum grau de desenvolvimento e passaram a conhecer                  melhor o organismo, suas enfermidades e tratamento, trataram de                  normatizar a forma&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;dicos e disciplinar                  o exerc&iacute;cio da Medicina - da Medicina em sentido estrito,                  como se denomina o cuidado profissional que possibilita algu&eacute;m                  a diagnosticar enfermidades, indicar e realizar a terap&ecirc;utica                  dos enfermos.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A Medicina e o Direito foram as primeiras profiss&otilde;es institu&iacute;das                  s&eacute;culos antes das outras atividades laborais, e as primeiras                  que tiveram sua forma&ccedil;&atilde;o controlada nas universidades                  medievais - sendo f&aacute;cil de se imaginar que isso teria sido                  assim, principalmente para assegurar aos enfermos o melhor atendimento                  poss&iacute;vel e a melhor possibilidade de receber a melhor terap&ecirc;utica,                  de acordo com a evolu&ccedil;&atilde;o do conhecimento em cada                  &eacute;poca da evolu&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica.</span></p>
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<title>O que é Natureza</title>
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<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 14:04:54 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>A express&atilde;o Natureza aplica-se a tudo aquilo que tem como caracter&iacute;stica fundamental o fato de ser natural: ou seja, envolve todo o ambiente existente que n&atilde;o teve interven&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica.</p>
<p>A palavra Natureza possui uma s&eacute;rie de significados relacionados: *Em seu sentido mais amplo, a Natureza corresponde ao mundo material (o mundo natural) e, em extens&atilde;o, ao Universo como um todo.*Quando usada em um discurso para se referir ao comportamento ou &agrave;s caracter&iacute;sticas de um determinado ser, a natureza &eacute; o conjunto de elementos que fazem daquele ser aquilo que ele &eacute;, sua ess&ecirc;ncia.</p>
<p>A natureza n&atilde;o pode ser entendida simplesmente como o lugar onde os homens moram e tiram as coisas para seu sustento, vis&atilde;o esta muito disseminada como senso-comum, e que &eacute; um motivo central no avan&ccedil;o das degrada&ccedil;&otilde;es ambientais postas.</p>
<p>Humanidade e natureza s&atilde;o na verdade uma coisa s&oacute;. Podemos compreender ent&atilde;o que quando um homem explora outro homem, est&aacute; explorando uma parte da natureza. Provavelmente, estar&aacute; tamb&eacute;m explorando o resto dela, ou seja, tudo &eacute; explorado. Hoje isso se d&aacute; em nome da acumula&ccedil;&atilde;o capitalista, como veremos em breve.</p>
<p>O que &eacute; natureza humana? Uma coisa simples ao n&iacute;vel do nosso saber de todos os dias: forma irremedi&aacute;vel de ser dos humanos, bloco comportamental sem fissuras, subst&acirc;ncia quase biol&oacute;gica, algo que que n&atilde;o exige perguntas porque j&aacute; &eacute; uma resposta. Eis pequenos exemplos, prenhes de etnocentrismo:<br /><br />Masena = hospitaleiros mas perigosos<br />Ajaua= portadores de feiti&ccedil;o forte<br />Matswa (Vilankulo)= <em>murowakoko</em> (caril de coco mal feito)<br />Mandau= sujos, defecam a c&eacute;u aberto<br />Mulatos= ladr&otilde;es sem p&aacute;tria <strong>*<br /></strong><br />A sociologia nasce justamente quando questiona esse saber caseiro, orientador, confortante, mas tamb&eacute;m, nos casos mais extremos, mutilador e exterminador.</p> ]]></description>
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<title>O que é saúde?</title>
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<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:58:26 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><span style="font-family: tahoma; color: #000033; font-size: x-small;">Um grande avan&ccedil;o no sentido da real compreens&atilde;o do ser humano, em suas quest&otilde;es de sa&uacute;de e doen&ccedil;a, veio junto com a amplia&ccedil;&atilde;o do crit&eacute;rio de <strong>Sa&uacute;de</strong>. H&aacute; pouco tempo chamava-se de Sa&uacute;de a aus&ecirc;ncia de sintomas desagrad&aacute;veis no aspecto f&iacute;sico, tais como dores, limita&ccedil;&otilde;es varias, sensa&ccedil;&otilde;es, etc. Mais modernamente, ampliou-se essa defini&ccedil;&atilde;o para a tamb&eacute;m aus&ecirc;ncia de sintomas desagrad&aacute;veis a n&iacute;vel ps&iacute;quico, como ansiedade, raiva, tristeza, etc. Para a Medicina oficial, apenas do corpo f&iacute;sico, o correto, o foco, &eacute; fazer desaparecerem, da maneira mais r&aacute;pida poss&iacute;vel, os sintomas e os sinais desagrad&aacute;veis do corpo do paciente pelo uso de medicamentos qu&iacute;micos (como os corticoster&oacute;ides, os antibi&oacute;ticos, os antinflamat&oacute;rios, etc., que apenas impedem os sintomas e os sinais de manifestarem-se), ou em situa&ccedil;&otilde;es extremas, extirpando-se a parte afetada. </span></p>
<p><span style="font-family: tahoma; color: #000033; font-size: x-small;"><br /> Para a Medicina Ps&iacute;quica o importante &eacute; que o paciente liberte-se, ou melhore da ansiedade, da tristeza, da m&aacute;goa, da raiva, etc., atualmente com o uso freq&uuml;ente de subst&acirc;ncias qu&iacute;micas. Ambas as maneiras de encarar e tratar os doentes, dentro do seu ponto de vista, est&atilde;o corretas, e s&atilde;o muit&iacute;ssimo &uacute;teis, quando n&atilde;o imprescind&iacute;veis. Embora, na Medicina f&iacute;sica, na maioria das vezes, sejam apenas a&ccedil;&otilde;es paliativas, n&atilde;o se pode negar sua efici&ecirc;ncia nas urg&ecirc;ncias e emerg&ecirc;ncias, onde ela reina soberana. Mas, para curar realmente, numa a&ccedil;&atilde;o mais profunda, ela n&atilde;o &eacute; apropriada, devido ao seu foco apenas f&iacute;sico. <br /> <br /> Para a Psicoterapia Reencarnacionista, o crit&eacute;rio de Sa&uacute;de amplia-se enormemente, pois implica no compromisso da personalidade terrena com a sua Ess&ecirc;ncia, ou seja, na nossa responsabilidade em rela&ccedil;&atilde;o ao projeto encarnat&oacute;rio evolutivo do nosso Eu Real. A aus&ecirc;ncia de sinais ou sintomas f&iacute;sicos ou ps&iacute;quicos, ou a n&atilde;o percep&ccedil;&atilde;o deles, n&atilde;o implica em Sa&uacute;de, pelos crit&eacute;rios transpessoais. A vis&atilde;o do ser humano transcende a <em>persona,</em> aprofunda-se em seus aspectos espirituais e no grau de aproveitamento de sua encarna&ccedil;&atilde;o, a partir dos objetivos evolucionistas. A vis&atilde;o habitual de sa&uacute;de ou de doen&ccedil;a extrapola, ent&atilde;o, o corpo e o psiquismo, e os crit&eacute;rios abordados para o diagn&oacute;stico e progn&oacute;stico passam a ser as motiva&ccedil;&otilde;es existenciais, a compreens&atilde;o da exist&ecirc;ncia encarnada e das armadilhas. A avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; feita dentro de um crit&eacute;rio personalidade terrena X Ess&ecirc;ncia e o seu grau de oposi&ccedil;&atilde;o-conflito X coopera&ccedil;&atilde;o-harmonia.<br /> <br /> &Eacute; interessante e conveniente para o paciente e para o terapeuta que a quest&atilde;o do tipo de doen&ccedil;a e o local do corpo onde ela se instala sejam abordados em profundidade. A vis&atilde;o oficial n&atilde;o cogita o por que da manifesta&ccedil;&atilde;o desagrad&aacute;vel estar instalada nos pulm&otilde;es, no f&iacute;gado, nos rins, nos olhos, nos ouvidos, na garganta, nas articula&ccedil;&otilde;es, etc. &Eacute; casualidade? Aquela pessoa padecer de dificuldades, car&ecirc;ncias ou hipertrofias num certo &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o quer dizer nada? S&atilde;o sempre e somente as bact&eacute;rias e os v&iacute;rus? O que s&atilde;o as chamadas doen&ccedil;as auto-imunes? E as doen&ccedil;as de causa desconhecida? Tudo isso visto pela &oacute;tica do homem integral (corpo-mente-esp&iacute;rito) tem uma correla&ccedil;&atilde;o perfeita, a ponto do terapeuta e o doente conclu&iacute;rem, depois de algum tempo de abordagem diagn&oacute;stica, que a manifesta&ccedil;&atilde;o patol&oacute;gica s&oacute; poderia instalar-se ali mesmo. Tudo &eacute; evidente, desde que pesquisado corretamente, ou seja, al&eacute;m do corpo f&iacute;sico e al&eacute;m da personalidade aparente. Mas para isso, a Medicina do corpo f&iacute;sico precisar&aacute; libertar-se de si mesma, de seus dogmas, e evoluir.<br /> <br /> Devemos, conversando com o paciente, ver, escutar, e n&atilde;o apenas ouvir suas queixas f&iacute;sicas, pedir exames e dar um nome para sua doen&ccedil;a. Devemos entender por que ele apresenta uma patologia nos olhos ou nos ouvidos ou no f&iacute;gado ou no cora&ccedil;&atilde;o ou nos rins ou nas articula&ccedil;&otilde;es ou nas m&atilde;os ou nos p&eacute;s, entender a repercuss&atilde;o das suas quest&otilde;es mentais e emocionais no f&iacute;sico. E a&iacute; come&ccedil;a o tratamento. Por exemplo, &eacute; redundante, mas devemos lembr&aacute;-lo que os olhos servem para enxergar, os ouvidos para escutar, a garganta para engolir, etc. Pela medicina oriental entende-se a rela&ccedil;&atilde;o dos rins com o medo, dos pulm&otilde;es com a tristeza e o abandono, do f&iacute;gado com a raiva, do cora&ccedil;&atilde;o com o desamor, da bexiga com a m&aacute;goa, etc. E para que servem as m&atilde;os se n&atilde;o for para fazer as coisas que se deve fazer, tocar as pessoas, endere&ccedil;ar-se? E os bra&ccedil;os, se n&atilde;o servirem como alavancas para a defesa de seus direitos, da manifesta&ccedil;&atilde;o da sua vontade? E as pernas, se n&atilde;o nos levarem para onde queremos ir? E os p&eacute;s, se n&atilde;o nos ajudarem na sustenta&ccedil;&atilde;o diante das dificuldades da vida? Nas costas, podem esconder-se os dramas ocultos ou as cargas e as sobrecargas. As articula&ccedil;&otilde;es endurecidas, o que s&atilde;o, se n&atilde;o o endurecimento e a rigidez? Os problemas digestivos, como as gastrites e as &uacute;lceras, finalmente come&ccedil;am a ser encaradas como conseq&uuml;&ecirc;ncia de stress, de um modo de viver equivocado, da ansiedade existencial, da dificuldade de enfrentar as vicissitudes da vida moderna, mas, apesar dos m&eacute;dicos j&aacute; saberem disso, os tratamentos continuam sendo para o est&ocirc;mago, para o intestino. <br /> E o dono do est&ocirc;mago e do intestino? <br /> <br /> A Psicoterapia Reencarnacionista vem sugerir uma novidade, que &eacute; a de que n&oacute;s j&aacute; nascemos (encarnamos) com uma personalidade formada, que &eacute; a continua&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o passada, e que vem sob a forma de tend&ecirc;ncias para agir e reagir de um certo modo. Da&iacute; a constata&ccedil;&atilde;o de que alguns reagem com raiva, outros com tristeza, outros com submiss&atilde;o, outros com rejei&ccedil;&atilde;o e abandono, etc. A maneira de cada um de n&oacute;s reagir afetivamente aos fatos desagrad&aacute;veis do per&iacute;odo intra-uterino e da inf&acirc;ncia, j&aacute; vem em n&oacute;s, &eacute; o que trazemos conosco e &eacute; o que devemos curar nessa encarna&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m da quest&atilde;o fundamental do por qu&ecirc;? Ou seja, por que essa fam&iacute;lia? Por que esse pai? Por que essa m&atilde;e? E assim por diante.<br /><br />&Eacute; chegada a hora de todos n&oacute;s, pessoas interessadas em nossos semelhantes, abrirmos nossos olhos e nossas percep&ccedil;&otilde;es para a realidade que se avizinha, que se chama Holismo, ou seja, encarar o ser humano como um todo. Holismo quer dizer Todo, ou seja, n&atilde;o &eacute; algo contra algo, oficial versus alternativo, alternativo versus oficial. Conclamo meus colegas m&eacute;dicos, de todas as especialidades, os psicoterapeutas e os terapeutas "alternativos" de todas as linhas, que se unam em torno do objetivo principal da nossa atividade, que &eacute; o doente. Podemos antever um tempo em que o m&eacute;dico n&atilde;o ser&aacute; mais alopata ou homeopata, em que n&atilde;o se submeter&aacute; mais a nenhum r&oacute;tulo paralisante, com os psicoterapeutas dialogando entre si, cada qual transmitindo os seus conhecimentos e suas novas descobertas a seus colegas, sem mais preconceitos ou ironias, os doentes recebendo aten&ccedil;&otilde;es conjuntas para os seus diferentes corpos, seus diversos aspectos patol&oacute;gicos, equipes tratando do corpo f&iacute;sico, das emo&ccedil;&otilde;es, dos pensamentos, dos aspectos espirituais dos pacientes, as cl&iacute;nicas e os hospitais contando com o aux&iacute;lio dos m&eacute;dicos e dos curadores desencarnados, todos n&oacute;s trabalhando, lado a lado, ombro a ombro, fraternalmente, amorosamente, em beneficio daqueles que sofrem, daqueles que s&atilde;o o motivo do nosso exerc&iacute;cio profissional de amor e doa&ccedil;&atilde;o. Imagino os terapeutas do futuro conhecendo as mais variadas formas de tratar os doentes e suas doen&ccedil;as, atrav&eacute;s de uma vis&atilde;o bioenerg&eacute;tica e integral, cada sofredor recebendo o que necessita naquele momento, sejam medicamentos qu&iacute;micos, sejam subst&acirc;ncias energ&eacute;ticas, seja um carinho, seja um conselho, seja uma cirurgia. Podemos imaginar o fim das disputas, das descren&ccedil;as, das ironias, das vis&otilde;es limitantes, entre todos n&oacute;s, curadores, em beneficio de quem n&atilde;o tem nada a ver com isso: os doentes. <br /> <br /> E a&iacute;, nesse tempo, poderemos dizer que nosso planeta e a humanidade est&atilde;o se curando e ser&aacute; um tempo de bonan&ccedil;a e prosperidade, com o fim das disputas e das competi&ccedil;&otilde;es e com a generaliza&ccedil;&atilde;o da fraternidade entre as pessoas. Aproxima-se o tempo em que o Reino dos C&eacute;us descer&aacute; para a Terra, trazendo consigo o Amor.</span></p> ]]></description>
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<title>O que é endometriose</title>
<link>http://oquee.org/medicina/o-que-%25c3%25a9-endometriose.html</link>
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<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:48:35 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Endometriose &eacute; uma doen&ccedil;a que acomete as mulheres em idade reprodutiva e que consiste na presen&ccedil;a de endom&eacute;trio em locais fora do &uacute;tero. O endom&eacute;trio &eacute; a camada interna do &uacute;tero que &eacute; renovada mensalmente pela menstrua&ccedil;&atilde;o.</strong><br /><br />Os locais comuns da endometriose s&atilde;o: fundo de saco de Douglas (atr&aacute;s do &uacute;tero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto), trompas, ov&aacute;rios, superf&iacute;cie do reto, ligamentos do &uacute;tero, bexiga, e parede da p&eacute;lvis.<br /><br />A maioria das mulheres com endometriose n&atilde;o apresentam sintomas. Os principais sintomas da endometriose s&atilde;o dor e infertilidade. As dores podem ocorrer antes ou durante o per&iacute;odo mestrual. Ela surge de repente, trazendo transtorno fisico, pisquiquico e social para a paciente. Aproximadamente 20% das mulheres tem apenas dor, 60% tem dor e infertilidade e 20% apenas infertilidade. A dor da endometriose pode ser c&oacute;lica mestrual intensa, dor abdominal &agrave; rela&ccedil;&atilde;o sexual, dor no intestino na &eacute;poca das menstrua&ccedil;&otilde;es ou uma mistura desses sintomas.<br /><br />A dor p&eacute;lvica pode resultar de v&aacute;rios fatores. Implantes mais profundos ou localizados em &aacute;reas com maior n&uacute;mero de termina&ccedil;&otilde;es nervosas podem produzir dores mais intensas. Al&eacute;m disso, os implantes podem produzir subst&acirc;ncias que s&atilde;o liberadas na circula&ccedil;&atilde;o e causam dor. Por &uacute;ltimo, pode haver dor nas &aacute;reas de cicatriza&ccedil;&atilde;o.<br /><br />&nbsp;A endometriose &eacute; uma das causas de infertilidade. Em muitas pacientes sem queixas dolorosas, durante a laparoscopia para investiga&ccedil;&atilde;o de infertilidade, s&atilde;o observados implantes endometriais. Alguns especialistas acreditam que a inflama&ccedil;&atilde;o e os processos cicatriciais envolvidos podem causar altera&ccedil;&otilde;es estruturais nos &oacute;rg&atilde;os reprodutivos femininos (causando, por exemplo, obstru&ccedil;&atilde;o das tubas uterinas) e provocar infertilidade. Entretanto, a intensidade da doen&ccedil;a n&atilde;o &eacute; necessariamente proporcional &agrave; taxa de infertilidade.<br /><br />Outros sintomas que podem ser encontrados incluem dor abdominal baixa, diarr&eacute;ia e/ou constipa&ccedil;&atilde;o, dor lombar, irregularidade menstrual ou presen&ccedil;a de sangue na urina. <br /><br />A causa da doen&ccedil;a n&atilde;o &eacute; conhecida. Existem v&aacute;rias teorias, mas nenhuma delas foi comprovada at&eacute; o momento. A principal hip&oacute;tese defende que o tecido endometrial &eacute; depositado nos locais acometidos pelo fluxo sang&uuml;&iacute;neo retr&oacute;grado atrav&eacute;s das tubas uterinas, para a cavidade p&eacute;lvica e abdominal, durante o per&iacute;odo menstrual (menstrua&ccedil;&atilde;o retr&oacute;grada). A causa respons&aacute;vel pelo fluxo anormal n&atilde;o &eacute; conhecida, e a teoria n&atilde;o fornece subs&iacute;dios para explicar completamente a doen&ccedil;a.<br /><br />A hip&oacute;tese diagn&oacute;stica pode ser levantada com base no quadro cl&iacute;nico da paciente (queixa de dor p&eacute;lvica e achados durante o exame f&iacute;sico). Eventualmente, &eacute; poss&iacute;vel identificar n&oacute;dulos (implantes endometriais) localizados nos ligamentos p&eacute;lvicos ou atr&aacute;s do &uacute;tero. Em outros casos, n&atilde;o s&atilde;o identificados n&oacute;dulos, mas o exame revela dor ou desconforto p&eacute;lvico. Infelizmente, esses achados n&atilde;o s&atilde;o suficientes para estabelecer o diagn&oacute;stico de endometriose. Exames de imagem, como a ultra-sonografia, podem ser &uacute;teis, mas tamb&eacute;m n&atilde;o conseguem determinar o diagn&oacute;stico definitivo. A inspe&ccedil;&atilde;o direta e a bi&oacute;psia dos implantes s&atilde;o necess&aacute;rias para o diagn&oacute;stico correto.<br /><br />Por esse motivo, o melhor m&eacute;todo diagn&oacute;stico &eacute; a cirurgia (laparotomia ou por laparoscopia). A laparoscopia &eacute; o procedimento mais comumente utilizado, tendo em vista que &eacute; menos invasiva e em alguns casos pode ser realizada com anestesia local. Geralmente, &eacute; feita em regime ambulatorial (o paciente recebe alta no mesmo dia). A laparoscopia &eacute; realizada insuflando-se di&oacute;xido de carbono no abdome atrav&eacute;s de uma pequena incis&atilde;o na cicatriz umbilical. Um instrumento fino e longo (laparosc&oacute;pio) &eacute; inserido na cavidade abdominal para visualizar o abdome e a pelve. Dessa forma, os implantes endometriais podem ser diretamente identificados. Durante o procedimento, amostras de tecido para exame microsc&oacute;pico (bi&oacute;psias) s&atilde;o retiradas para facilitar o diagn&oacute;stico. Em alguns casos, embora implantes endometriais n&atilde;o sejam identificados, a bi&oacute;psia confirma o diagn&oacute;stico de endometriose.<br /><br />A ultra-sonografia p&eacute;lvica e a laparoscopia tamb&eacute;m s&atilde;o importantes para descartar tumores malignos (como o c&acirc;ncer de ov&aacute;rio, por exemplo) que podem apresentar quadro cl&iacute;nico semelhante &agrave; endometriose.<br /><br />A endometriose pode ser tratada com o uso de medicamentos e/ou cirurgia. Os principais objetivos s&atilde;o o al&iacute;vio da dor e o tratamento da infertilidade. As alternativas descritas a seguir englobam tr&ecirc;s tipos de tratamento: o tratamento dos implantes endometriais, da dor e da infertilidade.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Dislexia - o que é, tratamento, prognóstico</title>
<link>http://oquee.org/medicina/defici%C3%AAncia/dislexia-o-que-%C3%A9-tratamento-progn%C3%B3stico.html</link>
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<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 17:18:08 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>O que &eacute; dislexia?</strong></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">A </span>dislexia &eacute; uma tipo de incapacidade de aprendizado, baseada no c&eacute;rebro, que especificamente prejudica a capacidade da pessoa ler. Os indiv&iacute;duos com dislexia geralmente t&ecirc;m uma capacidade de leitura em n&iacute;veis significativamente menores do que o esperado, apesar de terem intelig&ecirc;ncia normal.</p>
<p>Embora esta desordem varie de pessoa para pessoa, as caracter&iacute;sticas comuns entre indiv&iacute;duos com dislexia s&atilde;o dificuldades com o processamento fonol&oacute;gico (manipula&ccedil;&atilde;o de sons) e/ou resposta visual-verbal r&aacute;pida.</p>
<p><strong>H&aacute; tratamento para a dislexia?</strong><br /><br />O principal foco do tratamento para dislexia deve ser nos problemas espec&iacute;ficos de aprendizado da pessoa afeta. O curso usual do tratamento &eacute; modificar os m&eacute;todos de ensino e ambiente educacional para atender &agrave;s necessidades espec&iacute;ficas da pessoa com dislexia.<br /><br /><strong>Qual &eacute; o progn&oacute;stico para pessoas com dislexia?</strong><br /><br />Para aqueles com dislexia o progn&oacute;stico &eacute; variado. A dislexia afeta uma gama t&atilde;o ampla de pessoas, produzindo diferentes sintomas e variados n&iacute;veis de gravidade, que previs&otilde;es s&atilde;o dif&iacute;ceis de ser feitas. Por&eacute;m, o progn&oacute;stico &eacute; geralmente bom para pessoas nas quais a dislexia foi identificada prematuramente, tem fam&iacute;lia e amigos que d&atilde;o suporte, e que est&atilde;o envolvidos em programas apropriados de remedia&ccedil;&atilde;o.<br /><strong><br />Que pesquisas est&atilde;o sendo feitas sobre a dislexia?</strong><br /><br />Intitutos e organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de conduzem pesquisas sobre a dislexia. As pesquisas atuais focalizam no desenvolvimento de t&eacute;cnicas para diagnosticar e tratar a dislexia, elevando a compreen&ccedil;&atilde;o das bases biol&oacute;gicas das incapacidades de apendizado e explorando a rela&ccedil;&atilde;o entre o processamento neurofisiol&oacute;gico e fun&ccedil;&otilde;es cognitivas com aten&ccedil;&atilde;o na habilidade de leitura.</p> ]]></description>
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<title>O que é dislexia 2</title>
<link>http://oquee.org/medicina/defici%C3%AAncia/o-que-%C3%A9-dislexia-2.html</link>
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<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 17:14:09 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p align="justify"><strong>A dislexia &eacute; uma das mais comuns defici&ecirc;ncias de aprendizado. Segundo pesquisas realizadas, 20% de todas as crian&ccedil;as sofrem de dislexia &ndash; o que causa com que elas tenham grande dificuldade ao aprender a ler, escrever e soletrar.</strong> Pessoas disl&eacute;xicas &ndash; e que nunca se trataram &ndash; l&ecirc;em com dificuldade, pois &eacute; dif&iacute;cil para elas assimilarem palavras. Disl&eacute;xicos tamb&eacute;m geralmente soletram muito mal. Isto n&atilde;o quer dizer que crian&ccedil;as disl&eacute;xicas s&atilde;o menos inteligentes; ali&aacute;s, muitas delas apresentam um grau de intelig&ecirc;ncia normal ou at&eacute; superior ao da maioria da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p align="justify">A dislexia persiste apesar da boa escolaridade. &Eacute; necess&aacute;rio que pais, professores e educadores estejam cientes de que um alto n&uacute;mero de crian&ccedil;as sofre de dislexia. Caso contr&aacute;rio, eles confundir&atilde;o dislexia com pregui&ccedil;a ou m&aacute; disciplina. &Eacute; normal que crian&ccedil;as disl&eacute;xicas expressem sua frustra&ccedil;&atilde;o por meio de mal-comportamento dentro e fora da sala de aula. Portanto, pais e educadores devem saber identificar os sinais que indicam que uma crian&ccedil;a &eacute; disl&eacute;xica - e n&atilde;o pregui&ccedil;osa, pouco inteligente ou mal-comportada.</p>
<p align="justify">A dislexia n&atilde;o deve ser motivo de vergonha para crian&ccedil;as que sofrem dela ou para seus pais. Dislexia n&atilde;o significa falta de intelig&ecirc;ncia e n&atilde;o &eacute; um indicativo de futuras dificuldades acad&ecirc;micas e profissionais. A dislexia, principalmente quando tratada, n&atilde;o implica em falta de sucesso no futuro. Alguns exemplos de pessoas disl&eacute;xicas que obtiveram grande sucesso profissional s&atilde;o Thomas Edison (inventor), Tom Cruise (ator), Walt Disney (fundador dos personagens e est&uacute;dios Disney) e Agatha Christie (autora). Alguns pesquisadores acreditam que pessoas disl&eacute;xicas t&ecirc;m at&eacute; uma maior probabilidade de serem bem sucedidas; acredita-se que a batalha inicial de disl&eacute;xicos para aprender de maneira convencional estimula sua criatividade e desenvolve uma habilidade para lidar melhor com problemas e com o stress.</p>
<p align="justify"><strong>Sinais e Caracter&iacute;sticas de Dislexia</strong></p>
<p align="justify">O ideal seria que toda crian&ccedil;a fosse testada para detectar se ela sofre de dislexia. Por&eacute;m, o sistema educacional brasileiro &eacute; deficiente e h&aacute; uma falta de recursos na maioria das escolas do Pa&iacute;s. Portanto, &eacute; importante que pais e professores fiquem atentos aos sinais de dislexia para que possam ajudar seus filhos e alunos.</p>
<p align="justify">O primeiro sinal de poss&iacute;vel dislexia pode ser detectado quando a crian&ccedil;a, apesar de estudar numa boa escola, tem grande dificuldade em assimilar o que &eacute; ensinado pelo professor. Crian&ccedil;as cujo desenvolvimento educacional &eacute; retardat&aacute;rio podem ser bastante inteligentes, mas sofrer de dislexia. O melhor procedimento a ser adotado &eacute; permitir que profissionais qualificados examinem a crian&ccedil;a para averiguar se ela &eacute; disl&eacute;xica. A dislexia n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico dist&uacute;rbio que inibe o aprendizado, mas &eacute; o mais comum.</p>
<p align="justify">S&atilde;o muitos os sinais que identificam a dislexia. Crian&ccedil;as disl&eacute;xicas tendem a confundir letras com grande freq&uuml;&ecirc;ncia. Entretanto, esse indicativo n&atilde;o &eacute; totalmente confi&aacute;vel, pois muitas crian&ccedil;as, inclusive n&atilde;o-disl&eacute;xicas, freq&uuml;entemente confundem as letras do alfabeto e as escrevem de lado ao contr&aacute;rio. No Jardim de Inf&acirc;ncia, crian&ccedil;as disl&eacute;xicas demonstram dificuldade ao tentar rimar palavras e reconhecer letras e fonemas. Na primeira s&eacute;rie, elas n&atilde;o conseguem ler palavras curtas e simples, t&ecirc;m dificuldade em identificar fonemas e reclamam que ler &eacute; muito dif&iacute;cil. Da segunda &agrave; quinta s&eacute;rie, crian&ccedil;as disl&eacute;xicas t&ecirc;m dificuldade em soletrar, ler em voz alta e memorizar palavras; elas tamb&eacute;m freq&uuml;entemente confundem palavras. Esses s&atilde;o apenas alguns dos muitos sinais que identificam que uma crian&ccedil;a sofre de dislexia.</p>
<div>&nbsp;</div>
<div><strong>O que pode ser feito</strong></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Nunca &eacute; tarde demais para ensinar disl&eacute;xicos a ler e a processar informa&ccedil;&otilde;es com mais efici&ecirc;ncia. Entretanto, diferente da fala &ndash; que qualquer crian&ccedil;a acaba adquirindo &ndash; a leitura precisa ser ensinada. Utilizando m&eacute;todos adequados de tratamento e com muita aten&ccedil;&atilde;o e carinho, a dislexia pode ser derrotada. Crian&ccedil;as disl&eacute;xicas que receberam tratamento desde cedo apresentam uma menor dificuldade ao aprender a ler. Isso evita com que a crian&ccedil;a se atrase na escola ou passe a desgostar de estudar.</div>
<div>
<p>&Eacute; importante enfatizar que a dislexia n&atilde;o &eacute; curada sem um tratamento apropriado. N&atilde;o se trata de um problema que &eacute; superado com o tempo; a dislexia n&atilde;o pode passar despercebida. Pais e professores devem se esfor&ccedil;ar para identificar a possibilidade de seus filhos ou alunos sofrerem de dislexia. Crian&ccedil;as disl&eacute;xicas que foram tratadas desde cedo superam o problema e passam a se assemelhar &agrave;quelas que nunca tiveram qualquer dificuldade de aprendizado.</p>
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<title>O que é Dislexia</title>
<link>http://oquee.org/medicina/defici%C3%AAncia/o-que-%C3%A9-dislexia.html</link>
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<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 17:12:15 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Entender como aprendemos e o porqu&ecirc; de muitas pessoas inteligentes e, at&eacute;, geniais experimentarem dificuldades paralelas em seu caminho diferencial do aprendizado, &eacute; desafio que a Ci&ecirc;ncia vem deslindando paulatinamente, em130 anos de pesquisas. </strong>E com o avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico de nossos dias, com destaque ao apoio da t&eacute;cnica de resson&acirc;ncia magn&eacute;tica funcional, as conquistas dos &uacute;ltimos dez anos t&ecirc;m trazido respostas significativas sobre o que &eacute; Dislexia.</p>
<p>Dislexia (da contra&ccedil;&atilde;o das palavras gregas: dis = dif&iacute;cil, prejudicada, e lexis = palavra) caracteriza-se por uma dificuldade na &aacute;rea da leitura, escrita e soletra&ccedil;&atilde;o. A dislexia costuma ser identificada nas salas de aula durante a alfabetiza&ccedil;&atilde;o sendo comum provocar uma defasagem inicial de aprendizado.</p>
<p>A complexidade do entendimento do que &eacute; Dislexia, est&aacute; diretamente vinculada ao entendimento do ser humano: de quem somos; do que &eacute; Mem&oacute;ria e Pensamento- Pensamento e Linguagem; de como aprendemos e do por qu&ecirc; podemos encontrar facilidades at&eacute; geniais, mescladas de dificuldades at&eacute; b&aacute;sicas em nosso processo individual de aprendizado. O maior problema para assimilarmos esta realidade est&aacute; no conceito arcaico de que: "quem &eacute; bom, &eacute; bom em tudo"; isto &eacute;, a pessoa, porque inteligente, tem que saber tudo e ser habilidosa em tudo o que faz. Posi&ccedil;&atilde;o equivocada que Howard Gardner aprofundou com excepcional mestria, em suas pesquisas e estudos registrados, especialmente, em sua obra Intelig&ecirc;ncias M&uacute;ltiplas. Insight que ele transformou em pesquisa cientificamente comprovada, que o al&ccedil;ou &agrave; posi&ccedil;&atilde;o de um dos maiores educadores de todos os tempos.</p>
<p>A dislexia &eacute; mais frequentemente caracterizada pela dificuldade na aprendizagem da decodifica&ccedil;&atilde;o das palavras, na leitura precisa e fluente e na fala. Pessoas disl&eacute;xicas apresentam dificuldades na associa&ccedil;&atilde;o do som &agrave; letra (o princ&iacute;pio do alfabeto); tamb&eacute;m costumam trocar letras, p. ex. b com d, ou mesmo escrev&ecirc;-las na ordem inversa, p.ex "ov&oacute;v" para vov&oacute;. A dislexia, contudo, n&atilde;o &eacute; um problema visual, envolvendo o processamento da fala e escrita no c&eacute;rebro, sendo comum tamb&eacute;m confundir a direita com a esquerda no sentido espacial. Esses sintomas podem coexistir ou mesmo confundir-se com caracter&iacute;sticas de v&aacute;rios outros factores de dificuldade de aprendizagem, tais como o d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o/hiperatividade, dispraxia, discalculia, e/ou disgrafia. Contudo a dislexia e as desordens do d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o e hiperatividade n&atilde;o est&atilde;o correlacionados com problemas de desenvolvimento.<br /><br />A evolu&ccedil;&atilde;o progressiva de entendimento do que &eacute; Disl&eacute;xia, resultante do trabalho cooperativo de mentes brilhantes que t&ecirc;m-se doado em persistentes estudos, tem marcadores claros do progresso que vem sendo conquistado. Durante esse longo per&iacute;odo de pesquisas que transcende gera&ccedil;&otilde;es, o desencontro de opini&otilde;es sobre o que &eacute; Dislexia redundou em mais de cem nomes para designar essas espec&iacute;ficas dificuldades de aprendizado, e em cerca de 40 defini&ccedil;&otilde;es, sem que nenhuma delas tenha sido universalmente aceita. Recentemente, por&eacute;m, no entrela&ccedil;amento de descobertas realizadas por diferentes &aacute;reas relacionadas aos campos da Educa&ccedil;&atilde;o e da Sa&uacute;de, foram surgindo respostas importantes e conclusivas, como:<br /><br />que Dislexia tem base neurol&oacute;gica, e que existe uma incid&ecirc;ncia expressiva de fator gen&eacute;tico em suas causas, transmitido por um gene de uma pequena ramifica&ccedil;&atilde;o do cromossomo # 6 que, por ser dominante, torna Dislexia altamente heredit&aacute;ria, o que justifica que se repita nas mesmas fam&iacute;lias;<br /><br />que o disl&eacute;xico tem mais desenvolvida &aacute;rea espec&iacute;fica de seu hemisf&eacute;rio cerebral lateral-direito do que leitores normais. Condi&ccedil;&atilde;o que, segundo estudiosos, justificaria seus "dons" como express&atilde;o significativa desse potencial, que est&aacute; relacionado &agrave; sensibilidade, artes, atletismo, mec&acirc;nica, visualiza&ccedil;&atilde;o em 3 dimen&otilde;es, criatividade na solu&ccedil;&atilde;o de problemas e habilidades intuitivas;<br /><br />que, embora existindo disl&eacute;xicos ganhadores de medalha ol&iacute;mpica em esportes, a maioria deles apresenta imaturidade psicomotora ou conflito em sua domin&acirc;ncia e colabora&ccedil;&atilde;o hemisf&eacute;rica cerebral direita-esquerda. Dentre estes, h&aacute; um grande exemplo brasileiro que, embora somente com sua autoriza&ccedil;&atilde;o pessoal poder&iacute;amos declinar o seu nome, ele que &eacute; uma de nossas mentes mais brilhantes e criativas no campo da m&iacute;dia, declarou: "N&atilde;o sei por que, mas quem me conhece tamb&eacute;m sabe que n&atilde;o tenho dom&iacute;nio motor que me d&ecirc; a capacidade de, por exemplo, apertar um simples parafuso";<br /><br />que, com a conquista cient&iacute;fica de uma avalia&ccedil;&atilde;o mais clara da din&acirc;mica de comando cerebral em Dislexia, pesquisadores da equipe da Dra. Sally Shaywitz, da Yale University, anunciaram, recentemente, uma significativa descoberta neurofisiol&oacute;gica, que justifica ser a falta de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica do disl&eacute;xico, a determinante mais forte da probabilidade de sua fal&ecirc;ncia no aprendizado da leitura;<br /><br />que o Dr. Breitmeyer descobriu que h&aacute; dois mecanismos inter-relacionados no ato de ler: o mecanismo de fixa&ccedil;&atilde;o visual e o mecanismo de transi&ccedil;&atilde;o ocular que, mais tarde, foram estudados pelo Dr. William Lovegrove e seus colaboradores, e demonstraram que crian&ccedil;as disl&eacute;xicas e n&atilde;o-disl&eacute;xicas n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;a na fixa&ccedil;&atilde;o visual ao ler; mas que os disl&eacute;xicos, por&eacute;m, encontraram dificuldades significativas em seu mecanismo de transi&ccedil;&atilde;o no correr dos olhos, em seu ato de mudan&ccedil;a de foco de uma s&iacute;laba &agrave; seguinte, fazendo com que a palavra passasse a ser percebida, visualmente, como se estivesse borrada, com tra&ccedil;ado carregado e sobreposto. Sensa&ccedil;&atilde;o que dificultava a discrimina&ccedil;&atilde;o visual das letras que formavam a palavra escrita. Como bem figura uma educadora e especialista alem&atilde;, "... &Eacute; como se as palavras dan&ccedil;assem e pulassem diante dos olhos do disl&eacute;xico".</p> ]]></description>
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<title>O que é doping genético?</title>
<link>http://oquee.org/desporto/o-que-%C3%A9-doping-gen%C3%A9tico.html</link>
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<pubDate>Thu, 21 May 2009 00:30:15 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>&Eacute; a prepara&ccedil;&atilde;o laboratorial de c&eacute;lulas humanas que permitem reac&ccedil;&otilde;es end&oacute;genas que ajudam a uma melhor performance f&iacute;sica.</strong> &Eacute; o aumento da performance esportiva conseguida por meio de mudan&ccedil;as gen&eacute;ticas. Por outras palavras, &eacute; fazer batota, mas desta vez sem ter, sequer, que recorrer a subst&acirc;ncias il&iacute;citas, provocando a forma&ccedil;&atilde;o de uma subst&acirc;ncia dopante no pr&oacute;prio corpo. Como essa produ&ccedil;&atilde;o &eacute; fisiol&oacute;gica, n&atilde;o exigindo a ingest&atilde;o ou injec&ccedil;&atilde;o de subst&acirc;ncias proibidas, o doping gen&eacute;tico &eacute; invis&iacute;vel e indetect&aacute;vel. Mas ainda mais eficaz.<br /><br />N&atilde;o &eacute; como no doping tradicional, no qual apenas se ingerem as subst&acirc;ncias. As modifica&ccedil;&otilde;es podem ser feitas, por exemplo, em genes ligados ao crescimento muscular e, assim, melhorar a explos&atilde;o. Outras altera&ccedil;&otilde;es nos genes podem estimular a produ&ccedil;&atilde;o de eritropoietina, um horm&ocirc;nio secretado pelos rins que aumenta a concentra&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas vermelhas. Isso aumentaria a absor&ccedil;&atilde;o de oxig&ecirc;nio e, portanto, a resist&ecirc;ncia para provas de longo prazo.<br /><br />A Ag&ecirc;ncia Mundial Antidoping designou h&aacute; cinco anos uma equipe de cientistas apenas para desenvolver testes de detec&ccedil;&atilde;o de doping gen&eacute;tico. O discurso oficial &eacute; otimista.<br /><br />Nas Olimp&iacute;adas de Barcelona, em 1992, a China levou quatro medalhas de ouro na nata&ccedil;&atilde;o feminina - antes nenhuma chinesa havia sequer chegado a uma final ol&iacute;mpica. O resultado levantou suspeitas. Nos Jogos Asi&aacute;ticos de 1994 veio a confirma&ccedil;&atilde;o: 11 atletas chinesas foram flagradas por uso de horm&ocirc;nios. Dick Pound presidente da Wada at&eacute; 2007, pediu provid&ecirc;ncias em diversas ocasi&otilde;es. As autoridades chinesas desmontaram um esquema sistem&aacute;tico de doping em duas academias esportivas no nordeste do pa&iacute;s, em agosto do ano passado, diz a Reuters. Foram apreendidas centenas de doses de EPO, testosterona e ester&oacute;ides. Meninos de 15 anos estavam sendo dopados.<br /><br />O reconhecimento do problema por parte de algumas federa&ccedil;&otilde;es. O ciclismo perdeu credibilidade. As tr&ecirc;s &uacute;ltimas edi&ccedil;&otilde;es da Volta da Fran&ccedil;a foram manchadas por esc&acirc;ndalos. &ldquo;A lideran&ccedil;a da Fifa dizia at&eacute; agora n&atilde;o haver nenhuma subst&acirc;ncia na lista da Wada que ajudaria a performance de um jogador de futebol.</p> ]]></description>
</item>
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<title>O que é doping?</title>
<link>http://oquee.org/desporto/o-que-%C3%A9-doping.html</link>
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<pubDate>Thu, 21 May 2009 00:22:17 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Doping &eacute; qualquer subst&acirc;ncia que, ministrada ao organismo, aumente artificialmente o seu rendimento ou performance em competi&ccedil;&otilde;es. Essa &eacute; a defini&ccedil;&atilde;o simples, resumida e moderna do doping esportivo. <strong>No esporte, doping &eacute; a ingest&atilde;o ou inje&ccedil;&atilde;o de qualquer subst&acirc;ncia (drogas l&iacute;citas, em geral) que favore&ccedil;a o desempenho do atleta no esporte, deixando-o mais forte, mais resistente, mais veloz, etc.</strong><br /><br />Desde os prim&oacute;rdios da humanidade, t&ecirc;m-se not&iacute;cias de ingest&atilde;o de in&uacute;meras subst&acirc;ncias com a finalidade de evitar a fadiga no esporte e o aumento da resist&ecirc;ncia f&iacute;sica por atletas. Por&eacute;m, o primeiro caso detectado em laborat&oacute;rio foi o do ciclista Kurt Jansen, que morreu durante uma prova de estrada nos Jogos Ol&iacute;mpicos de Roma em 1960. O primeiro Controle Anti-Doping ocorreu nos Jogos Ol&iacute;mpicos de 1968, na Cidade do M&eacute;xico.<br /><br />Doping refere-se ao uso de drogas que melhoram a performance, particularmente aquelas que s&atilde;o proibidas pelas organiza&ccedil;&otilde;es que regulam as competi&ccedil;&otilde;es esportivas. Outro tipo &eacute; o doping sangu&iacute;neo, tanto por transfus&atilde;o como pelo uso do Horm&ocirc;nio Sint&eacute;tico de Eritropoietina. Tamb&eacute;m &eacute; considerado doping o uso de subst&acirc;ncias que mascaram outras formas de doping.<br /><br />O doping &eacute; considerado anti-&eacute;tico pela maioria das organiza&ccedil;&otilde;es esportivas, e em especial pelo Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Internacional. As raz&otilde;es principais s&atilde;o a amea&ccedil;a &agrave; sa&uacute;de causada pelo doping, a busca igualdade de condi&ccedil;&otilde;es de competi&ccedil;&atilde;o e o efeito exemplar que o esporte "limpo"tem no p&uacute;blico.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é família</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/o-que-%C3%A9-fam%C3%ADlia.html</link>
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<pubDate>Wed, 20 May 2009 23:51:33 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>A fam&iacute;lia representa um grupo social prim&aacute;rio que influencia e &eacute; influenciado por outras pessoas e institui&ccedil;&otilde;es. &Eacute; um grupo de pessoas, ou um n&uacute;mero de grupos dom&eacute;sticos ligados por descend&ecirc;ncia a partir de um ancestral comum, matrim&oacute;nio ou ado&ccedil;&atilde;o.</strong> Nesse sentido o termo confunde-se com cl&atilde;. Dentro de uma fam&iacute;lia existe sempre algum grau de parentesco. Membros de uma fam&iacute;lia costumam compartilhar do mesmo sobrenome, herdado dos ascendentes directos. A fam&iacute;lia &eacute; unida por m&uacute;ltiplos la&ccedil;os capazes de manter os membros moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante as gera&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Podemos ent&atilde;o, definir fam&iacute;lia como um conjunto invis&iacute;vel de exig&ecirc;ncias funcionais que organiza a interac&ccedil;&atilde;o dos membros da mesma, considerando-a, igualmente, como um sistema, que opera atrav&eacute;s de padr&otilde;es transaccionais. Assim, no interior da fam&iacute;lia, os indiv&iacute;duos podem constituir subsistemas, podendo estes ser formados pela gera&ccedil;&atilde;o, sexo, interesse ou fun&ccedil;&atilde;o, havendo diferentes n&iacute;veis de poder, e onde os comportamentos de um membro afetam e influenciam os outros membros. A fam&iacute;lia como unidade social, enfrenta uma s&eacute;rie de tarefas de desenvolvimento, diferindo a n&iacute;vel dos par&acirc;metros culturais, mas possuindo as mesmas ra&iacute;zes universais.<br /><br />A fam&iacute;lia &eacute; um n&uacute;cleo de conviv&ecirc;ncia, unido por la&ccedil;os afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto. &Eacute; a defini&ccedil;&atilde;o que conhecemos. Entretanto, esta conviv&ecirc;ncia pode ser feliz ou insuport&aacute;vel, pois seus la&ccedil;os afetivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do &oacute;dio. E a morada sobre o mesmo teto? Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de refer&ecirc;ncia, onde se busca e se vivencia o amor, ou... um mero alojamento.<br /><br />A fam&iacute;lia n&atilde;o &eacute; algo que nos &eacute; dado de uma vez por todas, mas nos &eacute; dada como uma semente que necessita de cuidados constantes para crescer e desenvolver-se. Quando casamos, sabemos que, entre outras coisas, temos essa semente que pode germinar e um dia dar fruto: ser uma fam&iacute;lia de verdade. Devemos, portanto, estar conscientes de que &eacute; preciso trabalh&aacute;-la e cultiv&aacute;-la sempre, constantemente, e com muito amor.<br /><br />A fam&iacute;lia foi e ficar&aacute; sempre o fundamento da sociedade. Ela transcende a qualquer partido pol&iacute;tico, sociedade, associa&ccedil;&atilde;o ou a qualquer outro g&ecirc;nero de agrupamento humano: ela &eacute; constitu&iacute;da por rela&ccedil;&otilde;es de amor! Na origem de tudo, h&aacute; um amor conjugal que chama a vida a participar desse amor.<br /><br />A fam&iacute;lia vem de uma op&ccedil;&atilde;o. De fato, ela existir&aacute; a partir do momento em que um homem e uma mulher decidirem viver juntos, criar um mundo novo, um mundo diferente: uma fam&iacute;lia. Nesse mundo novo e distinto, nascer&atilde;o os filhos, que se incorporar&atilde;o ao projeto de vida idealizado por seus pais.<br /><br />&Eacute; na fam&iacute;lia que os filhos desenvolver&atilde;o sua personalidade. Nela crescer&atilde;o, encontrar&atilde;o o sentido de sua exist&ecirc;ncia e amadurecer&atilde;o na seguran&ccedil;a, at&eacute; que um dia tamb&eacute;m eles partir&atilde;o para realizar seu pr&oacute;prio projeto.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Quais os sintomas do climatério?</title>
<link>http://oquee.org/homen/mulher/quais-os-sintomas-do-climat%C3%A9rio.html</link>
<guid>http://oquee.org/homen/mulher/quais-os-sintomas-do-climat%C3%A9rio.html</guid>
<pubDate>Wed, 20 May 2009 23:46:40 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Recentemente tem-se verificado que as altera&ccedil;&otilde;es hormonais geram impacto sobre a sa&uacute;de oral feminina, interferindo na fisiologia,metabolismo e est&eacute;tica bucal.</strong> Assim, a menopausa s&atilde;o comuns queixas de dores e calores na boca, desconfortos, irrita&ccedil;&atilde;o, ard&ecirc;ncia gengival e lingual, paladar alterado, especialmente para alimentos muito condimentados e salgados, diminui&ccedil;&atilde;o da secre&ccedil;&atilde;o salivar, permitindo que a mulher torne-se mais vulner&aacute;vel a doen&ccedil;as orais, como a doen&ccedil;a periodontal.<br /><br />Apesar dos horm&ocirc;nios n&atilde;o serem rotulados como respons&aacute;veis diretos pelos problemas orais, admite-se que sua redu&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a menopausa pode provocar resposta inflamat&oacute;ria exacerbada, propiciando maior risco de doen&ccedil;a periodontal ou agravando uma afec&ccedil;&atilde;o pr&eacute;existente.<br /><br />De fato, no climat&eacute;rio, pela redu&ccedil;&atilde;o estrog&ecirc;nica, constatouse em muitas mulheres retra&ccedil;&otilde;es gengivais, decorrentes da reabsor&ccedil;&atilde;o do c&aacute;lcio &oacute;sseo da crista alveolar. Como conseq&uuml;&ecirc;ncia,<br />isso poder&aacute; resultar na perda de inser&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria e at&eacute; de dentes provocando graves repercuss&otilde;es sobre a sa&uacute;de geral, entre elas mastiga&ccedil;&atilde;o deficiente, fona&ccedil;&atilde;o alterada e desequil&iacute;brios emocionais, visto que a aus&ecirc;ncia de dentes altera a auto-estima.<br /><br />O problema mais grave para a sa&uacute;de bucal durante a menopausa decorre da osteoporose que, apesar de n&atilde;o ser um fator etiol&oacute;gico para a periodontite, provoca perda da massa &oacute;ssea pela<br />redu&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do mineral da maxila e da mand&iacute;bula, favore cendo a perda de elementos dent&aacute;rios principalmente nos casos de mulheres que j&aacute; apresentavam periodontite pr&eacute;via.<br /><br />Esses sintomas podem se relacionar a in&uacute;meros fatores enfrentados pela mulher nesta fase,mas uma clara compreens&atilde;o das causas de seu adoecer ainda n&atilde;o foi explicada pela medicina<br />cl&aacute;ssica. Aprendemos com a homeopatia, por&eacute;m, que herdamos geneticamente a nossa constitui&ccedil;&atilde;o e, com ela, a nossa poss&iacute;vel forma de adoecer. <br /><br />Isso significa dizer que nem todas as mulheres sofrer&atilde;o dos mesmos sintomas e sim que algumas delas ser&atilde;o mais suscet&iacute;veis a uns do que a outros, dependendo de suas caracter&iacute;sticas de temperamento e de constitui&ccedil;&atilde;o, pois sabemos que a homeopatia utiliza-se de uma t&eacute;cnica terap&ecirc;utica que difere de todas as outras tanto na sua filosofia quanto na<br />aplica&ccedil;&atilde;o, pois busca entender n&atilde;o s&oacute; a din&acirc;mica mental do indiv&iacute;duo mas tamb&eacute;m estuda e valoriza a express&atilde;o f&iacute;sica desse desequil&iacute;brio.</p> ]]></description>
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<title>O que é climatério</title>
<link>http://oquee.org/homen/mulher/o-que-%C3%A9-climat%C3%A9rio.html</link>
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<pubDate>Wed, 20 May 2009 23:25:54 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>O climat&eacute;rio representa o per&iacute;odo em que ocorre um conjunto de altera&ccedil;&otilde;es regressivas decorrentes fundamentalmente da falta de ovula&ccedil;&atilde;o e do d&eacute;ficit na s&iacute;ntese de estrog&ecirc;nio e de progesterona pelos ov&aacute;rios. Corresponde &agrave; transi&ccedil;&atilde;o entre o per&iacute;odo reprodutivo e o n&atilde;o-reprodutivo.</strong><br /><br />A idade na qual se inicia &eacute; vari&aacute;vel, por volta dos 40 anos, com t&eacute;rmino aos 65 anos. A menopausa ocorre, em geral, ao redor dos 50 anos, com ampla varia&ccedil;&atilde;o entre 35 e 59 anos. Diz-se ser prematura quando se instala antes dos 40 e tardia ap&oacute;s os 52 anos. Define-se a menopausa como um acontecimento biol&oacute;gico &uacute;nico, ou seja, a parada permanente da menstrua&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a perda da atividade folicular ovariana. Se a aus&ecirc;ncia persistir por mais de um ano, d&aacute;-se o nome de menopausa, que &eacute; a &uacute;ltima menstrua&ccedil;&atilde;o de 12 meses anteriores, ocorrendo geralmente aos 51,3 anos.<br /><br />O per&iacute;odo que a precede &eacute; denominado de pr&eacute;-menopausa; j&aacute; o que se segue &agrave; &uacute;ltima menstrua&ccedil;&atilde;o, p&oacute;s-menopausa. O intervalo de um a dois anos antes da menopausa, onde as irregularidades menstruais s&atilde;o bastante comuns, e um ano ap&oacute;s, quando ainda pode ocorrer um novo fluxo, &eacute; chamado de perimenopausa.<br /><br />Com o decorrer dos anos, a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es s&oacute;cioecon&ocirc;micas e o acesso mais f&aacute;cil &agrave; assist&ecirc;ncia m&eacute;dica permitiram que maior n&uacute;mero de mulheres passe mais de um ter&ccedil;o de suas vidas ap&oacute;s a menopausa. O climat&eacute;rio, portanto, n&atilde;o constitui um evento breve, mas sim uma condi&ccedil;&atilde;o a ser suportada desde o momento em que os ov&aacute;rios come&ccedil;am a claudicar<br />at&eacute; o fim da vida.<br /><br />O envelhecimento do ov&aacute;rio &eacute; paulatino: com os sucessivos epis&oacute;dios de atresia folicular, h&aacute; extin&ccedil;&atilde;o progressiva dos compartimentos teca-folicular e l&uacute;teo, determinando a falta de estrog&ecirc;nios, da qual adv&eacute;m a s&iacute;ndrome climat&eacute;rica, que se caracteriza por altera&ccedil;&otilde;es metab&oacute;licas, atr&oacute;ficas e cl&iacute;nicas. Dentre os sintomas mais precocemente observados, sobressaem os vasomotores, que acometem 70% a 80% das mulheres, com as ondas de calor, secura vaginal, diminui&ccedil;&atilde;o da libido, depress&atilde;o e irregularidades menstruais, que com o tempo redundar&atilde;o em aus&ecirc;ncia total da menstrua&ccedil;&atilde;o. Com o agravamento da defici&ecirc;ncia estrog&ecirc;nica, sobrev&ecirc;m altera&ccedil;&otilde;es da pele e das mamas, dos sistemas neurops&iacute;quico, cardiovascular e g&ecirc;nito-urin&aacute;rio e do metabolismo &oacute;sseo.<br /><br />No climat&eacute;rio pode tamb&eacute;m n&atilde;o haver sintomas,o que concede falsa seguran&ccedil;a &agrave; mulher, que passa a se julgar imune &agrave;s eventuais altera&ccedil;&otilde;es metab&oacute;licas, quase sempre de evolu&ccedil;&atilde;o silenciosa, por&eacute;m capazes de comprometer n&atilde;o s&oacute; o seu bemestar e a sua pr&oacute;pria vida, pelas repercuss&otilde;es sobre o aparelho cardiovascular e o metabolismo &oacute;sseo, como tamb&eacute;m pela acelera&ccedil;&atilde;o do processo de envelhecimento org&acirc;nico do qual acreditase ser o estrog&ecirc;nio um dos moduladores.</p> ]]></description>
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<title>O que é a Ginástica Acrobática?</title>
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<pubDate>Wed, 06 May 2009 15:00:18 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>A Gin&aacute;stica Acrob&aacute;tica &eacute; um esporte bonito, din&acirc;mico e espetacular para homens e mulheres. O esporte desenvolve coragem, for&ccedil;a, coordena&ccedil;&atilde;o, flexibilidade, habilidades de saltos, destreza, entre outros.&nbsp;</strong> Esta disciplina requer do ginasta coragem, for&ccedil;a, coordena&ccedil;&atilde;o e flexibilidade, al&eacute;m das exig&ecirc;ncias t&eacute;cnicas de salto. Suas rotinas s&atilde;o executadas com acompanhamento musical e requerem express&atilde;o e movimentos do corpo perfeitamente sincronizados com a m&uacute;sica.<br /><br />Acrobatas em grupos de dois, tr&ecirc;s e quatro executam rotinas com as cabe&ccedil;as, m&atilde;os e p&eacute;s dos seus parceiros. Gin&aacute;stica Acrob&aacute;tica &eacute;, em compara&ccedil;&atilde;o a gin&aacute;stica art&iacute;stica e r&iacute;tmica, uma nova modalidade da Federa&ccedil;&atilde;o Internacional de Gin&aacute;stica (em franc&ecirc;s: F&eacute;d&eacute;ration Internationale de Gymnastique) - que atende pela sigla FIG - e tem como principais caracter&iacute;sticas a execu&ccedil;&atilde;o de exerc&iacute;cios que exigem for&ccedil;a, agilidade e equil&iacute;brio.<br /><br /><strong>Gin&aacute;stica Acrob&aacute;tica (Esportes Acrob&aacute;ticos) &eacute; o nome oficial do esporte, por&eacute;m, ela &eacute; freq&uuml;entemente chamada de Acrobacia.</strong><br /><br />E embora a Acrobacia fosse largamente desenvolvida no s&eacute;culo VII devido a cria&ccedil;&atilde;o do circo, ela como um Esporte &eacute; relativamente jovem. As primeiras competi&ccedil;&otilde;es mundiais datam de 1973, e faz parte do programa dos Jogos Mundiais. Os Jogos Mundiais s&atilde;o competi&ccedil;&otilde;es organizadas pelo Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Internacional um ano depois do Jogos Ol&iacute;mpicos de Ver&atilde;o, por&eacute;m sem o mesmo impacto na m&iacute;dia.<br /><br />O corpo administrativo internacional, Federa&ccedil;&atilde;o Internacional de Esportes Acrob&aacute;ticos (IFSA), foi fundado em 1973 e foi fundido na Federa&ccedil;&atilde;o Internacional de Gin&aacute;stica (FIG) em 1998. Espera-se que esta fus&atilde;o abra as portas aos Jogos Ol&iacute;mpicos para esta disciplina.<br /><br />Com natureza de trabalho em grupo, a acrobacia ensina os indiv&iacute;duos a cooperarem uns com os outros. 'Confie em seu parceiro' &eacute; um imperativo e esta atitude conduz a uma avalia&ccedil;&atilde;o das necessidades do outro. Quando os parceiros trabalham juntos durante algum tempo, eles passam a atuar efetivamente como uma equipe.<br /><br />At&eacute; mesmo nos n&iacute;veis dos novatos, uma s&eacute;rie de movimentos simples, executada em grupo, tem um maior efeito que os mesmos movimentos feitos por uma s&oacute; pessoa. Ainda, dentro da rotina, h&aacute; lugar para a express&atilde;o individual que valoriza infinitamente a composi&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Os Esportes Acrob&aacute;ticos abrigam competidores de qualquer idade - em particular &eacute; comum participantes 'aposentados' da Gin&aacute;stica Art&iacute;stica.<br /><br />Os ginastas acabam estendendo suas habilidades da gin&aacute;stica art&iacute;stica e sua vida competitiva, e transferem facilmente estas suas habilidades para os esportes acrob&aacute;ticos. Freq&uuml;entemente, os atletas nestas condi&ccedil;&otilde;es sentem prazer em treinar e tamb&eacute;m acham f&aacute;cil continuar participando em ambas as modalidades.<br /><br />Os atletas com idade entre 20 e 30 anos est&atilde;o hoje competindo os Esportes Acrob&aacute;ticos internacionalmente. Nadia Comaneci se aposentou da Gin&aacute;stica Art&iacute;stica na adolesc&ecirc;ncia, enquanto a ginasta sovi&eacute;tica Svetlana Grzdova se mudou para a Acrobacia depois de encerrada a carreira de ginasta. Ela e o seu marido se tornaram os campe&otilde;es mundiais depois uma d&eacute;cada.</p> ]]></description>
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<title>O Que é a ginástica Lian Gong</title>
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<pubDate>Wed, 06 May 2009 14:53:53 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>A gin&aacute;stica Lian Gong em 18 terapias, foi desenvolvida na China, pelo Dr. Zhuang Yuen Ming, m&eacute;dico ortopedista da Tradicional Medicina Chinesa (TMC), na d&eacute;cada de 60.</strong><br /><br />Surgiu como um dos primeiros sistemas de pr&aacute;tica corporal que, mantendo como base as milenares artes corporais chinesas, incorporava tamb&eacute;m os modernos conhecimentos da medicina ocidental.<br /><br />O Lian Gong comp&otilde;e-se de duas partes, a primeira trata de desequil&iacute;brios e dores no corpo e<br />previne o seu aparecimento; a segunda trata as tenossinovites e disfun&ccedil;&otilde;es dos &oacute;rg&atilde;os internos, assim como as dores nas extremidades das articula&ccedil;&otilde;es, prevenindo igualmente o aparecimento dessas disfun&ccedil;&otilde;es.<br /><br /><strong>PARTE 1:</strong> Preven&ccedil;&atilde;o e tratamento de dores no pesco&ccedil;o, ombros, costas, regi&atilde;o lombar, gl&uacute;teos e pernas.<br /><strong>PARTE 2:</strong> Preven&ccedil;&atilde;o e tratamento de dores nas articula&ccedil;&otilde;es dos membros superiores e inferiores, de tenossinovites e desordens funcionais dos &oacute;rg&atilde;os internos.<br /><br />A execu&ccedil;&atilde;o das 6 s&eacute;ries do Lian Gong tem a dura&ccedil;&atilde;o de 24 minutos. Os exerc&iacute;cios s&atilde;o simples, acess&iacute;veis a pessoas de todas as idades e podem ser realizados em qualquer lugar sem necessidade de roupas especiais ou de equipamentos. Lian Gong &eacute; o trabalho persistente e prolongado de treinar e exercitar o corpo f&iacute;sico, com o objetivo de transform&aacute;-lo de fraco para forte e de doente para saud&aacute;vel.<br /><br />Dr. Zhuang atendia, com mais 25 m&eacute;dicos, em um hospital de Shangai e notou que a partir da d&eacute;cada de 60, aumentaram o n&uacute;mero de casos de dores musculares e articulares de seus pacientes, em sua maioria trabalhadores de f&aacute;bricas e escrit&oacute;rios da regi&atilde;o. Tal fato se relacionava com a mudan&ccedil;a da economia chinesa de rural para industrial e com os decorrentes desdobramentos para o corpo humano dos indiv&iacute;duos envolvidos nesta transi&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Baseado no Tui Na, milenar arte fisioter&aacute;pica chinesa, e na tradi&ccedil;&atilde;o dos trabalhos corporais chineses, o Dr. Zhuang sintetizou, em um primeiro momento, um conjunto de 18 exerc&iacute;cios que atuassem no corpo humano, da coluna cervical aos dedos dos p&eacute;s. Ou seja, com a pr&aacute;tica de 12 minutos di&aacute;rios de exerc&iacute;cios uma pessoa pode prevenir-se da maioria dos problemas decorrentes de m&aacute; postura&ccedil;&atilde;o ou de movimentos agressivos &agrave; l&oacute;gica do corpo humano.<br /><br />Posteriormente foram elaboradas mais duas seq&uuml;&ecirc;ncias de 18 movimentos cada, ampliando assim as possibilidades terap&ecirc;uticas desta pr&aacute;tica, com exerc&iacute;cios para as articula&ccedil;&otilde;es e tend&otilde;es e para o fortalecimento do cora&ccedil;&atilde;o e pulm&atilde;o.&nbsp; Cada uma destas partes tem dura&ccedil;&atilde;o de 12 minutos tamb&eacute;m.<br /><br /><strong>Como &eacute; a Gin&aacute;stica</strong><br /><br />Todos os exerc&iacute;cios s&atilde;o feitos na postura em p&eacute;, acompanhados por uma m&uacute;sica especialmente desenvolvida para a pr&aacute;tica, sem necessidade de roupas especiais, e utilizando uma respira&ccedil;&atilde;o natural.<br /><br />A caracter&iacute;stica b&aacute;sica dos exerc&iacute;cios &eacute; a fus&atilde;o de movimentos de alongamento com tra&ccedil;&atilde;o, controlado pelo praticante, dentro de seus pr&oacute;prios limites. Assim, esta gin&aacute;stica, agindo de forma suave sobre os sistemas circulat&oacute;rio e articular, mobiliza o t&ocirc;nus muscular, suaviza os enrijecimentos e estimula a &ldquo;lubrifica&ccedil;&atilde;o&rdquo; das articula&ccedil;&otilde;es.<br /><br />A pr&aacute;tica constante destes exerc&iacute;cios tem se revelado como um excelente instrumento na corre&ccedil;&atilde;o postural dos praticantes, bem como na melhora geral do indiv&iacute;duo, combatendo os sintomas do stress, as ansiedades e irritabilidades al&eacute;m das a&ccedil;&otilde;es positivas localizadas, espec&iacute;ficas de cada exerc&iacute;cio.<br /><br />Por outro lado, tem-se notado nas pr&aacute;ticas aplicadas junto a empresas, que o Lian Gong, por n&atilde;o ter um car&aacute;ter competitivo mas sim de aprimoramento individual, estimula sobremaneira a integra&ccedil;&atilde;o entre aqueles que o praticam.<br /><br />Lian Gong em 18 Terapias n&atilde;o &eacute; uma panac&eacute;ia para todos os males, mas com certeza &eacute; uma pr&aacute;tica que re&uacute;ne conceitos ocidentais e orientais com uma simplicidade, efic&aacute;cia e alegria n&atilde;o encontradas em outras pr&aacute;ticas.</p> ]]></description>
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<title>O que é ginastica</title>
<link>http://oquee.org/desporto/ginastica/o-que-%C3%A9-ginastica.html</link>
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<pubDate>Wed, 06 May 2009 14:46:12 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Gin&aacute;stica &mdash; como ioga &mdash; n&atilde;o &eacute; uma coisa que se possa aprender pela Internet, ou mesmo por livros ilustrados. Se voc&ecirc; &eacute; estudante de fisioterapia ou educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, seus professores t&ecirc;m condi&ccedil;&otilde;es de instru&iacute;-lo sobre o assunto. Se &eacute; leigo, procure um instrutor.</strong><br /><br />Todo movimento gin&aacute;stico, assim como os caracter&iacute;sticos dos esportes, evolu&iacute;ram a partir dos movimentos mais naturais do ser humano que anda, corre, salta, arremessa, trepa em &aacute;rvore, vira cambalhota e mais uma infinidade de outros conforme a necessidade de momento.<br /><br />Palavra Gin&aacute;stica e significa a &laquo;Arte ou ato de exercitar o corpo para fortific&aacute;-lo e dar-lhe agilidade. O conjunto de exerc&iacute;cios corporais sistematizados, para este fim, realizados no solo ou com aux&iacute;lio de aparelhos e aplicados com objetivos educativos, competitivos, terap&ecirc;uticos, etc.&raquo;. A Encyclopedia Britannica, define Como" a system of physical exercices practised either to promote physical development or a sport".<br /><br />Segundo P&eacute;rez Gallardo, as habilidades naturais &laquo;s&atilde;o aquelas que se caracterizam por estar presentes em todos os seres humanos, independentes de seu lugar geogr&aacute;fico e n&iacute;vel s&oacute;cio-cultural e que servem de base para aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades culturalmente determinadas&hellip;&raquo;.<br /><br /><strong>Partindo desses conceitos, quase todas as atividades de academia s&atilde;o consideradas &aacute;rea da gin&aacute;stica e a localizada tr&aacute;s toda fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica da muscula&ccedil;&atilde;o.</strong><br /><br />Rebuscando os alfarr&aacute;bios sabe-se que a gin&aacute;stica vem da Pr&eacute;-hist&oacute;ria onde a atividade f&iacute;sica era uma quest&atilde;o de sobreviv&ecirc;ncia decorrente da necessidade de atacar, defender, ca&ccedil;ar, pescar e etc. Depois de afirmar-se na Antiguidade a gin&aacute;stica estacionou na Idade M&eacute;dia fundamentando-se na Idade Moderna e sistematizando-se nos prim&oacute;rdios da Idade Contempor&acirc;nea segundo Ramos. A partir de 1800, Era Industrial, a gin&aacute;stica passou a ter tamb&eacute;m uma conota&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de sendo capaz de corrigir v&iacute;cios posturais decorrentes do trabalho. A evolu&ccedil;&atilde;o desse segmento &eacute; a gin&aacute;stica laboral.<br /><br />Hoje, em algumas academias, em nome de uma &laquo;suposta&raquo; criatividade e luta desesperada de conquista de novos clientes inventa-se de tudo e misturam-se v&aacute;rios tipos de gin&aacute;sticas. Umas at&eacute; d&atilde;o certo, mas outras faltam fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica em algo mais concreto. Na minha opini&atilde;o particular, uma delas &eacute; uma aula apelidada de &laquo;Super Abdominal&raquo; com dura&ccedil;&atilde;o de 30 a 45 minutos. Eu duvido que um aluno consiga ser ass&iacute;duo o suficiente para suportar uma aula dessas por mais de tr&ecirc;s meses por uma raz&atilde;o muito simples. &Egrave; imposs&iacute;vel n&atilde;o se tornar enfadonho e repetitivo. Ou seja, no popular&hellip; Um saco!<br /><br />A aula pode existir at&eacute; h&aacute; mais tempo, mas conta com a grande rotatividade e a &laquo;suposta&raquo; novidade. Veja bem! N&atilde;o estou discutindo se d&aacute; ou n&atilde;o resultado. At&eacute; pode dar, mas existem m&eacute;todos mais f&aacute;ceis e t&atilde;o eficientes quanto&hellip; gastando menos tempo. <strong>Al&eacute;m disso, j&aacute; &eacute; consenso que o excesso de repeti&ccedil;&atilde;o tem um forte potencial de les&atilde;o. Numa aula dessas &eacute; imposs&iacute;vel n&atilde;o pecar nisso.</strong><br /><br />O grupo muscular do abdome responde ao treinamento tradicional objetivando for&ccedil;a, resist&ecirc;ncia muscular localizada e ou hipertrofia. O abdome &eacute; uma parte do corpo que incomoda&hellip; e muito. Entretanto n&atilde;o &eacute; preciso ter um do tipo &laquo;tanquinho&raquo; e a import&acirc;ncia deveria ser dada n&atilde;o &agrave; est&eacute;tica, mas &agrave; sa&uacute;de, a principal fun&ccedil;&atilde;o.</p> ]]></description>
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<title>O que são drogas</title>
<link>http://oquee.org/medicina/drogas1/o-que-s%C3%A3o-drogas.html</link>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 12:58:06 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong><strong>Droga</strong> &eacute; toda e qualquer subst&acirc;ncia, natural ou sint&eacute;tica que, introduzida                  no organismo modifica suas fun&ccedil;&otilde;es. As drogas naturais s&atilde;o obtidas atrav&eacute;s de determinadas plantas,de animais e de alguns minerais.</strong> Exemplo a cafe&iacute;na (do caf&eacute;), a nicotina (presente no tabaco), o &oacute;pio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da maconha). As drogas sint&eacute;ticas s&atilde;o fabricadas em laborat&oacute;rio, exigindo para isso t&eacute;cnicas especiais. O termo droga, presta-se a v&aacute;rias interpreta&ccedil;&otilde;es, mas comumente suscita a id&eacute;ia de uma subst&acirc;ncia proibida, de uso ilegal e nocivo ao indiv&iacute;duo, modificando-lhe as fun&ccedil;&otilde;es, as sensa&ccedil;&otilde;es, o humor e o comportamento.As drogas est&atilde;o classificadas em tr&ecirc;s categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analg&eacute;sicos, estimulantes, alucin&oacute;genos, tranquilizantes e barbit&uacute;ricos, al&eacute;m do &aacute;lcool e subst&acirc;ncias vol&aacute;teis. As psicotr&oacute;picas, s&atilde;o as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades ps&iacute;quicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de v&aacute;rias formas: por inje&ccedil;&atilde;o, por inala&ccedil;&atilde;o, via oral, inje&ccedil;&atilde;o intravenosa ou aplicadas via retal (suposit&oacute;rio).<span></span></p>
<p><strong>Intoxica&ccedil;&atilde;o Aguda</strong></p>
<p>&Eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o transit&oacute;ria seguindo-se a administra&ccedil;&atilde;o de &aacute;lcool ou outra subst&acirc;ncia psicoativa, resultando em perturba&ccedil;&otilde;es no n&iacute;vel de consci&ecirc;ncia, cogni&ccedil;&atilde;o, percep&ccedil;&atilde;o, afeto ou comportamento, ou outras fun&ccedil;&otilde;es ou respostas psicofisiol&oacute;gicas.</p>
<p><strong>Uso Nocivo</strong></p>
<p>&Eacute; um padr&atilde;o de uso de subst&acirc;ncia psicoativa que est&aacute; causando dano &agrave; sa&uacute;de. O dano pode ser f&iacute;sico (como no caso de hepatite decorrente da administra&ccedil;&atilde;o de drogas injet&aacute;veis) ou mental (ex. epis&oacute;dio depressivo secund&aacute;rio a um grande consumo de &aacute;lcool).</p>
<p><strong>Toxicomania</strong></p>
<p>A toxicomania &eacute; um estado de intoxica&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica ou cr&ocirc;nica, nociva ao indiv&iacute;duo e &agrave; sociedade, determinada pelo consumo repetido de uma droga, (natural ou sint&eacute;tica). Suas caracter&iacute;sticas s&atilde;o:<br /> 1 - irresist&iacute;vel desejo causado pela falta que obriga a continuar a usar droga.<br /> 2 - tend&ecirc;ncia a aumentar a dose.<br /> 3 - depend&ecirc;ncia de ordem ps&iacute;quica (psicol&oacute;gica), &agrave;s vezes f&iacute;sica acerca dos efeitos das drogas.</p>
<p><strong>S&iacute;ndrome de Depend&ecirc;ncia</strong></p>
<p>&Eacute; um conjunto de fen&ocirc;menos fisiol&oacute;gicos, comportamentais e cognitivos, no qual o uso de uma subst&acirc;ncia ou uma classe de subst&acirc;ncias alcan&ccedil;a uma prioridade muito maior para um determinado indiv&iacute;duo, do que outros comportamentos que antes tinham mais valor.<br /> Uma caracter&iacute;stica central da s&iacute;ndrome da depend&ecirc;ncia &eacute; o desejo (frequentemente forte e algumas vezes irresist&iacute;vel) de consumir drogas psicoativas as quais podem ou n&atilde;o terem sido prescritas por m&eacute;dicos.</p>
<p><strong>Codepend&ecirc;ncia</strong></p>
<p>Codepend&ecirc;ncia &eacute; uma doen&ccedil;a emocional que foi &ldquo;diagnosticada&rdquo; nos Estados Unidos por volta das d&eacute;cadas de 70 e 80, em uma cl&iacute;nica para dependentes qu&iacute;micos, atrav&eacute;s do atendimento a seus familiares. Por&eacute;m, com os avan&ccedil;os dos estudos das causas e dos sintomas, que s&atilde;o v&aacute;rios, chegou-se &agrave; conclus&atilde;o de que esta doen&ccedil;a atinge n&atilde;o apenas os familiares dos dependentes qu&iacute;micos, mas um grande n&uacute;mero de pessoas, cujos comportamentos e rea&ccedil;&otilde;es perante a vida s&atilde;o um meio de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> Os codependentes s&atilde;o aqueles que vivem em fun&ccedil;&atilde;o do(s) outro(os), fazendo destes a raz&atilde;o de sua felicidade e bem estar. S&atilde;o pessoas que t&ecirc;m baixa auto-estima e intenso sentimento de culpa. Vivem tentando &ldquo;ajudar&rdquo; outras pessoas, esquecendo, na maior parte do tempo, de viver a pr&oacute;pria vida, entre outras atitudes de auto-anula&ccedil;&atilde;o. O que vai caracterizar o doente &eacute; o grau de negligenciamento de sua pr&oacute;pria vida em fun&ccedil;&atilde;o do outro e de comportamentos insanos.<br /> A codepend&ecirc;ncia tamb&eacute;m pode ser fatal, causando morte por depress&atilde;o, suic&iacute;dio, assassinato, c&acirc;ncer e outros. Embora n&atilde;o haja nas certid&otilde;es de &oacute;bito o termo codepend&ecirc;ncia, muitas vezes ela &eacute; o agente desencadeante de doen&ccedil;as muito s&eacute;rias. Mas pode-se reverter este quadro, adotando-se comportamentos mais saud&aacute;veis. Os profissionais apontam que o primeiro passo em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; mudan&ccedil;a &eacute; tomar consci&ecirc;ncia e aceitar o problema.</p>
<p><strong>Abstin&ecirc;ncia Narc&oacute;tica</strong></p>
<p>Independente de sexo ou idade, na gravidez ou n&atilde;o, sempre que se suspendem de forma abrupta os narc&oacute;ticos, poder&aacute; eclodir numa pessoa viciada nestas drogas, uma sequ&ecirc;ncia de sintomas que v&atilde;o caracterizar a s&iacute;ndrome de abstin&ecirc;ncia narc&oacute;tica.</p>
<p>As primeiras 4 horas de abstin&ecirc;ncia<br /> - Ansiedade, comportamento de procura da droga</p>
<p>As primeiras 8 horas de abstin&ecirc;ncia<br /> - Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral</p>
<p>As primeiras 12 horas de abstin&ecirc;ncia<br /> - Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral, dilata&ccedil;&atilde;o das pupilas, tremores musculares, ondas de frio, ondas de calor, ere&ccedil;&atilde;o dos pelos cut&acirc;neos, dores &oacute;sseas, dores musculares</p>
<p>As primeiras 18-24 horas de abstin&ecirc;ncia<br /> - Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral, dilata&ccedil;&atilde;o das pupilas, tremores musculares, ondas de frio, ondas de calor, ere&ccedil;&atilde;o dos pelos cut&acirc;neos, dores &oacute;sseas, dores musculares, ins&ocirc;nia, n&aacute;usea, v&ocirc;mitos, muita inquieta&ccedil;&atilde;o, aumento da frequ&ecirc;ncia respirat&oacute;ria, pulso r&aacute;pido, aumento da profundidade da respira&ccedil;&atilde;o, aumento da press&atilde;o arterial, hipertermia (febre), dor abdominal</p>
<p>As primeiras 24-36 horas de abstin&ecirc;ncia<br /> - Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral, dilata&ccedil;&atilde;o das pupilas, tremores musculares, ondas de frio, ondas de calor, ere&ccedil;&atilde;o dos pelos cut&acirc;neos, dores &oacute;sseas, dores musculares, ins&ocirc;nia, n&aacute;usea, v&ocirc;mitos, muita inquieta&ccedil;&atilde;o, aumento da frequ&ecirc;ncia respirat&oacute;ria, pulso r&aacute;pido, aumento da profundidade da respira&ccedil;&atilde;o, aumento da press&atilde;o arterial, hipertermia (febre), dor abdominal, diarr&eacute;ia, ejacula&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea, perda de peso, orgasmo espont&acirc;neo, sinais de desidrata&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, aumento dos leuc&oacute;citos sangu&iacute;neos, aumento da glicose sangu&iacute;nea, acidose sangu&iacute;nea, dist&uacute;rbio do metabolismo &aacute;cido-base</p>
<p>S&iacute;ndrome de abstin&ecirc;ncia no rec&eacute;m-nascido<br /> Costuma ocorrer ap&oacute;s 48 horas do parto de uma gestante viciada em narc&oacute;ticos com as caracter&iacute;sticas:<br /> - Febre, tremor, irritabilidade, v&ocirc;mitos, hipertonicidade muscular, insufici&ecirc;ncia respirat&oacute;ria, convuls&atilde;o, choro agud&iacute;ssimo, muitas vezes pode ocorrer a morte do rec&eacute;m-nascido<br /> (Fonte: Salvar o Filho Drogado, Dr. Fl&aacute;vio Rotman, 2&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, Editora Record)</p>
<p><strong>G&iacute;rias utilizadas por usu&aacute;rios de drogas</strong></p>
<p>queimar um - fumar<br /> mocosar - esconder<br /> careta&ccedil;o - livre de qualquer efeito da maconha<br /> sussu - sossego<br /> rol&ecirc; - volta<br /> pif&atilde;o - bebedeira<br /> rolar - preparar um cigarro<br /> cabe&ccedil;a feita - fuma antes de ir a um lugar<br /> chapado - sob o efeito da maconha<br /> bad trip - viagem ruim, com sofrimentos<br /> n&oacute;ia - preocupa&ccedil;&atilde;o<br /> marofa - fuma&ccedil;a da maconha<br /> tapas - tragadas<br /> palas - sinais caracter&iacute;sticos das drogas<br /> larica - fome qu&iacute;mica<br /> matar a lara - matar a fome qu&iacute;mica<br /> maricas - cachimbos artesanais<br /> pontas - parte final da maconha n&atilde;o fumada<br /> cemit&eacute;rio de pontas - caixinha ou recipientes pl&aacute;sticos usados para guardar as pontas<br /> pilador - socador para pressionar a maconha j&aacute; enrolada dentro da seda<br /> dichavar o fumo - soltar a maconha compactada em tijolos ou seus peda&ccedil;os e separar as partes que lhe d&atilde;o gosto ruim<br /> sujeira - situa&ccedil;&atilde;o perigosa<br /> dan&ccedil;ou - usu&aacute;rio que foi flagrado fumando<br /> moc&oacute;s - esconderijos de droga<br /> &ldquo;pipou uma vez, est&aacute; fisgado&rdquo;</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que são as drogas?</title>
<link>http://oquee.org/medicina/drogas1/o-que-s%25c3%25a3o-as-drogas.html</link>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 12:54:28 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Drogas s&atilde;o subst&acirc;ncias utilizadas para produzir altera&ccedil;&otilde;es, mudan&ccedil;as, nas sensa&ccedil;&otilde;es, no grau de consci&ecirc;ncia e no estado emocional. As altera&ccedil;&otilde;es causadas por essas subst&acirc;ncias variam de acordo com as caracter&iacute;sticas da pessoa que as usa, qual droga &eacute; utilizada e em que quantidade, o efeito que se espera da droga e as circunst&acirc;ncias em que &eacute; consumida.</strong><span></span></p>
<p>Geralmente achamos que existem apenas algumas poucas subst&acirc;ncias extremamente perigosas: s&atilde;o essas que chamamos de drogas. Achamos tamb&eacute;m que drogas s&atilde;o apenas os produtos ilegais como a maconha, a coca&iacute;na e o crack. Por&eacute;m, do ponto de vista de sa&uacute;de, muitas subst&acirc;ncias legalizadas podem ser igualmente perigosas, como por exemplo o &aacute;lcool, que tamb&eacute;m &eacute; considerado uma droga como as demais.</p>
<p>As drogas atuam no c&eacute;rebro afetando a atividade mental, sendo por essa raz&atilde;o denominadas psicoativas. Basicamente, elas s&atilde;o de tr&ecirc;s tipos:</p>
<ul>
<li> drogas que diminuem a atividade mental &ndash; tamb&eacute;m chamadas de depressoras. Afetam o c&eacute;rebro, fazendo com que funcione de forma mais lenta. Essas drogas diminuem a aten&ccedil;&atilde;o, a concentra&ccedil;&atilde;o, a tens&atilde;o emocional e a capacidade intelectual. Exemplos: ansiol&iacute;ticos (tranq&uuml;ilizantes), &aacute;lcool, inalantes (cola) , narc&oacute;ticos (morfina, hero&iacute;na);</li>
<li> drogas que aumentam a atividade mental &ndash; s&atilde;o chamadas de estimulantes. Afetam o c&eacute;rebro, fazendo com que funcione de forma mais acelerada. Exemplos: cafe&iacute;na, tabaco, anfetamina, coca&iacute;na, crack; e</li>
<li> drogas que alteram a percep&ccedil;&atilde;o &ndash; s&atilde;o chamadas de subst&acirc;ncias alucin&oacute;genas e provocam dist&uacute;rbios no funcionamento do c&eacute;rebro, fazendo com que ele passe a trabalhar de forma desordenada, numa esp&eacute;cie de del&iacute;rio. Exemplos: LSD, ecstasy, maconha e outras subst&acirc;ncias derivadas de plantas.</li>
</ul>
<p><strong>O efeito de uma droga &eacute; o mesmo para qualquer pessoa?</strong></p>
<p>Cada tipo de droga, com suas caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas, tende a produzir efeitos diferentes no organismo. A forma como uma subst&acirc;ncia &eacute; utilizada, assim como a quantidade consumida e o seu grau de pureza tamb&eacute;m ter&atilde;o influ&ecirc;ncia no efeito.</p>
<p>Cada usu&aacute;rio, com suas caracter&iacute;sticas biol&oacute;gicas (f&iacute;sicas) e psicol&oacute;gicas, tende a apresentar rea&ccedil;&otilde;es diversas sob a a&ccedil;&atilde;o de drogas. S&atilde;o extremamente importantes o estado emocional do usu&aacute;rio e suas expectativas com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; droga no momento do uso.</p>
<p>O meio ambiente tamb&eacute;m influencia o tipo de rea&ccedil;&atilde;o que a droga pode produzir. Dessa maneira, o local, as pessoas &ndash; enfim, toda a situa&ccedil;&atilde;o onde o uso acontece &ndash; poder&atilde;o interferir nos efeitos que a droga vai produzir.</p>
<p>Por exemplo, uma pessoa ansiosa (usu&aacute;rio) que consome grande quantidade de maconha (droga) em um lugar p&uacute;blico (meio ambiente) ter&aacute; grande chance de se sentir perseguido (&rdquo;paran&oacute;ia&rdquo;). Por outro lado, um indiv&iacute;duo que consome maconha quando est&aacute; tranq&uuml;ilamente em casa, na companhia de amigos, ter&aacute; menor probabilidade de apresentar rea&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que sao celulas?</title>
<link>http://oquee.org/biologia/biologia-celular/o-que-sao-celulas.html</link>
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<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 18:19:44 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>As c&eacute;lulas s&atilde;o as unidades estruturais e funcionais dos organismos vivos. </strong>A c&eacute;lula representa a menor por&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria viva dotada da capacidade de auto-duplica&ccedil;&atilde;o independente.Numa casa,para uma explica&ccedil;&atilde;o mais pr&aacute;tica &eacute; construida por tijolos.As c&eacute;lulas s&atilde;o como os &ldquo;tijolos&rdquo;na constru&ccedil;&atilde;o do ser vivo.</p>
<p>As c&eacute;lulas foram descobertas em 1663 pelo ingl&ecirc;s Robert Hooke. Ao examinar em um microsc&oacute;pio rudimentar, uma l&acirc;mina de corti&ccedil;a, Hooke verificou que ela era constitu&iacute;da por cavidades poli&eacute;dricas, &agrave;s quais chamou de c&eacute;lulas (do latim cella, pequena cavidade). Na realidade Hooke observou blocos heradecimais que eram as paredes de c&eacute;lulas vegetais mortas. A teoria celular foi formulada em 1839 por Schleiden e Schwann que concluiram que todo ser vivo &eacute; formado por celulas.<span></span></p>
<p>As c&eacute;lulas s&atilde;o envolvidas pela membrana celular e preenchidas com uma solu&ccedil;&atilde;o aquosa concentrada de subst&acirc;ncias qu&iacute;micas, o citoplasma em que se encontram dispersos organelos (por vezes escrito organelas, organ&oacute;ides, org&acirc;nulos ou organitos).</p>
<p>As formas mais simples de vida s&atilde;o organismos unicelulares que se propagam por cissiparidade. As c&eacute;lulas podem tamb&eacute;m constituir arranjos ordenados, os tecidos.</p>
<p>Normalmente as c&eacute;lulas vegetais s&atilde;o representadas com cor verde, ao contr&aacute;rio das c&eacute;lulas animais.</p>
<p>O termo c&eacute;lula vem do grego KYTOS= cela;e do latim CELLA= espa&ccedil;o vazio.</p>
<p>De acordo com a organiza&ccedil;&atilde;o estrutural, as c&eacute;lulas s&atilde;o divididas em:</p>
<h3><span class="mw-headline">C&eacute;lulas Procariontes</span></h3>
<p>As c&eacute;lulas procariontes ou procari&oacute;ticas, tamb&eacute;m chamadas de protoc&eacute;lulas, s&atilde;o muito diferentes das eucariontes. A sua principal caracter&iacute;stica &eacute; a aus&ecirc;ncia de carioteca individualizando o n&uacute;cleo celular, pela aus&ecirc;ncia de alguns organelos e pelo pequeno tamanho que se acredita que se deve ao fato de n&atilde;o possu&iacute;rem compartimentos membranosos originados por evagina&ccedil;&atilde;o ou invagina&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m possuem ADN na forma de um anel n&atilde;o-associado a prote&iacute;nas (como acontece nas c&eacute;lulas eucari&oacute;ticas, nas quais o ADN se disp&otilde;e em filamentos espiralados e associados &agrave; histonas).</p>
<p>Estas c&eacute;lulas s&atilde;o desprovidas de mitoc&ocirc;ndrias, plast&iacute;deos, complexo de Golgi, ret&iacute;culo endoplasm&aacute;tico e sobretudo cariomembrana o que faz com que o ADN fique disperso no citoplasma.</p>
<p>A este grupo pertencem seres unicelulares ou coloniais:</p>
<p>* Bact&eacute;rias<br /> * Cian&oacute;fitas (algas cianof&iacute;ceas, algas azuis ou ainda Cyanobacteria)<br /> * PPLO (&rdquo;pleuro-pneumonia like organisms&rdquo;)</p>
<h4><span class="mw-headline">C&eacute;lulas incompletas</span></h4>
<p>As bact&eacute;rias dos grupos das rickettsias e das clam&iacute;dias s&atilde;o muito pequenas, sendo denominadas c&eacute;lulas incompletas por n&atilde;o apresentarem capacidade de auto-duplica&ccedil;&atilde;o independente da colabora&ccedil;&atilde;o de outras c&eacute;lulas, isto &eacute;, s&oacute; proliferarem no interior de outras c&eacute;lulas completas, sendo, portanto, parasitas intracelulares obrigat&oacute;rios.</p>
<p>Diferente dos v&iacute;rus por apresentarem:</p>
<p>* conjuntamente DNA e RNA;<br /> * parte da m&aacute;quina de s&iacute;ntese celular necess&aacute;ria para reproduzirem-se;<br /> * uma membrana semiperme&aacute;vel, atrav&eacute;s da qual realizam as trocas com o meio envolvente.</p>
<p>Obs.: j&aacute; foram encontrados v&iacute;rus com DNA e RNA, no entanto s&atilde;o raros. os v&iacute;rus que possuem DNA e RNA simulteneamente, sao chamados de retrov&iacute;rus.</p>
<h3><span class="mw-headline">C&eacute;lulas Eucariontes</span></h3>
<p>As c&eacute;lulas eucariontes ou eucari&oacute;ticas, tamb&eacute;m chamadas de euc&eacute;lulas, s&atilde;o mais complexas que as procariontes. Possuem membrana nuclear individualizada e v&aacute;rios tipos de organelas. A maioria dos animais e plantas a que estamos habituados s&atilde;o dotados deste tipo de c&eacute;lulas.</p>
<p>&Eacute; altamente prov&aacute;vel que estas c&eacute;lulas tenham surgido por um processo de aperfei&ccedil;oamento cont&iacute;nuo das c&eacute;lulas procariontes.</p>
<p>N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel avaliar com precis&atilde;o quanto tempo a c&eacute;lula &ldquo;primitiva&rdquo; levou para sofrer aperfei&ccedil;oamentos na sua estrutura at&eacute; originar o modelo que hoje se repete na imensa maioria das c&eacute;lulas, mas &eacute; prov&aacute;vel que tenha demorado muitos milh&otilde;es de anos. Acredita-se que a c&eacute;lula &ldquo;primitiva&rdquo; tivesse sido bem pequena e para que sua fisiologia estivesse melhor adequada &agrave; rela&ccedil;&atilde;o tamanho &times; funcionamento era necess&aacute;rio que crescesse.</p>
<p>Acredita-se que a membrana da c&eacute;lula &ldquo;primitiva&rdquo; tenha emitido internamente prolongamentos ou invagina&ccedil;&otilde;es da sua superf&iacute;cie, os quais se multiplicaram, adquiriram complexidade crescente, conglomeraram-se ao redor do bloco inicial at&eacute; o ponto de formarem a intrincada malha do ret&iacute;culo endoplasm&aacute;tico. Dali ela teria sofrido outros processos de dobramentos e originou outras estruturas intracelulares como o complexo de Golgi, vac&uacute;olos, lisossomos e outras.</p>
<p>Quanto aos cloroplastos (e outros plast&iacute;deos) e mitoc&ocirc;ndrias, atualmente h&aacute; uma corrente de cientistas que acreditam que a melhor teoria que explica a exist&ecirc;ncia destes org&acirc;nulos &eacute; a Teoria da Endossimbiose, segundo a qual um ser com uma c&eacute;lula maior possu&iacute;a dentro de s&iacute; uma c&eacute;lula menor mas com melhores caracter&iacute;sticas, fornecendo um ref&uacute;gio &agrave; menor e esta a capacidade de fotossintetizar ou de sintetizar prote&iacute;nas com interesse para a outra.</p>
<p>Nesse grupo encontram-se:</p>
<p>* C&eacute;lulas Vegetais (com cloroplastos e com parede celular; normalmente, apenas, um grande vac&uacute;olo central)</p>
<p>A c&eacute;lula vegetal &eacute; semelhante a c&eacute;lula animal mas cont&eacute;m algumas peculiaridades como a parede celular e os cloroplastos. Est&aacute; dividida em: Componentes protoplasm&aacute;ticos que s&atilde;o um composto de organelas celulares e outras estruturas que sejam ativas no metabolismo celular. Inclui o n&uacute;cleo, ret&iacute;culo endoplasm&aacute;tico, citoplasma, ribossomos, complexo de golgi, mitoc&ocirc;ndrias, lisossomos e plastos e Componentes n&atilde;o protoplasm&aacute;ticos s&atilde;o os res&iacute;duos do metabolismo celular ou subst&acirc;ncias de armazenamento. Inclui vac&uacute;olos, parede celular e subst&acirc;ncias erg&aacute;stricas.</p>
<p>* C&eacute;lulas Animais (sem cloroplastos e sem parede celular; v&aacute;rios pequenos vac&uacute;olos)</p>
<p>C&eacute;lula animal &eacute; uma c&eacute;lula que se pode encontrar nos animais e que se distingue da c&eacute;lula vegetal pela aus&ecirc;ncia de parede celular e de plastos.Possui flagelo, o que n&atilde;o &eacute; comum nas c&eacute;lulas vegetais.</p> ]]></description>
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<title>O que são os direitos Humanos?</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/direitos-humanos/o-que-s%C3%A3o-os-direitos-humanos.html</link>
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<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 18:10:37 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Os Direitos Humanos s&atilde;o um conjunto de leis, vantagens e prerrogativas que devem ser reconhecidas como ess&ecirc;ncias pelo indiv&iacute;duo para que este possa ter uma vida digna, ou seja, que n&atilde;o seja inferior ou superior aos outros porque &eacute; de um sexo diferente, porque pertencem a uma etnia diferente, ou religi&atilde;o, ou at&eacute; mesmo por pertencerem a um determinado grupo social. </strong>S&atilde;o importantes para que se tenha uma conviv&ecirc;ncia em paz.<br /><br />S&atilde;o tamb&eacute;m um conjunto de regras pelas quais n&atilde;o s&oacute; o Estado deve seguir e respeitar, como tamb&eacute;m todos os cidad&atilde;os a ele pertencentes.<br /><br />A fun&ccedil;&atilde;o dos Direitos Humanos &eacute; proteger os indiv&iacute;duos das arbitrariedades, do autoritarismo, da prepot&ecirc;ncia e dos abusos de poder. Eles representam a liberdade dos seres humanos, e o seu nascimento est&aacute; ligado ao individualismo das sociedades que se foi criando ao longo dos tempos, e por consequ&ecirc;ncia levou &aacute; necessidade de limitar o poder do Estado sobre os indiv&iacute;duos, fazendo com que o respeitasse e aos seus interesses. Desta formas est&atilde;o associados a uma ideia de civiliza&ccedil;&atilde;o, de democracia, que em conjunto reflectem uma ideia de igualdade e de dignidade para todos os seres humanos.<br /><br />A Hist&oacute;ria dos Direitos Humanos j&aacute; vem desde h&aacute; algum tempo, pois eles come&ccedil;aram e ter alguma import&acirc;ncia no final do S&eacute;c. XVIII, pelos fil&oacute;sofos Hobbes e Locke e depois mais tarde por Montesquieu, Voltaire e Rousseau. Estes fil&oacute;sofos cimentaram a exist&ecirc;ncia de direitos naturais inalien&aacute;veis, tais como a exist&ecirc;ncia, a liberdade, a posse de bens, e deram uma nova concep&ccedil;&atilde;o de obedi&ecirc;ncia, limitando desta maneira a dom&iacute;nio do Estado. A partir da&iacute;, os direitos humanos come&ccedil;aram a evoluir a come&ccedil;aram tamb&eacute;m a ter uma carga diferente nos programas dos governos e passaram a traduzir-se em declara&ccedil;&otilde;es dos direitos fundamentais comuns a toda a Humanidade. Existem diversos valores desses direitos particulares, individuais, naturais, inalien&aacute;veis e intransfer&iacute;veis, que ainda hoje est&atilde;o longe de ser adquiridos por todos os seres humanos.<br /><br />Uma das grandes refer&ecirc;ncias de todas as constitui&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas dos estados liberais &eacute; o articulado da Declara&ccedil;&atilde;o dos Direitos do Homem e do Cidad&atilde;o de 1789, que deu uma influencia ao garantir a liberdade pessoal, a igualdade em direitos, a propriedade, a seguran&ccedil;a e a resist&ecirc;ncia &agrave; opress&atilde;o.<br /><br />Valores como a dignidade humana, a igualdade perante a lei, a liberdade de pensamento, e de um governo democr&aacute;tico s&atilde;o hoje considerados os princ&iacute;pios b&aacute;sicos da &eacute;tica pol&iacute;tica e social, pois estes valores, de origem judaico-crist&atilde;, representam os ideais pol&iacute;tico-j&uacute;ridicos e filos&oacute;ficos duma sociedade que se est&aacute; a transformar e a transformar o mundo.<br /><br />A II Guerra Mundial foi um acontecimento at&eacute; o qual muitos dos direitos Humanos n&atilde;o foram respeitados, e foi quando houve, como que uma revolta para que esses direitos fossem aplicados a todos os indiv&iacute;duos a quem n&atilde;o tinham sido aplicados at&eacute; ent&atilde;o. Ap&oacute;s este acontecimento foi criada uma declara&ccedil;&atilde;o (Declara&ccedil;&atilde;o Universal dos Direitos do Homem) que visa estabelecer a paz entre as na&ccedil;&otilde;es e o consenso entre os povos.<br /><br />H&aacute; quem se refira a esta declara&ccedil;&atilde;o como a maior prova dada at&eacute; hoje do consenso entre os povos, como por exemplo Norberto Bobio.<br /><br />Ele argumenta que desde que a declara&ccedil;&atilde;o acima referida foi aprovada em quarenta e oito estados, foi considerada como inspira&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&atilde;o para o crescimento da comunidade internacional, com o objectivo de tornar a comunidade num Estado, e de tornar tamb&eacute;m os indiv&iacute;duos livres e iguais, o que representa um facto novo na hist&oacute;ria, pois, pelas primeira vez, um sistema de princ&iacute;pios fundamentais da conduta humana foi livremente aceite pelas maioria dos habitantes da Terra e &eacute; universal pois a sua validade e a sua capacidade para comandar o futuro dos Homens foi expressamente declarado.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que são direitos humanos das mulheres?</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/direitos-humanos/o-que-s%C3%A3o-direitos-humanos-das-mulheres.html</link>
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<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 18:08:46 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p class="spip"><strong><small>Ter os direitos garantidos por lei basta para que as mulheres sejam respeitadas? Situa&ccedil;&otilde;es comuns do cotidiano como viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica, ass&eacute;dio sexual, discrimina&ccedil;&atilde;o e remunera&ccedil;&atilde;o desigual no mercado de trabalho mostram que colocar essas conquistas em pr&aacute;tica &eacute; uma outra hist&oacute;ria. Para discutir o tema, a Editora Brasiliense lan&ccedil;a O que s&atilde;o direitos humanos das mulheres, escrito pela ativista Maria Am&eacute;lia de Almeida Teles.</small></strong><span></span></p>
<p class="spip"><small>Se tudo correr bem, sem interrup&ccedil;&otilde;es ou retrocessos nas a&ccedil;&otilde;es j&aacute; iniciadas, haver&aacute; igualdade entre homens e mulheres em 2490. A previs&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas assusta, como assustam ainda mais os resultados da pesquisa da Funda&ccedil;&atilde;o Perseu Abramo. A cada 15 segundos, uma mulher &eacute; espancada no Brasil. Seguindo o c&aacute;lculo, seriam quatro por minutos, 243 por hora, 5.800 por dia, 175 mil por m&ecirc;s e 2,1 milh&otilde;es a cada ano. Esses e outros dados, al&eacute;m de todo o hist&oacute;rico dos movimentos pelos direitos da mulher, est&atilde;o no livro O que s&atilde;o direitos humanos das mulheres, que Maria Am&eacute;lia de Almeida Teles lan&ccedil;a pela Cole&ccedil;&atilde;o Primeiros Passos, da Editora Brasiliense, na pr&oacute;xima quinta-feira, dia 30 de novembro, na Livraria da Vila, &agrave; rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena, em S&atilde;o Paulo.</small></p>
<p class="spip"><small>O lan&ccedil;amento ocorre justamente quando a sociedade repensa os resultados j&aacute; alcan&ccedil;ados depois de anos de luta por conta do Dia Internacional pela Elimina&ccedil;&atilde;o da Viol&ecirc;ncia contra a Mulher, comemorado no dia 25 de novembro, e do Dia Internacional dos Direitos Humanos, no dia 10 de dezembro.</small></p>
<p class="spip"><small>Ativista dos movimentos feministas e de direitos humanos desde a d&eacute;cada de 70, a autora acredita que o fato de ter sido v&iacute;tima de viol&ecirc;ncia durante a ditadura militar foi um dos motivos que a levou a se engajar na luta. &ldquo;Senti na pele e, ent&atilde;o, aprofundar esse tema de direitos humanos e estudar os instrumentos de defesa desses direitos se fez necess&aacute;rio&rdquo;, conta Amelinha Teles, presa pol&iacute;tica e torturada na cadeia entre 1972 e 1973.</small></p>
<p class="spip"><small>Para a autora, tratar do tema dos direitos humanos das mulheres recuperando conceitos hist&oacute;ricos e as lutas pol&iacute;ticas j&aacute; travadas em torno deles &eacute; uma necessidade que se imp&otilde;e para a continuidade da luta e para enfim efetiv&aacute;-los. Por isso, Amelinha Teles apresenta, de uma forma clara e did&aacute;tica conceitos e significados; explica o que &eacute; g&ecirc;nero; aponta exemplos cotidianos de viola&ccedil;&atilde;o dos direitos humanos das mulheres; conta as experi&ecirc;ncias de sucesso para implementa&ccedil;&atilde;o dos direitos e mostra os desafios para que a igualdade de direitos, a dignidade e a justi&ccedil;a se efetivem.</small></p>
<p class="spip"><small>Amelinha parte dos tempos medievais, quando homens compravam suas esposas e tinham o poder de mat&aacute;-las em caso de adult&eacute;rios; passa pela escravid&atilde;o brasileira e de outros pa&iacute;ses com os estupros por parte dos senhores escravocratas; chega &agrave;s ondas feministas que come&ccedil;aram para garantir igualdade de direitos como o voto, a educa&ccedil;&atilde;o, o trabalho entre outros para mostrar o que esse sempre foi um segmento historicamente exclu&iacute;do, mas que batalha por seu espa&ccedil;o.</small></p>
<p class="spip"><small>Viol&ecirc;ncia contra a mulher no Brasil e no mundo Mulheres de todo o mundo sofrem discrimina&ccedil;&atilde;o e t&ecirc;m seus direitos violados. De acordo com Amelinha Teles, a viol&ecirc;ncia contra a mulher &eacute; o fen&ocirc;meno mais democraticamente distribu&iacute;do na sociedade porque atinge todos os continentes, classes sociais e grupos &eacute;tnico-raciais. E a maior parte dessas agress&otilde;es parte de homens que convivem ou conviveram com as v&iacute;timas. Segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS), quase metade das mulheres assassinadas s&atilde;o mortas pelo marido ou namorado, atual ou ex, representando aproximadamente 7% de todas as mortes de mulheres de 15 a 44 anos no mundo todo.</small></p>
<p class="spip"><small>No livro, a pesquisadora enumera e explica os tipos de viol&ecirc;ncia (sexual, conjugal, patrimonial, sexista e psicol&oacute;gica) e aponta outros dados que demonstram que a viol&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; exclusiva de pa&iacute;ses pobres. Estima-se que uma em cada quatro mulheres ser&aacute; v&iacute;tima de viol&ecirc;ncia em algum momento da vida. Nos Estados Unidos, a cada ano, um milh&atilde;o de mulheres sofre viol&ecirc;ncias t&atilde;o graves que acabam procurando socorro m&eacute;dico. Na Argentina, estima-se que ocorram 6 mil estupros por ano, sendo que 300 chegam &agrave; Justi&ccedil;a e menos de 10% dos criminosos s&atilde;o condenados.</small></p>
<p class="spip"><small>Em nome da tradi&ccedil;&atilde;o e cultura, mais de 100 milh&otilde;es de mulheres de 26 pa&iacute;ses africanos t&ecirc;m os &oacute;rg&atilde;os sexuais mutilados. S&atilde;o cerca de 2 milh&otilde;es de mutila&ccedil;&otilde;es ao ano. A palavra da mulher vale um ter&ccedil;o da palavra do homem nos tribunais paquistaneses. A Anistia Internacional calcula que cerca de 5 mil mulheres s&atilde;o mortas anualmente na &Iacute;ndia em disputas familiares por dotes de noivas.</small></p>
<p class="spip"><small>Na Gr&atilde;-Bretanha, cerca de 4,6 milh&otilde;es de mulheres t&ecirc;m renda inferior a 40 d&oacute;lares por semana, enquanto 400 mil homens est&atilde;o nessa situa&ccedil;&atilde;o. As russas ganham em m&eacute;dia 50% do sal&aacute;rio dos homens e s&atilde;o as primeiras a serem demitidas quando se precisa cortar a folha de pagamento. No Jap&atilde;o, esse percentual &eacute; de 60% e elas ainda devem ser primorosas em casa.</small></p>
<p class="spip"><small>Vit&oacute;rias, enfim</small></p>
<p class="spip"><small>O que s&atilde;o direitos humanos das mulheres mostra que apesar de arbitrariedades que ainda ocorrem em todo o mundo, h&aacute; avan&ccedil;os e vit&oacute;rias gra&ccedil;as aos movimentos pelos direitos humanos da mulher.</small></p>
<p class="spip"><small>Das reivindica&ccedil;&otilde;es dos ativistas durante o processo constituinte (1987 e 1988), 80% foram absorvidas pela Carta Constitucional, promulgada em 5 de outubro de 1988. Com isso, o Estado foi obrigado a criar mecanismos para coibir a viol&ecirc;ncia no &acirc;mbito da fam&iacute;lia e oferecer recursos educacionais e cient&iacute;ficos para garantir o planejamento familiar. Amelinha cita ainda a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, o C&oacute;digo de Defesa do Consumidor e o Estatuto da Crian&ccedil;a e do Adolescente.</small></p>
<p class="spip"><small>De um fato que n&atilde;o gera orgulho, uma outra comemora&ccedil;&atilde;o. Em 2001, a Organiza&ccedil;&atilde;o dos Estados Americanos (OEA), atrav&eacute;s da Comiss&atilde;o Interamericana de Direitos Humanos, responsabilizou o Brasil pela toler&acirc;ncia e omiss&atilde;o sistem&aacute;tica em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; viol&ecirc;ncia contra a mulher. Isso porque 18 anos depois, o ex-marido de Maria da Penha, que em tentativa de homic&iacute;dio deixou-a tetrapl&eacute;gica, n&atilde;o havia sido punido. Em agosto deste ano, o pa&iacute;s promulgou a Lei n&deg; 11340 (Lei Maria da Penha) criando mecanismos para coibir a viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica e familiar contra a mulher.</small></p>
<p class="spip"><small>Em S&atilde;o Paulo, a C&acirc;mara Municipal aprovou a Lei 13.150, sancionada em junho de 2001, que introduz o quesito viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero (e outros tipos de viol&ecirc;ncia) no Sistema Municipal de Informa&ccedil;&otilde;es sobre a Sa&uacute;de. E a Lei 10.778, de novembro de 2003, definiu a notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria da viol&ecirc;ncia contra a mulher nos servi&ccedil;os de sa&uacute;de p&uacute;blica em todo o territ&oacute;rio nacional.</small></p>
<p class="spip"><small>Falta, ainda, que as v&iacute;timas de viol&ecirc;ncia denunciem seus agressores e que eles sejam punidos para que deslocamentos de retina ou bra&ccedil;os quebrados n&atilde;o sejam mais tratados nos hospitais e pelas pr&oacute;prias v&iacute;timas como acidentes corriqueiros.</small></p>
<p class="spip"><small>Sobre a autora Maria Am&eacute;lia de Almeida Teles &eacute; ativista dos movimentos feminista e de direitos humanos desde os anos 1970. Ela mesma j&aacute; foi v&iacute;tima de tortura quando foi presa pol&iacute;tica em S&atilde;o Paulo (1972/1973) com toda a fam&iacute;lia: filhos pequenos, o marido e a irm&atilde;, &agrave; &eacute;poca gr&aacute;vida de 7 meses, cujo filho nasceu na pris&atilde;o. Al&eacute;m do O que s&atilde;o direitos humanos das mulheres, escreveu Breve Hist&oacute;ria do Feminismo no Brasil (Brasiliense, 1993) e O que &eacute; viol&ecirc;ncia contra a mulher, em parceria com M&ocirc;nica de Melo, pela Cole&ccedil;&atilde;o Primeiros Passos (Brasiliense, 2002).</small></p>
<p class="spip"><small> Pertenceu &agrave; equipe do Jornal Brasil Mulher e &agrave; coordena&ccedil;&atilde;o dos tr&ecirc;s Congressos Paulistas de Mulheres. Fez parte do Comit&ecirc; Brasileiro pela Anistia. Trabalhou, de 1983 a 1987, no Conselho Estadual da Condi&ccedil;&atilde;o Feminina, primeiro &oacute;rg&atilde;o governamental criado para elaborar e implementar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para as mulheres. Inicialmente, como coordenadora da Comiss&atilde;o de Creche, cujo principal trabalho foi a pesquisa pioneira: &ldquo;Creches e Ber&ccedil;&aacute;rios nas Empresas Paulistas&rdquo;. Em 1986/1987, coordenou a Comiss&atilde;o de Constituinte que desenvolveu a Campanha: &ldquo;Alerta Mulher para a Constituinte&rdquo;. Integrou a equipe organizadora do 10&ordm; Encontro Nacional Feminista (S. Paulo, 1989).</small></p>
<p class="spip"><small>Em 1990, foi nomeada pela Prefeita Lu&iacute;za Erundina para a Comiss&atilde;o Especial de Investiga&ccedil;&atilde;o das Ossadas Encontradas em Perus, que teve como principal atividade a localiza&ccedil;&atilde;o de desaparecidos pol&iacute;ticos do regime militar. Pertence &agrave; Comiss&atilde;o dos Familiares dos Mortos e Desaparecidos Pol&iacute;ticos e foi uma das respons&aacute;veis pela elabora&ccedil;&atilde;o e edi&ccedil;&atilde;o do Dossi&ecirc; dos Mortos e Desaparecidos Pol&iacute;ticos. Esse dossi&ecirc; constituiu o documento b&aacute;sico para a elabora&ccedil;&atilde;o, promulga&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o da Lei 9.140/95, conhecida como Lei dos Desaparecidos Pol&iacute;ticos.</small></p>
<p class="spip"><small>Coordenou o Projeto da Uni&atilde;o de Mulheres de S&atilde;o Paulo para a implanta&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de atendimento aos casos de viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica no Hospital P&eacute;rola Byington. Atualmente, coordena o Projeto de Promotoras Legais Populares, desenvolvido pela Uni&atilde;o de Mulheres de S&atilde;o Paulo, em parceria com o Instituto Brasileiro de Advocacia P&uacute;blica e o Movimento do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Democr&aacute;tico.</small></p>
<p class="spip"><small>Fez parte da Assessoria da Comiss&atilde;o de Direitos Humanos da C&acirc;mara Municipal de S&atilde;o Paulo (1997 - 2002). Faz parte da Comiss&atilde;o Especial da Lei 10.726/2001, que visa a indenizar os ex-presos pol&iacute;ticos torturados.</small></p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que são os Jogos Paralimpicos?</title>
<link>http://oquee.org/desporto/o-que-s%C3%A3o-os-jogos-paralimpicos.html</link>
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<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 18:01:44 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Os Jogos Paraol&iacute;mpicos s&atilde;o o equivalente aos Jogos Ol&iacute;mpicos</strong>, com provas restritas a atletas com defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, visuais ou mentais.</p>
<p>Os Jogos Paralimpicos s&atilde;o considerados o segundo maior evento desportivo a n&iacute;vel mundial, logo a seguir aos Jogos Ol&iacute;mpicos, pelo n&uacute;mero de dias de competi&ccedil;&atilde;o, pelo n&uacute;mero de desportos que envolve, pelo n&uacute;mero de pa&iacute;ses presentes, tamb&eacute;m pelo n&uacute;mero de participantes e elementos da organiza&ccedil;&atilde;o que implica.<span></span></p>
<p>Em 1948, Sir Ludwig Guttmann organizou uma competi&ccedil;&atilde;o envolvendo veteranos da II Guerra Mundial com les&otilde;es na medula; Em 1952 juntaram-se a esses jogos competidores dos Pa&iacute;ses Baixos, desse modo internacionalizando o evento.</p>
<p>Os Jogos Paralimpicos a semelhan&ccedil;a dos Ol&iacute;mpicos s&atilde;o o culminar de um Ciclo de quatro anos no desporto para deficientes, em que todos os continentes representados por cerca de 125 pa&iacute;ses p&otilde;em a prova o n&iacute;vel de excel&ecirc;ncia da pr&aacute;tica desportiva dos seus atletas, num espect&aacute;culo desportivo com uma assist&ecirc;ncia de n&iacute;vel mundial, reflecte ainda o investimento efectuado pelo pa&iacute;s n&atilde;o s&oacute; no campo t&eacute;cnico, cient&iacute;fico e tecnol&oacute;gico, mas tamb&eacute;m &eacute; o corol&aacute;rio das medidas e iniciativas em favor das pessoas portadoras de uma ou mais formas de defici&ecirc;ncia.</p>
<p>Os primeiros jogos para atletas com defici&ecirc;ncias organizados &agrave; imagem dos Jogos Ol&iacute;mpicos realizaram-se em Roma, em 1960, e ficaram conhecidos como Jogos Paral&iacute;mpicos. Os primeiros Jogos Paral&iacute;mpicos de Inverno realizaram-se em &Ouml;rnsk&ouml;ldsvik, na Su&eacute;cia, em 1976.</p>
<p>A partir de 19 de Junho de 2001, foi assinado um acordo entre o Comit&eacute; Ol&iacute;mpico Internacional e o Comit&eacute; Paral&iacute;mpico Internacional que determina que os Jogos Paral&iacute;mpicos ser&atilde;o realizados em paralelo com os Jogos Ol&iacute;mpicos.</p>
<p>O logotipo do CPI apresenta tr&ecirc;s Tae-Geuks, um vermelho, outro azul e outro verde. Os tr&ecirc;s Tae-Geuks simbolizam os principais atributos do ser humano: Mente, Corpo e Esp&iacute;rito. Do mesmo modo, &ldquo;Mente, Corpo, Esp&iacute;rito&rdquo; foi adoptado como lema do CPI.</p>
<p>Os &uacute;ltimos Jogos Paral&iacute;mpicos foram os IX Jogos Paral&iacute;mpicos de Inverno, realizados em Turim, na It&aacute;lia, entre 10 de Mar&ccedil;o e 19 de Mar&ccedil;o de 2006.</p>
<p>Portugal teve a sua primeira estreia em 1972, duma forma regular tem participado desde de 1984 com resultados honrosos que dignificam o nosso pa&iacute;s e o desporto nacional, promovem a pr&aacute;tica desportiva para os cidad&atilde;os portadores de defici&ecirc;ncia e contribui para a informa&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o sobre a defici&ecirc;ncia.</p>
<p>A constitui&ccedil;&atilde;o de uma Comiss&atilde;o, nomeadamente da Comiss&atilde;o Paralimpica Sydney 2000, tem por finalidade garantir uma representa&ccedil;&atilde;o com qualidade, dignidade, dar cumprimento disposto no Regulamento da Miss&atilde;o Portuguesa aos Jogos Paralimpicos de Sydney 2000 e visa ainda a informa&ccedil;&atilde;o e sensibiliza&ccedil;&atilde;o sobre a defici&ecirc;ncia em geral e em particular promover e desenvolver o desporto para deficientes no pa&iacute;s.</p>
<p>A FPDD tem, desde de 1993, acompanhado quer o processo de candidaturas dos Jogos de 2000 quer o desenvolvimento da organiza&ccedil;&atilde;o dos Jogos de Sydney, deste modo, a nomea&ccedil;&atilde;o do Chefe de Miss&atilde;o e a constitui&ccedil;&atilde;o de uma Comiss&atilde;o, tem por objectivos garantir uma prepara&ccedil;&atilde;o cuidada da participa&ccedil;&atilde;o portuguesa em Sydney 2000.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que são os Jogos Olímpicos?</title>
<link>http://oquee.org/desporto/o-que-s%C3%A3o-os-jogos-ol%C3%ADmpicos.html</link>
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<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 17:59:28 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Os Jogos Ol&iacute;mpicos comp&otilde;em um evento desportivo que ocorre a cada quatro anos, e que re&uacute;ne atletas de quase todos os pa&iacute;ses do mundo, para competirem em v&aacute;rias categorias de Jogos Ol&iacute;mpicos como, por exemplo, o Atletismo, Nata&ccedil;&atilde;o ou a Gin&aacute;stica. Aos tr&ecirc;s primeiros classificados de cada prova, s&atilde;o atribu&iacute;das medalhas de ouro Jogos Ol&iacute;mpicos (primeiro classificado), prata (segundo classificado) e bronze (terceiro classificado). O per&iacute;odo decorrido entre duas edi&ccedil;&otilde;es dos Jogos Ol&iacute;mpicos chama-se Olimp&iacute;ada.</p>
<p>Os primeiros Jogos Ol&iacute;mpicos realizavam-se na Gr&eacute;cia Antiga, h&aacute; mais de 2.700 a.C, como uma importante celebra&ccedil;&atilde;o e tributo aos deuses; mas com a emerg&ecirc;ncia do cristianismo no Imp&eacute;rio Romano e suas ideologias, os cultos pag&atilde;os e tudo a eles inerente, come&ccedil;aram a ser exterminados e, entre 393 e 394, o imperador Teod&oacute;sio I termina com os Jogos Ol&iacute;mpicos de origem grega. <span></span></p>
<p>Os jogos ol&iacute;mpicos remontam ao per&iacute;odo da Gr&eacute;cia antiga, onde faziam parte dos festivais religiosos. Embora existissem muitos festivais deste tipo , apenas quatro ( os jogos&nbsp; Pan - Hel&eacute;nicos), ultrapassavam um car&aacute;cter local e eram abertos a participantes de todas as regi&otilde;es e col&oacute;nias gregas. Os jogos assumiam o nome dos locais que, de quatro em quatro anos, os acolhia: P&iacute;ticos; Nemeus; &Iacute;stmicos ou Ol&iacute;mpicos.</p>
<p>Por&eacute;m, em 1896, um aristocrata franc&ecirc;s, Bar&atilde;o de Coubertin, recuperou os Jogos Ol&iacute;mpicos tentando reavivar o esp&iacute;rito das primeiras Olimp&iacute;adas, que passaram a ser realizadas de quatro em quatro anos desde ent&atilde;o (como a tradi&ccedil;&atilde;o grega), tendo sido interrompidos apenas pelas duas Grandes Guerras Mundiais.</p>
<p>Os jogos ol&iacute;mpicos , na Antiguidade Cl&aacute;ssica, inclu&iacute;am uma enorme variedade de eventos desportivos. Muitos destes s&atilde;o os antecessores dos jogos ol&iacute;mpicos modernos . Os jogos ol&iacute;mpicos da Antiguidade, eram os seguintes:</p>
<p>- Box<br /> - Luta Livre&nbsp; ( os combates s&atilde;o brutais e n&atilde;o se tomam precau&ccedil;&otilde;es para evitar os ferimentos)<br /> - Lan&ccedil;amento de Disco ( de pedra polida ou metal)<br /> - Remo<br /> - Pentatlo (compreende cinco provas: dardo, disco, salto em comprimento, luta e corrida)<br /> - Salto<br /> - Corrida&nbsp; ( os concorrentes, sem sapatos e com o corpo untado, tomam lugar numa linha de partida de pedra<br /> - Pankration&nbsp; (luta similar ao boxe, s&atilde;o permitidos todos os golpes, incluindo o estrangulamento)<br /> - Corridas Equestres&nbsp; (nestas corridas n&atilde;o h&aacute; obst&aacute;culos, o cavaleiro apeia-se e conduz o cavalo &agrave; meta)<br /> - Corrida de mensageiros e Trompeteiros.</p>
<p>No ano 391 da nossa era, o imperador romano Teod&oacute;sio I, proibiu por decreto todos os cultos pag&atilde;os que incluiam jogos ol&iacute;mpicos, o que significava o fim provis&oacute;rio&nbsp; do movimento ol&iacute;mpico.</p>
<p>Em 426, o imperador romano Teod&oacute;sio II, mandou queimar o Templo de Zeus e mais alguns edif&iacute;cios. Pode ter sido este o &uacute;ltimo ano em que os Jogos Ol&iacute;mpicos da Antiguidade&nbsp; se realizaram.<br /> O fim dos jogos ol&iacute;mpicos foi v&aacute;rias vezes vaticinado, perante crises pol&iacute;ticas, no entanto a ideia ol&iacute;mpica resistiu &agrave;s duas guerras mundiais, bem como &agrave;s&nbsp; &eacute;pocas de transforma&ccedil;&otilde;es, a golpes de estado e a revolu&ccedil;&otilde;es - evidentemente, quase sempre sob diferentes condi&ccedil;&otilde;es exteriores e considera&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas.</p>
<p>Inicialmente, os Jogos Ol&iacute;mpicos eram disputados apenas por atletas amadores. Entretanto, no fim do s&eacute;culo XX, a competi&ccedil;&atilde;o foi aberta a atletas profissionais.</p>
<p>Dada a import&acirc;ncia e a visibilidade dos Jogos Ol&iacute;mpicos para o mundo, estes t&ecirc;m tamb&eacute;m, nos &uacute;ltimos anos, sido usados como espa&ccedil;o para confrontos pol&iacute;ticos e reivindica&ccedil;&otilde;es, de que s&atilde;o os piores exemplos o massacre de Munique em 1972, em que membros da comitiva israelense foram feitos ref&eacute;ns por extremistas palestinos (ou palestinianos) e os boicotes durante a Guerra Fria, aos Jogos Ol&iacute;mpicos de 1980 e 1984, pelo bloco de pa&iacute;ses sovi&eacute;ticos e pelos Estados Unidos, respectivamente, e tamb&eacute;m o atentado &agrave; bomba ocorrido em Atlanta em 1996.</p>
<p>No entanto, num exemplo de aproxima&ccedil;&atilde;o e reconcilia&ccedil;&atilde;o entre os povos, de que os Jogos Ol&iacute;mpicos pretendem ser s&iacute;mbolo, a Cor&eacute;ia do Norte e a Cor&eacute;ia do Sul, participaram nos Jogos Ol&iacute;mpicos de Sydney em 2000 e de Atenas em 2004 desfilaram nas cerim&ocirc;nias sob uma &uacute;nica bandeira e h&aacute; negocia&ccedil;&otilde;es em estado avan&ccedil;ado que as duas participem a partir de 2008 em uma &uacute;nica delega&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A bandeira ol&iacute;mpica - toda branca, com os cinco an&eacute;is entrela&ccedil;ados - foi idealizada pelo Bar&atilde;o de Coubertin, em 1913. A primeira bandeira, de 3mX2m, foi costurada na loja Bon March&eacute;, em Paris. Ela fez sua apari&ccedil;&atilde;o oficial no ano seguinte. Mas s&oacute; seria hasteada num est&aacute;dio na Ol&iacute;mpiada de 1920.</p>
<p>Os an&eacute;is representam os continentes (azul, Europa; amarelo, &Aacute;sia; preto, &Aacute;frica; verde, Oceania; e vermelho, America). Com as cinco cores podem ser compostas todas as bandeiras do mundo. Ao criar o s&iacute;mbolo dos jogos, as cidades devem usar os an&eacute;is misturados a outros elementos.</p>
<p>A bandeira traz tamb&eacute;m o lema ol&iacute;mpico &ldquo;Citius, Altius,Fortius&rdquo; (Mais r&aacute;pido, mais alto, mais forte), idealizado por um monge franc&ecirc;s chamado Didon , amigo do Bar&atilde;o de Coubertin, em 1890.</p>
<p>Os Jogos Ol&iacute;mpicos de Inverno s&atilde;o os Jogos Ol&iacute;mpicos que re&uacute;nem as provas desportivas executadas no gelo ou na neve, sendo um dos eventos mais importantes do mundo, assim como os Jogos Ol&iacute;mpicos de Ver&atilde;o. Os Jogos Ol&iacute;mpicos de Inverno se realizam a cada quatro anos.</p>
<p>Os Jogos de Inverno nasceram em 1924 chamado de Semana Internacional de Desportos de Inverno realizado na cidade de Chamonix, na Fran&ccedil;a. Esta semana provou um grande sucesso, e em 1925 o COI decidiu criar, separadamente, os Jogos Ol&iacute;mpicos de Inverno, n&atilde;o ligados &agrave;s Olimp&iacute;adas de Ver&atilde;o. Posteriormente, o Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Internacional reconheceu o evento em 1926, tornando a Semana de 1924 os primeiros Jogos Ol&iacute;mpicos de Inverno.</p>
<p>A partir de ent&atilde;o, os Jogos de Inverno se realizaram a cada quatro anos em conjunto com os Jogos de Ver&atilde;o, at&eacute; os Jogos de Albertville 1992. Em 1986 o COI decidiu realizar as Ol&iacute;mpiadas de Inverno nos anos pares em que n&atilde;o houvesse as Ol&iacute;mpiadas de Ver&atilde;o, come&ccedil;ando pelos Jogos de Lillehammer 1994.</p>
<p>Os jogos de 1940 (em Sapporo no Jap&atilde;o) e 1944 (em Cortina d&rsquo;Ampezzo na It&aacute;lia) foram cancelados em raz&atilde;o da Segunda Guerra Mundial.<br /> Cerim&ocirc;nia de abertura dos Jogos de Turim 2006<br /> Cerim&ocirc;nia de abertura dos Jogos de Turim 2006</p>
<p>A cidade de Turim, em It&aacute;lia, acolheu os Jogos Ol&iacute;mpicos de Inverno de 2006; em 2010 ser&aacute; a vez de Vancouver, no Canad&aacute; e em 2014 de S&oacute;chi, na R&uacute;ssia.</p> ]]></description>
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<item>
<title>O que é a contracepção?</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/o-que-%C3%A9-a-contracep%C3%A7%C3%A3o.html</link>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:33:58 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>A contracep&ccedil;&atilde;o &eacute; uma forma de evitar a gravidez, pois interfere nas fases dos processos que a originam.</strong></p>
<p>&Eacute; importante saber que entre os casais que t&ecirc;m rela&ccedil;&otilde;es coitais de forma regular e n&atilde;o utilizam nenhum m&eacute;todo contraceptivo existem 80% de possibilidades durante o ano de ocorrer uma gravidez. Assim, quando uma gravidez n&atilde;o &eacute; desejada &eacute; importante conhecer todos os m&eacute;todos contraceptivos existentes, bem como as respectivas vantagens e inconvenientes. O desej&aacute;vel &eacute; que cada pessoa utilize o m&eacute;todo contraceptivo mais adequado ao seu caso.<span></span></p>
<p><strong> Com que idade deve come&ccedil;ar o uso dos contraceptivos?</strong></p>
<p>N&atilde;o podemos falar de uma idade determinada, da mesma maneira que tamb&eacute;m n&atilde;o existe uma idade para o in&iacute;cio das rela&ccedil;&otilde;es coitais.</p>
<p>O que devemos saber &eacute; que uma &uacute;nica rela&ccedil;&atilde;o coital pode produzir uma gravidez se n&atilde;o utilizarmos nenhum m&eacute;todo contraceptivo. Portanto, &eacute; necess&aacute;rio usar uma contracep&ccedil;&atilde;o segura desde a primeira rela&ccedil;&atilde;o coital, a n&atilde;o ser que desejemos ter uma crian&ccedil;a.<br /> No entanto, existem muitos factores a ter em conta para decidir qual o m&eacute;todo contraceptivo mais adequado. A frequ&ecirc;ncia das rela&ccedil;&otilde;es coitais e a idade s&atilde;o alguns dos factores que &eacute; necess&aacute;rio ter em conta.</p>
<p><strong> Qual o melhor contraceptivo?</strong></p>
<p>N&atilde;o existe nenhum m&eacute;todo contraceptivo perfeito. Todos t&ecirc;m as suas vantagens e inconvenientes. Poder&iacute;amos dizer que o melhor m&eacute;todo &eacute; aquele que melhor responde &agrave;s necessidades de cada pessoa, em determinada fase da sua vida. Como j&aacute; coment&aacute;mos, &eacute; preciso ter em conta factores, tais como a idade, a situa&ccedil;&atilde;o pessoal, o estado de sa&uacute;de, a frequ&ecirc;ncia das rela&ccedil;&otilde;es coitais, a atitude do casal, etc.</p>
<p>Os m&eacute;todos contraceptivos mais vulgares s&atilde;o:</p>
<p>- p&iacute;lula<br /> - dispositivo intra-uterino (d.i.u)<br /> - preservativo<br /> - diafragma<br /> - preservativo feminino<br /> - contracep&ccedil;&atilde;o hormonal inject&aacute;vel<br /> - espermicida<br /> - adesivo contraceptivo<br /> - implantes d&eacute;rmicos<br /> - anel vaginal<br /> - contracep&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia</p>
<p><strong>Outros m&eacute;todos contraceptivos</strong></p>
<p>Os m&eacute;todos de abstin&ecirc;ncia peri&oacute;dica consistem em n&atilde;o ter rela&ccedil;&otilde;es coitais durante os dias f&eacute;rteis da mulher; para isso, deve ter-se em conta o momento da ovula&ccedil;&atilde;o e a capacidade de vida do &oacute;vulo e do espermatoz&oacute;ide.</p>
<p>Existem duas variantes:</p>
<p>- O m&eacute;todo Ogino-Knauss ou o m&eacute;todo do calend&aacute;rio &ndash; consiste em determinar o dia prov&aacute;vel da ovula&ccedil;&atilde;o (logo, os poss&iacute;veis dias f&eacute;rteis e n&atilde;o f&eacute;rteis) a partir da observa&ccedil;&atilde;o do calend&aacute;rio, relacionando-o com o ciclo menstrual. Uma vez feita esta contagem, tem de se subtrair ao ciclo mais curto (18 dias) e ao ciclo mais longo (11 dias). A partir do momento em que estes resultados est&atilde;o encontrados, o intervalo entre ambos, do menor para o maior, indica o espa&ccedil;o de tempo no qual a mulher se encontra no per&iacute;odo mais f&eacute;rtil dos seus ciclos, onde ocorre a ovula&ccedil;&atilde;o e &eacute; mais prov&aacute;vel que aconte&ccedil;a uma gravidez. Por exemplo, imaginemos que uma mulher contabilizou o seu ciclo mais curto com 26 dias e o seu ciclo mais longo com 30 dias. Ent&atilde;o: 26 &ndash; 18 = 8 e 30 &ndash; 11 = 19. Quer isto dizer que os dias mais f&eacute;rteis desta mulher s&atilde;o entre o oitavo e o d&eacute;cimo nono dia do ciclo, dias em que n&atilde;o deve ter rela&ccedil;&otilde;es sexuais ou, querendo-o, ter&aacute; de utilizar um outro m&eacute;todo contraceptivo. Conv&eacute;m n&atilde;o esquecer que o primeiro dia do ciclo &eacute; o primeiro dia em que aparece a menstrua&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>- O m&eacute;todo das temperaturas ou t&eacute;rmico &ndash; consiste em determinar os dias f&eacute;rteis e os dias seguros a partir da observa&ccedil;&atilde;o da temperatura basal. Ao longo do ciclo a temperatura varia aumentando ligeiramente na ovula&ccedil;&atilde;o. A temperatura basal do corpo de um mulher (medida logo ao acordar, sempre &agrave; mesma hora, antes de comer e sem ter feito esfor&ccedil;o muscular tirando a temperatura na boca, no recto ou na vagina, usando sempre o mesmo term&oacute;metro), &eacute; vari&aacute;vel durante o seu ciclo. Assim, a temperatura nos dias entre a ovula&ccedil;&atilde;o e a menstrua&ccedil;&atilde;o seguinte sobe cerca de 2 a 5 d&eacute;cimos de grau. Ent&atilde;o, s&oacute; tr&ecirc;s dias depois desta subida de temperatura ter acontecido, &eacute; que &eacute; menor o risco da mulher engravidar.</p>
<p>N&atilde;o te esque&ccedil;as de uma situa&ccedil;&atilde;o importante, que s&atilde;o as varia&ccedil;&otilde;es de temperatura que o teu corpo pode ter, como por exemplo, no caso de teres febre ou de alterares a tua hora de dormir. N&atilde;o te esque&ccedil;as que para usares este m&eacute;todo como contracep&ccedil;&atilde;o, tal como os dois anteriores, tens de conhecer bem o funcionamento do teu corpo, &eacute; um m&eacute;todo arriscado no que concerne &agrave; contracep&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>- M&eacute;todo Billings ou muco &ndash; o muco cervical (secre&ccedil;&atilde;o do colo uterino) altera-se ao longo do ciclo. A sua rigorosa observa&ccedil;&atilde;o permite determinar os dias seguros e os dias f&eacute;rteis. Na altura da ovula&ccedil;&atilde;o o muco torna-se mais espesso e abundante. O muco &eacute; uma subst&acirc;ncia gelatinosa, produzida pelas gl&acirc;ndulas do c&oacute;lo do &uacute;tero que sofre altera&ccedil;&otilde;es ao longo do ciclo menstrual. Na altura da ovula&ccedil;&atilde;o adquire uma apar&ecirc;ncia de clara de ovo com grande elasticidade (fil&acirc;ncia). Este muco filante facilita a entrada de espermatoz&oacute;ides no &uacute;tero. Se uma mulher quiser utilizar este m&eacute;todo para contracep&ccedil;&atilde;o dever&aacute;, todas as manh&atilde;s, observar se tem muco na vulva e como &eacute; a sua apar&ecirc;ncia. A aprendizagem pode demorar algum tempo, porque pode ser dif&iacute;cil distinguir o muco de s&eacute;men ou algum corrimento. Conv&eacute;m ser acompanhada por um m&eacute;dico ou algu&eacute;m que seja um bom conhecedor deste m&eacute;todo. Para aumentar a efic&aacute;cia contraceptiva deste m&eacute;todo, a mulher / rapariga s&oacute; dever&aacute; ter rela&ccedil;&otilde;es sexuais 3 dias depois da ocorr&ecirc;ncia do ponto m&aacute;ximo de fil&acirc;ncia do muco &eacute; um m&eacute;todo arriscado no que concerne &agrave; contracep&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>M&eacute;todo Sinto-T&eacute;rmico resulta da observa&ccedil;&atilde;o conjunta da temperatura basal, do muco, do calend&aacute;rio e eventuais sintomas que ocorram na altura da ovula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Estes m&eacute;todos oferecem pouca efic&aacute;cia como m&eacute;todos contraceptivos; no entanto, podem utilizar-se no sentido inverso para favorecer a gravidez.</p>
<p><strong>O coito interrompido consiste em retirar o p&eacute;nis da vagina antes da ejacula&ccedil;&atilde;o.</strong></p>
<p>N&atilde;o &eacute; um m&eacute;todo contraceptivo, mas sim uma pr&aacute;tica muito pouco segura que, al&eacute;m de poder dar origem a uma gravidez, provoca ansiedade em ambos os parceiros podendo tamb&eacute;m ser causa de futuros dist&uacute;rbios psicossexuais.</p>
<p>Recordemos tamb&eacute;m que, antes da ejacula&ccedil;&atilde;o se produz uma pequena emiss&atilde;o de l&iacute;quido proveniente das gl&acirc;ndulas de Cowper, n&atilde;o percept&iacute;vel por nenhum dos parceiros, mas que, no entanto, pode conter espermatoz&oacute;ides.</p>
<p>Os m&eacute;todos que vamos referir agora n&atilde;o s&atilde;o m&eacute;todos contraceptivos, mas processos que se t&ecirc;m utilizado erradamente como contraceptivos e que n&atilde;o evitam a gravidez:</p>
<p>- O per&iacute;odo de aleitamento, pois durante este per&iacute;odo pode ter in&iacute;cio a ovula&ccedil;&atilde;o.<br /> - O coito vulgar que consiste em ejacular sobre a vulva sem introduzir o p&eacute;nis na vagina. Este processo &eacute; inficaz pois uma parte do esperma pode penetrar na vagina.<br /> - A lavagem vaginal depois de uma rela&ccedil;&atilde;o coital, pois os espermatoz&oacute;ides deslocam-se com grande rapidez, podendo fecundar um &oacute;vulo. Al&eacute;m disso, este sistema altera o meio natural da vagina.</p>
<p>&Eacute; o que n&atilde;o entra em nenhuma categoria dos anteriores (embora possa ser considerado &ldquo;m&eacute;todo natural&rdquo;), mas que &eacute; usado por muitos casais adultos. Implica um bom conhecimento do corpo e das suas reac&ccedil;&otilde;es face &agrave; sexualidade. Consiste em retirar o p&eacute;nis do interior da vagina quando o homem sente que a ejacula&ccedil;&atilde;o est&aacute; pr&oacute;xima. &Eacute; um m&eacute;todo pouco seguro, dado que os fluidos seminais produzidos antes da ejacula&ccedil;&atilde;o e que t&ecirc;m uma fun&ccedil;&atilde;o lubrificante, j&aacute; podem conter espermatoz&oacute;ides. Para alguns casais, ele pode interferir no processo do prazer e do orgasmo.</p>
<p>N&atilde;o protege das Infec&ccedil;&otilde;es Sexualmente Transmissiveis.</p> ]]></description>
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<item>
<title>O que é necessário saber sobre a pílula anticoncepcional (contracepção)?</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/o-que-%C3%A9-necess%C3%A1rio-saber-sobre-a-p%C3%ADlula-anticoncepcional-contracep%C3%A7%C3%A3o.html</link>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:31:53 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>A <strong>p&iacute;lula </strong>cont&eacute;m hormonas parecidas com as que circulam no sangue da mulher e s&atilde;o elas que v&atilde;o actuar impedindo a ovula&ccedil;&atilde;o e, por isso, a gravidez.</p>
<p>&Eacute; o m&eacute;todo contraceptivo mais eficaz. Se se tomar correctamente &eacute; quase imposs&iacute;vel produzir-se uma gravidez. &Eacute; imprescind&iacute;vel a consulta m&eacute;dica e ginecol&oacute;gica para poder prevenir as contra-indica&ccedil;&otilde;es, os poss&iacute;veis efeitos secund&aacute;rios e escolher o tipo de p&iacute;lula mais adequado.<span></span></p>
<p><strong>O que h&aacute; que ter em conta quando se toma a p&iacute;lula?</strong></p>
<p>&Eacute; importante ter em conta o seguinte:</p>
<p>- Toma-se uma p&iacute;lula di&aacute;ria aproximadamente &agrave; mesma hora.<br /> - Durante a semana de intervalo, entre uma embalagem e outra, persiste a protec&ccedil;&atilde;o contra a gravidez.<br /> - Durante o primeiro m&ecirc;s, &agrave;s vezes &eacute; aconselh&aacute;vel utilizar outro m&eacute;todo contraceptivo.<br /> - A menstrua&ccedil;&atilde;o que se apresenta durante a semana de descanso costuma ter uma intensidade e dura&ccedil;&atilde;o menores.<br /> - Se nos esquecermos de tomar a p&iacute;lula, devemos tom&aacute;-la at&eacute; &agrave;s 12 horas ap&oacute;s o esquecimento. Se n&atilde;o se fizer assim, &eacute; necess&aacute;rio durante esse m&ecirc;s at&eacute; ao in&iacute;cio da pr&oacute;xima embalagem utilizar outro m&eacute;todo contraceptivo.</p>
<p>Os v&oacute;mitos, as diarreias intensas ou determinados medicamentos (por exemplo alguns antibi&oacute;ticos) podem diminuir a efic&aacute;cia da p&iacute;lula.</p> ]]></description>
</item>
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<title>O que é o dispositivo intra-uterino (D.I.U.)?</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/o-que-%C3%A9-o-dispositivo-intra-uterino-d.i.u.html</link>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:29:03 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>O DIU &eacute; um pequeno aparelho que se coloca na cavidade uterina da mulher, por um t&eacute;cnico de sa&uacute;de, com a finalidade de evitar a gravidez.</strong> Existem diferentes tipos de DIU e a sua dura&ccedil;&atilde;o &eacute; vari&aacute;vel. O seu mecanismo de ac&ccedil;&atilde;o depende da interfer&ecirc;ncia com a migra&ccedil;&atilde;o dos espermatoz&oacute;ides, com o transporte do &oacute;vulo e com a fertiliza&ccedil;&atilde;o. Pode estimular ainda uma reac&ccedil;&atilde;o &ldquo;inflamat&oacute;ria&ldquo; no &uacute;tero, que tamb&eacute;m &eacute; contraceptiva.<span></span></p>
<p>O DIU &eacute; um m&eacute;todo muito eficaz, apesar da sua seguran&ccedil;a n&atilde;o ser absoluta. &Eacute; imprescind&iacute;vel a consulta ginecol&oacute;gica para a sua coloca&ccedil;&atilde;o e para a sua extrac&ccedil;&atilde;o. Somente um t&eacute;cnico especializado pode dizer se &eacute; poss&iacute;vel a sua coloca&ccedil;&atilde;o e qual o tipo mais adequado.</p>
<p><strong>Que outros factores &eacute; preciso ter em conta com o DIU?</strong></p>
<p>Devemos ter em conta o seguinte:</p>
<p>- A coloca&ccedil;&atilde;o e extrac&ccedil;&atilde;o do DIU faz-se normalmente durante a menstrua&ccedil;&atilde;o; n&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil e n&atilde;o requer anestesia; a maior parte das vezes tamb&eacute;m n&atilde;o requer analg&eacute;sicos.<br /> - Normalmente a menstrua&ccedil;&atilde;o &eacute; mais abundante.</p>
<p><strong>E como se insere?</strong></p>
<p>&Eacute; colocado por um t&eacute;cnico treinado, logo que seja exclu&iacute;da uma gravidez. &Eacute; eficaz durante 3 a 5 anos. Deve ser sempre vigiado pelo m&eacute;dico e n&atilde;o &eacute; uma primeira escolha para mulheres que nunca tenham tido filhos. &Eacute; um m&eacute;todo muito seguro, mas pode ter alguns efeitos secund&aacute;rios, pois pode agravar as dores menstruais, provocar per&iacute;odos menstruais muito abundantes e pode, por vezes, facilitar o aparecimento de infec&ccedil;&otilde;es intra-uterinas.</p>
<p>NOTA: Para l&aacute; dos DIU com cobre, existem tamb&eacute;m DIU medicados com uma hormona (o Levonorgestrel ).Tem uma dura&ccedil;&atilde;o de 7 anos e a vantagem de diminuir o fluxo menstrual, sendo adequado para mulheres que tenham fluxos abundantes.</p>
<p><strong>Que vantagens tem o DIU?</strong></p>
<p>As mulheres podem contar com uma grande efic&aacute;cia contraceptiva, sem que tenham que associar a contracep&ccedil;&atilde;o a qualquer gesto di&aacute;rio. N&atilde;o interfere com o acto sexual.</p>
<p><strong>E desvantagens?</strong></p>
<p>Para al&eacute;m de poder aumentar as dores durante o per&iacute;odo menstrual e aumentar o seu fluxo, o DIU n&atilde;o protege das infec&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis.</p> ]]></description>
</item>
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<title>O que é o preservativo?</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/o-que-%C3%A9-o-preservativo.html</link>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:27:24 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>O que devemos saber sobre o preservativo?</strong></p>
<p><strong>O preservativo &eacute; uma bolsa de borracha que impede que os espermatoz&oacute;ides penetrem na vagina.</strong></p>
<p>&Eacute; recomend&aacute;vel combinar o preservativo com espermicidas para aumentar a sua efic&aacute;cia. Podem adquirir-se em qualquer farm&aacute;cia sem receita m&eacute;dica, em supermercados, bares e discotecas.<span></span></p>
<p>&Eacute; um m&eacute;todo de f&aacute;cil utiliza&ccedil;&atilde;o e se o usarmos correctamente &eacute; altamente eficaz.</p>
<p><strong>Como se deve utilizar o preservativo?</strong></p>
<p>Devemos ter em conta o seguinte:</p>
<p>- O preservativo deve ser colocado no in&iacute;cio da erec&ccedil;&atilde;o.<br /> - Se n&atilde;o tiver um reservat&oacute;rio na sua extremidade, &eacute; conveniente coloc&aacute;-lo, deixando um espa&ccedil;o na ponta para que a&iacute; se possa depositar o esperma.<br /> - O p&eacute;nis deve ser retirado da vagina ainda erecto, segurando o preservativo pela base, de modo a que o esperma n&atilde;o saia.<br /> - O preservativo utiliza-se apenas uma vez; deve ser deitado no lixo depois de utilizado e n&atilde;o no W.C. pois n&atilde;o &eacute; biodegrad&aacute;vel.</p>
<p><strong>Preservativo Feminino (Femidom)</strong></p>
<p><strong>&Eacute; um preservativo feito de poliuretano,&nbsp; constitu&iacute;do por uma membrana fina e resistente, pr&eacute;-lubrificado nas duas faces e destina-se a ser colocado no interior da vagina. </strong>Mede 17 cm de di&acirc;metro e 8 cm de comprimento, possuindo um anel interior que facilita a sua coloca&ccedil;&atilde;o dentro da vagina e um anel exterior que fica a cobrir a &aacute;rea labial. Pode ser colocado antes da rela&ccedil;&atilde;o sexual e n&atilde;o necessita de ser retirado logo ap&oacute;s o acto.</p>
<p>Uma vez colocado, vai fazer uma barreira que impede a entrada de espermatoz&oacute;ides para o &uacute;tero. &Eacute; um m&eacute;todo contraceptivo bastante eficaz, funcionando tamb&eacute;m como m&eacute;todo preventivo das doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis (IST),incluindo o v&iacute;rus HIV/SIDA. Este m&eacute;todo n&atilde;o est&aacute; actualmente comercializado em Portugal. Mas, em pa&iacute;ses como a Espanha e a Fran&ccedil;a, ele encontra-se dispon&iacute;vel e tamb&eacute;m est&aacute; &agrave; venda nos aeroportos.<br /> O que &eacute; o Diafragma?</p>
<p>&Eacute; uma esp&eacute;cie de tampa de borracha com um anel el&aacute;stico &agrave; volta.</p>
<p>Coloca-se facilmente cobrindo o orif&iacute;cio do colo do &uacute;tero. Impede que os espermatoz&oacute;ides possam encontrar-se com o &oacute;vulo.</p>
<p>A utiliza&ccedil;&atilde;o do diafragma requer o uso combinado de um espermicida para aumentar a sua efic&aacute;cia.</p>
<p>Existem diafragmas de v&aacute;rios tamanhos, sendo necess&aacute;ria a ajuda de pessoal especializado para aprender a coloc&aacute;-lo e para determinar qual o tamanho do diafragma que conv&eacute;m utilizar.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é a contracepção (diafragma)?</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/o-que-%C3%A9-a-contracep%C3%A7%C3%A3o-diafragma.html</link>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:25:19 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>O que h&aacute; que ter em conta quando se utiliza o diafragma?</strong></p>
<p>&Eacute; um dispositivo de borracha que tem um aro flex&iacute;vel e que quando se coloca na vagina impede que os espermatoz&oacute;ides, alcancem o &uacute;tero. &Eacute; um m&eacute;todo contraceptivo que n&atilde;o tem efeitos sist&eacute;micos indesej&aacute;veis.<span></span></p>
<p>Necessita, no entanto, da interven&ccedil;&atilde;o de um m&eacute;dico que avalie a medida correcta do c&oacute;lo do teu &uacute;tero e te ensine e oriente sobre os cuidados a ter. Pode constituir um problema para aquelas mulheres que n&atilde;o t&ecirc;m facilidade em tocar o seu corpo. Por outro lado, a sua seguran&ccedil;a &eacute; relativa. A sua efic&aacute;cia aumenta usando em simult&acirc;neo um espermicida.</p>
<p><strong>O diafragma utiliza-se da seguinte maneira:</strong></p>
<p>- &Eacute; necess&aacute;rio coloc&aacute;-lo uns dez minutos antes da rela&ccedil;&atilde;o coital. S&oacute; deve ser retirado ap&oacute;s 8 horas para evitar que um espermatoz&oacute;ide possa vir a fecundar o &oacute;vulo.<br /> - Se houver rela&ccedil;&otilde;es coitais seguidas dever&aacute; colocar-se mais espermicida sem retirar o diafragma.</p>
<p>Actualmente &eacute; muito dif&iacute;cil encontrar &agrave; venda em Portugal. D&aacute; pouca protec&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s IST.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que são os espermicidas?</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/o-que-s%C3%A3o-os-espermicidas.html</link>
<guid>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/o-que-s%C3%A3o-os-espermicidas.html</guid>
<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:23:57 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>&Eacute; um m&eacute;todo contraceptivo que age qu&iacute;micamente inactivando o esperma.</strong> Existem diversos tipos. Podem ser encontrados em forma de cremes, sprays, geleias, &oacute;vulos e esponjas cervicais.</p>
<p>A sua efic&aacute;cia &eacute; limitada. &Eacute; um m&eacute;todo que serve somente para refor&ccedil;ar a ac&ccedil;&atilde;o de outros: diafragma e preservativo.<span></span></p>
<p>&Eacute; introduzido na entrada do c&oacute;lo do &uacute;tero, e deve ser aplicado 5 a 10 minutos antes do acto sexual genital, excepto as esponjas / tamp&atilde;o contraceptivo que podem ser inseridas horas antes.&nbsp; Se se repetir o coito tamb&eacute;m se dever&aacute; repetir a sua aplica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Os efeitos indesej&aacute;veis conhecidos prendem-se com a possibilidade de causarem alergias. &Eacute; um m&eacute;todo pouco seguro que deve ser usado em combina&ccedil;&atilde;o com outros m&eacute;todos contraceptivos. Tem pouca protec&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s IST.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Contracepção hormonal injectável (injecção trimestral ou semestral)</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/contracep%C3%A7%C3%A3o-hormonal-inject%C3%A1vel-injec%C3%A7%C3%A3o-trimestral-ou-semestral.html</link>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:21:50 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>&Eacute; um m&eacute;todo seguro, que consiste na toma de uma injec&ccedil;&atilde;o que vai actuar com um efeito semelhante ao da p&iacute;lula inibindo a evolu&ccedil;&atilde;o. Cada injec&ccedil;&atilde;o deve ser tomada de 12 em 12 semanas, ou por outro per&iacute;odo que o m&eacute;dico determinar.</p>
<p>A sua efic&aacute;cia &eacute; grande e &eacute; muito utilizado no p&oacute;s-parto imediato. Este m&eacute;todo pode ter alguns inconvenientes como perdas de sangue frequentes ao longo do ciclo e ap&oacute;s v&aacute;rias administra&ccedil;&otilde;es, aus&ecirc;ncia da menstrua&ccedil;&atilde;o. Do mesmo modo que, caso queiras engravidar, tens que esperar que o seu efeito seja anulado. N&atilde;o protege das infec&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é a contracepção do dia seguinte (contracepção de emergência)?</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/o-que-%C3%A9-a-contracep%C3%A7%C3%A3o-do-dia-seguinte-contracep%C3%A7%C3%A3o-de-emerg%C3%AAncia.html</link>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:18:07 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>No caso de algum dos m&eacute;todos falhar, &eacute; importante que saibas que existe um m&eacute;todo dito p&oacute;s-coital (de uso ap&oacute;s uma rela&ccedil;&atilde;o de risco), tamb&eacute;m conhecida como a <strong>&ldquo;p&iacute;lula do dia seguinte&rdquo;</strong>. N&atilde;o &eacute; propriamente um m&eacute;todo contraceptivo, mas sim um recurso dispon&iacute;vel se existir alguma falha na utiliza&ccedil;&atilde;o de um m&eacute;todo contraceptivo e se se verificar a possibilidade de gravidez.<span></span></p>
<p>Assim, por falha de ou inexist&ecirc;ncia de um contraceptivo exterior (rotura do preservativo ou do diafragma) pode-se ir dentro de 24 horas seguintes a um centro de sa&uacute;de ou um centro de atendimento para jovens onde se pode ainda solucionar o problema.</p>
<p>Se for utilizada de forma correcta e apenas pontualmente, em situa&ccedil;&otilde;es especiais, n&atilde;o traz riscos para a tua sa&uacute;de e pode prevenir, com muita efic&aacute;cia, uma gravidez indesejada.</p>
<p>A contracep&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia &eacute; utilizada h&aacute; cerca de 20 anos em muitos pa&iacute;ses do mundo e foi considerada segura para a sa&uacute;de da mulher pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) e por muitas outras Ag&ecirc;ncias Mundiais de Sa&uacute;de.</p>
<p>A contracep&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia est&aacute; dispon&iacute;vel em Portugal, sem receita m&eacute;dica. Se precisares de a utilizar, recorre a um Centro de Atendimento para Jovens, a um Centro de Sa&uacute;de ou a um Gabinete de Apoio &agrave; Sexualidade juvenil do IPJ .</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Penso contraceptivo</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/penso-contraceptivo.html</link>
<guid>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/penso-contraceptivo.html</guid>
<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:15:46 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>O penso contraceptivo&nbsp; &eacute; um contraceptivo que &eacute; um autocolante.</strong> Tem a mesma efic&aacute;cia da p&iacute;lula e o mesmo modo de actua&ccedil;&atilde;o, &eacute; aplicado em cima da pele e n&atilde;o tem a inconveni&ecirc;ncia dos habituais esquecimentos.&nbsp; <span></span></p>
<p>&Eacute; um adesivo que liberta hormonas atrav&eacute;s da pele. Estas entram na corrente sangu&iacute;nea, impedindo a ovula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> Como &eacute; que se usa?</strong></p>
<p>Coloca-se durante tr&ecirc;s semanas consecutivas e, tal como na p&iacute;lula, descansa-se na quarta semana, quando se dar&aacute; a hemorragia de priva&ccedil;&atilde;o. Pode ser colocado e retirado quando se quiser; quando se retira termina a protec&ccedil;&atilde;o contraceptiva e pode haver uma hemorragia. Este adesivo pode ser colocado nas n&aacute;degas, no abd&oacute;men, no dorso superior ou no antebra&ccedil;o. Quanto aos efeitos secund&aacute;rios, s&atilde;o os mesmos que a p&iacute;lula apresenta.</p>
<p>S&oacute; pode ser adquirido mediante prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é a esterilização?</title>
<link>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/o-que-%C3%A9-a-esteriliza%C3%A7%C3%A3o.html</link>
<guid>http://oquee.org/sociedade/controle-familiar/o-que-%C3%A9-a-esteriliza%C3%A7%C3%A3o.html</guid>
<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:11:01 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Esteriliza&ccedil;&atilde;o &eacute; um m&eacute;todo contraceptivo permanente.</strong></p>
<p>- No homem trata-se de uma opera&ccedil;&atilde;o muito simples, chamada vasectomia. &Eacute; uma opera&ccedil;&atilde;o que tem de ser feita por um m&eacute;dico, sem necessitar de hospitaliza&ccedil;&atilde;o (pode mesmo ser realizada num consult&oacute;rio m&eacute;dico, por um urologista ) com utiliza&ccedil;&atilde;o de anestesia local.<span></span></p>
<p>Consiste num corte feito no canal deferente, que &eacute; a via que transporta os espermatoz&oacute;ides. Ent&atilde;o, quando um homem tem rela&ccedil;&otilde;es sexuais e ejacula, esse s&eacute;men n&atilde;o contem espermatoz&oacute;ides, logo n&atilde;o haver&aacute; risco de engravidar a sua parceira.</p>
<p>No entanto, durante os primeiros tr&ecirc;s meses, ap&oacute;s a vasectomia, o homem deve usar outro m&eacute;todo para ter a certeza de que n&atilde;o ficou nenhum espermatoz&oacute;ide no canal. Este m&eacute;todo n&atilde;o afecta o desejo sexual, a erec&ccedil;&atilde;o, a ejacula&ccedil;&atilde;o, o orgasmo: o s&eacute;men que sai &eacute; que n&atilde;o cont&eacute;m espermatoz&oacute;ides.</p>
<p>- Na mulher trata-se de uma opera&ccedil;&atilde;o um pouco mais complexa. Chama-se laquea&ccedil;&atilde;o de trompas. &Eacute; uma opera&ccedil;&atilde;o que tem de ser feita por um m&eacute;dico e que exige algum tempo de hospitaliza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&Eacute; uma opera&ccedil;&atilde;o feita com anestesia local ou geral. Consiste em fazer um bloqueio ou uma laquea&ccedil;&atilde;o das trompas de fal&oacute;pio que impede os espermatoz&oacute;ides de entrarem na zona uterina onde se d&aacute; o encontro com os &oacute;vulos. Uma vez que os ov&aacute;rios e o &uacute;tero n&atilde;o s&atilde;o afectados, o ciclo menstrual ocorre sem altera&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Consiste em obstruir ou seccionar as Trompas de Fal&oacute;pio. Desta maneira impede-se que o &oacute;vulo se encontre com os espermatoz&oacute;ides. O ciclo menstrual n&atilde;o se altera.</p>
<p>Do ponto de vista cir&uacute;rgico a esteriliza&ccedil;&atilde;o oferece um baixo n&iacute;vel de risco. A esteriliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o afecta o comportamento sexual. Podem ocorrer problemas psicol&oacute;gicos se n&atilde;o existir uma informa&ccedil;&atilde;o correcta ou se a decis&atilde;o n&atilde;o tiver sido bem assumida.</p>
<p>Por conseguinte, a esteriliza&ccedil;&atilde;o requer uma decis&atilde;o meditada e madura de n&atilde;o querer ter filhos, a partir dessa data.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é insulina</title>
<link>http://oquee.org/medicina/o-que-%C3%A9-insulina.html</link>
<guid>http://oquee.org/medicina/o-que-%C3%A9-insulina.html</guid>
<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 18:59:18 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>O nosso organismo transforma grande parte dos alimentos que comemos em glicose. A insulina, horm&ocirc;nio prot&eacute;ico produzido pelo p&acirc;ncreas, ajuda no transporte da glicose do sangue &agrave;s c&eacute;lulas do corpo, onde ser&aacute; usada como fonte de energia. Com isso, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o corpo mantenha a taxa de glicose no sangue dentro de uma faixa padr&atilde;o de varia&ccedil;&atilde;o normal.<br />&nbsp;<br />Quando o p&acirc;ncreas n&atilde;o produz insulina ou n&atilde;o produz o suficiente ou, ainda, quando a insulina produzida n&atilde;o funciona adequadamente, a glicose passa a se acumular em grande quantidade no sangue.<br />&nbsp;<br />O resultado desse processo &eacute; o desenvolvimento do diabetes. Com o tempo, os altos n&iacute;veis de glicose no sangue podem causar problemas s&eacute;rios &agrave; sa&uacute;de.<br /><br /><strong>Insulina &eacute; o horm&ocirc;nio respons&aacute;vel pela redu&ccedil;&atilde;o da glicemia (taxa de glicose no sangue), ao promover o ingresso de glicose nas c&eacute;lulas. Ela tamb&eacute;m &eacute; essencial no consumo de carboidratos, na s&iacute;ntese de prote&iacute;nas e no armazenamento de lip&iacute;dios (gorduras).</strong><br /><br />&Eacute; produzida nas ilhotas de Langerhans, c&eacute;lulas do p&acirc;ncreas end&oacute;crino. Ela age em uma grande parte das c&eacute;lulas do organismo, como as c&eacute;lulas presentes em m&uacute;sculos e no tecido adiposo, apesar de n&atilde;o agir em c&eacute;lulas particulares como as c&eacute;lulas nervosas.<br /><br />Quando a produ&ccedil;&atilde;o de insulina &eacute; deficiente, a glicose se acumula no sangue e na urina, matando as c&eacute;lulas de fome: &eacute; a diabetes mellitus. Para pacientes nessa condi&ccedil;&atilde;o, a insulina &eacute; provida atrav&eacute;s de inje&ccedil;&otilde;es, ou bombas de insulina. Recentemente foi aprovado o uso de insulina inalada. Por&eacute;m, ainda h&aacute; controv&eacute;rsias acerca do uso do produto comercializado pela Pfizer. A agencia de saude britanica nao recomenda seu uso.<br /><br />A insulina &eacute; um polipept&iacute;deo de estrutura qu&iacute;mica plenamente conhecida, e pode ser sintetizada a partir de diversos animais. Mais recentemente, surgiram os medicamentos an&aacute;logos de insulina, que n&atilde;o s&atilde;o propriamente a insulina em si, mas mol&eacute;culas de insulina modificadas em laborat&oacute;rio.<br /><br />O controle na produ&ccedil;&atilde;o de insulina pelo corpo &eacute; um exemplo de sistema de feedback.<br /><br />A insulina &eacute; sintetizada nos humanos e em outros mam&iacute;feros dentro das c&eacute;lulas-beta das ilhotas de Langerhans, no p&acirc;ncreas. Um a tr&ecirc;s milh&otilde;es de ilhotas de Langerhans formam a parte end&oacute;crina do p&acirc;ncreas, que &eacute; principalmente uma gl&acirc;ndula ex&oacute;crina. A parte end&oacute;crina totaliza apenas 2% da massa total do &oacute;rg&atilde;o. Dentro das ilhotas de Langerhans, as c&eacute;lulas-beta constituem 60-80% do todo.<br /><br /><br />1. Preproinsulina (L&iacute;der, cadeia B, cadeia C, cadeia A); a proinsulina consiste em BCA, sem L<br />2. Dobra espont&acirc;nea<br />3. As cadeias A e B ligadas por enxofre<br />4. As cadeias L and C s&atilde;o cortadas<br />5. Mol&eacute;cula de insulina finalA insulina &eacute; sintetizada a partir da mol&eacute;cula precursora proinsulina pela a&ccedil;&atilde;o de enzimas proteol&iacute;ticas conhecidas como prohorm&ocirc;nio convertases (PC1 e PC2).<br /><br />A parte restante da mol&eacute;cula de proinsulina &eacute; chamada de pept&iacute;deo C. Este polipept&iacute;deo &eacute; liberado no sangue em quantidades iguais &agrave; da insulina. Como insulinas ex&oacute;genas n&atilde;o cont&ecirc;m pept&iacute;deo C, o n&iacute;vel em plasma desse pept&iacute;deo &eacute; um bom indicador de produ&ccedil;&atilde;o end&oacute;gena de insulina. Recentemente, descobriu-se que esse pept&iacute;deo C tamb&eacute;m possui atividade biol&oacute;gica, que est&aacute; aparentemente restrita a um efeito na camada muscular das art&eacute;rias.<br /><br /><strong>A&ccedil;&atilde;o em n&iacute;vel celular e metab&oacute;lico</strong><br />As a&ccedil;&otilde;es da insulina no metabolismo humano como um todo incluem:<br /><br />Controle da quantidade de certas subst&acirc;ncias que entra nas c&eacute;lulas, principalmente glicose nos tecidos muscular e adiposo (que s&atilde;o aproximadamente 2/3 das c&eacute;lulas do organismo);<br />Aumento da replica&ccedil;&atilde;o de DNA e de s&iacute;ntese de prote&iacute;nas via o controle de fornecimento de amino&aacute;cidos;<br />Modifica&ccedil;&atilde;o da atividade de in&uacute;meras enzimas (controle alost&eacute;rico)<br />As a&ccedil;&otilde;es nas c&eacute;lulas incluem:<br /></p>
<ul>
<li>Aumento da s&iacute;ntese de glicog&ecirc;nio: a insulina induz &agrave; armazenagem de glicose nas c&eacute;lulas do f&iacute;gado (e dos m&uacute;sculos) na forma de glicog&ecirc;nio; a diminui&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de insulina ocasiona a convers&atilde;o do glicog&ecirc;nio de volta a glicose pelas c&eacute;lulas do f&iacute;gado e a excre&ccedil;&atilde;o da subst&acirc;ncia no sangue. &Eacute; a a&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica da insulina que reduz os n&iacute;veis altos de glicemia diagnosticados na diabetes.</li>
<li>Aumento da s&iacute;ntese de &aacute;cidos graxos: a insulina induz &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o de glicose em triglicer&iacute;deos pela c&eacute;lulas adiposas; a falta de insulina reverte o processo.</li>
<li>Aumento da esterifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;cidos graxos: estimula o tecido adiposo a compor triglicer&iacute;deos a partir de &eacute;steres de &aacute;cidos graxos; a falta de insulina reverte o processo.</li>
<li>Redu&ccedil;&atilde;o da protein&oacute;lise: estimula a diminui&ccedil;&atilde;o da degrada&ccedil;&atilde;o prot&eacute;ica; a falta de insulina aumenta a protein&oacute;lise.</li>
<li>Redu&ccedil;&atilde;o da lip&oacute;lise: estimula a diminui&ccedil;&atilde;o da convers&atilde;o de suprimento de lip&iacute;deos contido nas c&eacute;lulas adiposas em &aacute;cidos graxos sang&uuml;&iacute;neos; a falta de insulina reverte o processo.</li>
<li>Redu&ccedil;&atilde;o da gliconeog&ecirc;nese: reduz a produ&ccedil;&atilde;o de glicose em v&aacute;rios substratos do f&iacute;gado; a falta de insulina induz &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de glicose no f&iacute;gado e em outros locais do corpo.</li>
<li>Aumento do consumo de amino&aacute;cidos: induz c&eacute;lulas a absorver amino&aacute;cidos circulantes; a falta de insulina inibe a absor&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Aumento do consumo de pot&aacute;ssio: induz c&eacute;lulas a absorver pot&aacute;ssio plasm&aacute;tico; a falta de insulina inibe a absor&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>T&ocirc;nus dos m&uacute;sculos arteriais: induz a musculatura das paredes arteriais ao relaxamento, o que aumenta o fluxo sang&uuml;&iacute;neo especialmente em microart&eacute;rias; a falta de insulina reduz o fluxo por permitir a contra&ccedil;&atilde;o desses m&uacute;sculos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p> ]]></description>
</item>
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<title>Descoberta de insulina</title>
<link>http://oquee.org/medicina/descoberta-de-insulina.html</link>
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<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 18:55:44 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ Em 1905, Paul Langerhans, um estudante de medicina em Berlin, estava estudando a estrutura do pâncreas através de um microscópio quando percebeu células antes desconhecidas espalhadas pelo tecido exócrino. A função da "pequena porção de células", mais tarde denominada como ilhotas de Langerhans, era desconhecida, mas Edouard Laguesse posteriormente sugeriu que tais células poderiam produzir algum tipo de secreção que participasse no processo de digestão.<br /><br />Em 1889, o médico teuto-polonês Oscar Minkowski em colaboração com Joseph von Mehring removeu o pâncreas de um cão saudável para demonstrar o papel do órgão na digestão de alimentos. Vários dias após a remoção do pâncreas, o guarda do cão percebeu muitas moscas alimentando-se da urina do animal. Verificou-se com o teste da urina do cão que havia açúcar nela, o que demonstrou pela primeira vez a relação entre o pâncreas e a diabetes. Em 1901, outro passo importante foi alcançado por Eugene Opie, quando ele estebeleceu claramente a ligação entre as ilhotas de Langerhans e a diabetes: "Diabetes mellitus... é causada pela destruição das ilhotas de Langerhans e ocorre apenas quando tais células são em parte ou totalmente destruídas".<br /><br />Durante as duas décadas seguintes foram feitas várias tentativas de isolamento da secreção das ilhotas como um tratamento potencial de diabetes. Em 1906, Georg Ludwig Zuelzer foi parciamente feliz no tratamento de cães com extrato pancreático, mas teve que interromper seus trabalhos. Entre 1911 e 1912, E. L. Scott da Universidade de Chicago usou extratos pancreáticos aquosos e notou uma leve diminuição da glicosúria, mas não conseguiu convencer o diretor da instituição dos resultados, e a pesquisa teve de ser encerrada. Israel Kleiner demonstrou efeitos similares na Rockfeller University em 1919, mas seu trabalho foi interrompido pela Primeira Guerra Mundial. Nicolae Paulescu, um professor de fisiologia da Escola Romena de Medicina, publicou um trabalho parecido em 1921 realizado na França e patenteado na Romênia, e discute-se desde então se Paulescu não tenha sido o verdadeiro descobridor da insulina.<br /><br />Entretanto, o comitê do Prêmio Nobel em 1923 creditou a extração prática da insulina a uma equipe da Universidade de Toronto. Em outubro de 1920, Frederick Banting lia um dos artigos de Minkowski e concluiu que Minkowski estava mesmo é estudando secreções digestivas originalmente, e por isso não se conseguia extrair a insulina com sucesso. Ele redigiu uma nota para si mesmo: "Ligar duto pancreático do cão. Manter cães vivos até que acinos se degenerem, sobrando ilhotas. Tentar isolar secreção interna delas e aliviar glicosúria".<br /><br />Ele viajou a Toronto para encontrar-se com J. J. R. Macleod, que não se impressionou plenamente com a idéia. De qualquer forma, Macleod deixou à disposição de Banting um laboratório da universidade, e um assistente, Charles Best, e dez cães enquanto saía de férias no verão de 1921. O método de Banting e Best era amarrar uma ligadura ao redor do duto pancreático dos cães e, várias semanas depois, examinar que as células digestivas pancreáticas tinham morrido e sido absorvidas pelo sistema imunológico, deixando milhares de ilhotas. Isolava-se a proteína dessas ilhotas para produzir o que vinham chamando de isletina. Banting e Best mantiveram um cão pancreatectomizado vivo durante todo o verão.<br /><br />Macleod viu o valor da pesquisa na sua volta da Europa, mas pediu uma contraprova para saber se o método realmente funcionava. Várias semanas depois ficou claro que o segundo ensaio tinha sido um sucesso, e assim Macleod ajudou na publicação dos resultados em novembro daquele ano. Porém, precisavam de seis semanas para extrair a isletina, o que tornava o ensaio dramaticamente moroso. Banting sugeriu que tentassem usar pâncreas de feto de bezerro, que ainda não teria desenvolvido glândulas digestivas, e ficou alivado pelo sucesso da empreitada.<br /><br />Com a solução para a fonte de isletina, faltava agora purificar a proteína. Em dezembro de 1921, Macleod convidou o brilhante bioquímico James Collip para ajudar na tarefa, e em um mês aprontaram-se para um teste.<br /><br />Em 11 de janeiro de 1922, Leonard Thompson, um diabético de quatorze anos, recebeu a primeira injeção de insulina. Infelizmente, o extrato estava tão impuro que ele acabou sofrendo uma reação alérgica severa, e injeções adicionais foram canceladas. Durante os doze dias seguintes, Collip trabalhou dia e noite para melhorar o extrato, e uma segunda dose foi injetada no dia 23. Desta vez foi um sucesso, não apenas em não apresentar efeitos colaterais, mas também por eliminar completamente os sintomas de diabetes. Entretanto, Banting e Best não se davam bem com Collip, porque aparentemente viam nele um intruso, e então Collip logo os deixou.<br /><br />Durante a primavera de 1922, Best conseguiu melhorar as técnicas de preparo a ponto de poder extrair grandes quantidades de insulina, embora o extrato ainda permanecesse impuro. Contudo, eles receberam uma oferta de ajuda da Eli Lilly logo depois de suas publicações em 1921, e aceitaram-na em abril. Em novembro, a Lilly conseguiu a façanha de produzir grandes quantidades de insulina bastante pura. Depois disso, a insulina logo foi lançada no mercado.<br /><br />Por esta descoberta marcante, Macleod e Banting foram agraciados com o Prêmio Nobel em Fisiologia em 1923. Banting, aparentemente insultado porque Best não fora mencionado, dividiu seu prêmio com ele, e Macleod imediatamente dividiu o seu com Collip. A patente da insulina foi vendida à Universidade de Toronto por um dólar.<br /><br />A seqüência exata de aminoácidos contida na molécula de insulina, a chamada estrutura primária, foi determinada pelo biólogo britânico Frederick Sanger. Foi a primeira vez que a estrutura de uma proteína fora completamente determinada. Por isso, ele recebeu o Prêmio Nobel de Química em 1958. Em 1967, após décadas de trabalho, Dorothy Crowfoot Hodgkin determinou a conformação espacial da molécula mediante estudos de difração de raios X. Ela também recebeu um Prêmio Nobel. ]]></description>
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<item>
<title>O que é a SIDA/AIDS?</title>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 18:21:15 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>S&iacute;ndrome da defici&ecirc;ncia imunol&oacute;gica</strong> adquirida &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o que resulta na supress&atilde;o do sistema imune relacionada &agrave; infec&ccedil;&atilde;o pelo v&iacute;rus HIV (Human Immunodeficiency Virus). Uma pessoa infectada com o v&iacute;rus HIV perde gradativamente a fun&ccedil;&atilde;o imune de algumas c&eacute;lulas imunol&oacute;gicas denominadas CD4 linf&oacute;citos-T ou CD4 c&eacute;lulas-T, tornando a pessoa infectada vulner&aacute;vel &agrave; pneumonia, infec&ccedil;&otilde;es f&uacute;ngicas e outras enfermidades comuns.<span></span></p>
<p>Com a perda da fun&ccedil;&atilde;o imune, uma s&iacute;ndrome cl&iacute;nica (um grupo de v&aacute;rias enfermidades que, em conjunto, caracterizam a doen&ccedil;a) se desenvolve com o passar do tempo e eventualmente pode causar a morte devido a uma infec&ccedil;&atilde;o oportunista (infec&ccedil;&otilde;es por organismos que normalmente n&atilde;o causam mal algum, exceto em pessoas que est&atilde;o com o sistema imunol&oacute;gico bastante enfraquecido) ou um c&acirc;ncer.</p>
<p><strong>Hist&oacute;rico</strong></p>
<p>Durante o in&iacute;cio dos anos 80 se observou um grande n&uacute;mero de mortes causadas por infec&ccedil;&otilde;es oportunistas em homens homossexuais que, apesar de tal infec&ccedil;&atilde;o, eram pessoas saud&aacute;veis. At&eacute; ent&atilde;o estas infec&ccedil;&otilde;es oportunistas causavam morte normalmente em pacientes que receberam &oacute;rg&atilde;os transplantados e estavam recebendo medicamento para suprimir a resposta imune.</p>
<p>Em 1983, Luc Montaigner, um franc&ecirc;s especialista em c&acirc;ncer, juntamente com outros cientistas do Instituto Pasteur em Paris, isolaram o que parecia ser um novo retrov&iacute;rus humano (um tipo especial de v&iacute;rus que se reproduz de maneira diferente) de uma gl&acirc;ndula (n&oacute;dulo) linf&aacute;tica de um homem sob risco de AIDS.</p>
<p>Simultaneamente cientistas norte americanos liderados por Robert Gallo, trabalhando no Instituto Nacional do C&acirc;ncer em Bethesda (Maryland) e&nbsp; o grupo liderado pelo virologista norte americano Jay Levy de San Francisco isolaram o retrov&iacute;rus de pessoas com AIDS e tamb&eacute;m daquelas que tinham contato com portadores da doen&ccedil;a. Os tr&ecirc;s grupos de cientistas isolaram o que hoje se conhece como v&iacute;rus da imunodefici&ecirc;ncia humana (HIV), o v&iacute;rus que causa a AIDS.</p>
<p>A infec&ccedil;&atilde;o por este v&iacute;rus n&atilde;o significa necessariamente que a pessoa tenha AIDS, por&eacute;m erroneamente costuma-se dizer que a pessoa HIV-positiva tem AIDS. De fato, um indiv&iacute;duo HIV-positivo pode permanecer por mais de 10 anos sem desenvolver nenhum dos sintomas cl&iacute;nicos que diagnosticam a doen&ccedil;a.</p>
<p>Em 1996 estimou-se que 22,6 milh&otilde;es de pessoas no mundo estavam vivendo com o HIV ou com a AIDS, dos quais 21,8 milh&otilde;es eram adultos e 380.000 crian&ccedil;as. A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de estimou que no per&iacute;odo entre 1981, quando o primeiro caso de AIDS foi diagnosticado, e em 1996 mais de 8,4 milh&otilde;es de adultos e crian&ccedil;as desenvolveram a doen&ccedil;a. Estimou-se tamb&eacute;m que no mesmo per&iacute;odo 6,4 milh&otilde;es de mortes foram causadas pelo v&iacute;rus HIV.</p> ]]></description>
</item>
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<title>O que é a sífilis?</title>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 18:18:08 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Doen&ccedil;a infecciosa causada pela bact&eacute;ria Treponema pallidum e normalmente transmitida atrav&eacute;s do contato sexual ou pelo beijo. A infec&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de objetos contaminados &eacute; bastante rara, pois a bact&eacute;ria morre em contato com o ar. Um feto carregado por uma portadora de <strong>s&iacute;filis </strong>pode contrair a doen&ccedil;a, condi&ccedil;&atilde;o denominada de s&iacute;filis cong&ecirc;nita.</p>
<p><strong>Hist&oacute;rico</strong></p>
<p>Acredita-se que a s&iacute;filis foi introduzida na Europa em 1493 por um grupo de marinheiros retornando da primeira expedi&ccedil;&atilde;o de Cristov&atilde;o Colombo &agrave; America. J&aacute; no s&eacute;culo XVI, a s&iacute;filis tornou-se a maior epidemia p&uacute;blica. O aspirilo, respons&aacute;vel pela doen&ccedil;a, foi descoberto somente em 1905, pelo zoologista alem&atilde;o Fritz Schaudinn.</p>
<p><span></span>Em 1906 o bacteriologista alem&atilde;o August vom Wassermann desenvolveu o primeiro exame de sangue para diagnosticar a doen&ccedil;a. Em 1909 outro bacteriologista alem&atilde;o, Paul Ehrlich, desenvolveu o primeiro tratamento efetivo. Em 1943 a penicilina mostrou-se bastante efetiva no combate &agrave; s&iacute;filis e at&eacute; hoje continua sendo o medicamento preferido para o tratamento dessa doen&ccedil;a.</p>
<p>Intensos programas de sa&uacute;de p&uacute;blica reduziram o n&uacute;mero de casos reportados nos Estados Unidos de 160.000&nbsp; (1947) para 25.000 (1975), por&eacute;m o n&uacute;mero cresceu para mais de 39.000 em 1988. Durante a d&eacute;cada de 70, a maioria dos casos de s&iacute;filis em homens ocorreu em homossexuais, entretanto o aumento no n&uacute;mero de casos durante a d&eacute;cada de 80 aparenta ser em indiv&iacute;duos heterossexuais. Este fato aumenta a incid&ecirc;ncia da s&iacute;filis cong&ecirc;nita, que causa um grande &iacute;ndice de mortalidade infantil. Pessoas portadoras de AIDS (SIDA) t&ecirc;m maiores chances de desenvolver s&eacute;rias formas de s&iacute;filis e a sofrerem reca&iacute;das ap&oacute;s tratamentos que normalmente curam a doen&ccedil;a.</p>
<p>Est&aacute;gios e Sintomas<br /> O primeiro est&aacute;gio da s&iacute;filis &eacute; caracterizado por uma pequena les&atilde;o, que aparece na regi&atilde;o de cont&aacute;gio, de tr&ecirc;s a seis semanas ap&oacute;s a contra&ccedil;&atilde;o. Os fluidos oriundos dessa les&atilde;o s&atilde;o extremamente infecciosos. Em um segundo est&aacute;gio, que manifesta-se cerca de seis semanas mais tarde, ocorre um repentino aparecimento de les&otilde;es. &Uacute;lceras doloridas desenvolvem-se na boca, assim como em v&aacute;rias regi&otilde;es do corpo; les&otilde;es em forma de pequenas protuber&acirc;ncias, tamb&eacute;m altamente infecciosas, podem aparecer na regi&atilde;o genital; dores de cabe&ccedil;a, febre e inchamento das gl&acirc;ndulas linf&aacute;ticas s&atilde;o, algumas vezes, observados. Estes sintomas normalmente desaparecem de 3 a 12 semanas. A doen&ccedil;a entra ent&atilde;o em um est&aacute;gio latente n&atilde;o apresentando sintomas externos, por&eacute;m as inflama&ccedil;&otilde;es podem instalar-se em &oacute;rg&atilde;os internos. Este est&aacute;gio latente pode durar de 20 &agrave; 30 dias. Em 75% dos casos n&atilde;o ocorrem outros sintomas al&eacute;m dos j&aacute; mencionados; entretanto, quando o est&aacute;gio final ocorre (s&iacute;filis terceira), n&oacute;dulos enrijecidos podem se desenvolver em tecidos sob a pele, nos tecidos mucosos e nos &oacute;rg&atilde;os internos. Os ossos s&atilde;o freq&uuml;entemente afetados, assim como o f&iacute;gado, os rins e outros &oacute;rg&atilde;os viscerais. Infec&ccedil;&atilde;o do cora&ccedil;&atilde;o e dos principais vasos sangu&iacute;neos ocorrem em casos terminais. Em aproximadamente 15% dos casos de s&iacute;filis terceira ocorre o que &eacute; chamado neuros&iacute;filis, representado pela perda do controle urin&aacute;rio, degenera&ccedil;&atilde;o dos reflexos e perda da coordena&ccedil;&atilde;o muscular, que pode levar &agrave; paralisia. Durante este est&aacute;gio, infec&ccedil;&otilde;es no trato urin&aacute;rio podem, em uma gravidez, levar ao aborto ou ao nascimento de uma crian&ccedil;a portadora de s&iacute;filis cong&ecirc;nita. Crian&ccedil;as afetadas normalmente apresentam sinais t&iacute;picos como: testa grande, nariz seliforme e dentes mal formados. Perto da segunda d&eacute;cada da vida, tais crian&ccedil;as podem apresentar deteriora&ccedil;&atilde;o no sistema nervoso central.</p>
<p>A s&iacute;filis &eacute; detectada atrav&eacute;s dos sintomas de um dos v&aacute;rios testes de sangue ou de fluido da coluna espinhal. A droga mais usada no tratamento &eacute; a penicilina benzatina que &eacute; ministrada em duas inje&ccedil;&otilde;es separadas por uma semana de intervalo. Quando se trata de neuros&iacute;filis, o antibi&oacute;tico &eacute; ministrado tr&ecirc;s vezes por semana.<br /> O controle da s&iacute;filis inclui localizar as pessoas que tiveram contato sexual com portadores e tratar aquelas cujo contato se deu durante o per&iacute;odo de contamina&ccedil;&atilde;o. O uso da camisinha oferece alguma prote&ccedil;&atilde;o contra a s&iacute;filis.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é o Cancro sifilítico?</title>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 18:06:26 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Tamb&eacute;m conhecido por <strong>cancr&oacute;ide</strong>, &eacute; uma <strong>DST </strong>aguda e contagiosa, que se caracteriza por les&otilde;es genitais ulceradas&nbsp; e dolorosas&nbsp; que evoluem com a supura&ccedil;&atilde;o (sa&iacute;da de pus) dos linfonodos (g&acirc;nglios) inguinais.<span></span></p>
<p>&Eacute; causada pelo Hemophilus ducreyi e o per&iacute;odo de incuba&ccedil;&atilde;o &eacute; de 3 a 7 dias ap&oacute;s o contato sexual suspeito. Pequenas les&otilde;es avermelhadas e elevadas (p&aacute;pulas) se rompem e tornam-se &uacute;lceras rasas, com as bordas macias e com anel avermelhado ao redor. Tais &uacute;lceras variam de tamanho e podem se agrupar (coalescentes), formando uma les&atilde;o maior, intensamente dolorosa.</p>
<p>Os linfonodos inguinais se tornam dolorosos, aumentados de tamanho e agrupados (bub&atilde;o), sendo facilmente palp&aacute;veis. Forma-se a&iacute; o abscesso que pode drenar atrav&eacute;s da pele da virilha.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é Candidíase?</title>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 18:02:58 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>&Eacute; a infec&ccedil;&atilde;o causada pela <strong>C&acirc;ndida albicans</strong>, e n&atilde;o &eacute; obrigatoriamente uma DST. No homem, balanopostite&nbsp; ou postite&nbsp; por c&acirc;ndida e na mulher, vaginite&nbsp; ou cervicite&nbsp; por c&acirc;ndida. &Eacute; um fungo&nbsp; que habita normalmente nosso organismo, tendo a fun&ccedil;&atilde;o de sapr&oacute;fita&nbsp; (alimenta-se de restos celulares) no aparelho genital.<span></span></p>
<p>Como qualquer outra micose, gosta de ambientes quentes e &uacute;midos, como a vagina&nbsp; e o prep&uacute;cio. No homem, o microtraumatismo peniano que resulta de uma rela&ccedil;&atilde;o sexual pode ser o suficiente para desencadear o processo de instala&ccedil;&atilde;o de uma balanopostite por c&acirc;ndida, que com certeza vai incomodar seu portador. Surge j&aacute; nas primeira horas uma ard&ecirc;ncia&nbsp; ao contato com secre&ccedil;&atilde;o vaginal ou &agrave; pr&oacute;pria urina, bem como a pele torna-se avermelhada, brilhante&nbsp; e fri&aacute;vel&nbsp; (descama com facilidade ao toque) com um prurido&nbsp; (coceira) intensa. Na mulher, o sintoma mais importante &eacute; o prurido vaginal ou dos l&aacute;bios da vulva, seguido ou n&atilde;o por secre&ccedil;&atilde;o vaginal (corrimento) branco.</p>
<p>No per&iacute;odo menstrual, como h&aacute; intensa descama&ccedil;&atilde;o do endom&eacute;trio&nbsp; e perda de sangue (c&eacute;lulas mortas), h&aacute; um aumento da popula&ccedil;&atilde;o da c&acirc;ndida ( e outros sapr&oacute;fitas), pois h&aacute; uma quantidade maior de restos celulares a serem removidos do organismo. Tamb&eacute;m, o uso prolongado de antibi&oacute;ticos, que n&atilde;o agem sobre os fungos, pode fazer uma sele&ccedil;&atilde;o&nbsp; destes, aumentando sua popula&ccedil;&atilde;o no organismo (por exemplo, sapinho). O contato sexual nestes dias pode resultar em candid&iacute;ase em ambos os sexos. A excessiva popula&ccedil;&atilde;o de c&acirc;ndida acidifica ainda mais o ph&nbsp; vaginal, que &eacute; o que causa a dor e a ard&ecirc;ncia genital em ambos os sexos.</p>
<p><strong>Candidose peniana</strong></p>
<p>A queixa pode surgir de qualquer dos sexos e como dito acima, &eacute; a c&acirc;ndida uma habitante normal de nosso organismo, desde que n&atilde;o nos agrida. Portanto, n&atilde;o h&aacute; a menor possibilidade de erradic&aacute;-la definitivamente, uma vez que a adquiriremos novamente horas ap&oacute;s, pela dieta, pelo ambiente, conv&iacute;vio social, sexual, etc. O tratamento visa principalmente al&iacute;vio para os sintomas e diminuir a popula&ccedil;&atilde;o do fungo a uma quantidade que n&atilde;o agrida nosso organismo. O tratamento do casal &eacute; imperativo e medidas higi&ecirc;nicas adequadas devem ser adotadas para seu controle efetivo.</p>
<p>Em alguns homens portadores de diabetes, pode ser necess&aacute;ria a remo&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica do prep&uacute;cio (circuncis&atilde;o), como uma medida profil&aacute;tica &agrave; balanopostite por c&acirc;ndida. Ainda, o uso inadequado de absorventes ou duchas vaginais possuem papel importante na recidiva da candid&iacute;ase da mulher.</p> ]]></description>
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<title>O que é uretrites?</title>
<link>http://oquee.org/medicina/doen%C3%A7as-ven%C3%A9reas/o-que-%C3%A9-uretrites.html</link>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 17:59:28 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>&Eacute; a designa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica para processos inflamat&oacute;rios&nbsp; ou infecciosos&nbsp; da uretra&nbsp; (canal que conduz a urina da bexiga para o meio externo, ao urinarmos) masculina&nbsp; e feminina. Os sintomas da uretrite&nbsp; compreendem: a descarga uretral (secre&ccedil;&atilde;o) que varia de acordo com o agente etiol&oacute;gico,&nbsp; desconforto urin&aacute;rio sob forma de ard&ecirc;ncia&nbsp; e/ou dor&nbsp; para urinar&nbsp; e &agrave;s vezes sensa&ccedil;&atilde;o de &ldquo;coceira&rdquo; na parte terminal da uretra (perto do meato urin&aacute;rio na glande peniana). Estes tr&ecirc;s principais sintomas podem variar de intensidade de acordo com a doen&ccedil;a.<span></span></p>
<p>As uretrites inflamat&oacute;rias (sem a participa&ccedil;&atilde;o de germes), em grande parte, s&atilde;o originadas pelo trauma externo, como por exemplo o h&aacute;bito de ordenhar a a uretra ap&oacute;s urinar, ou h&aacute;bito masturbat&oacute;rio, lembrando aqui que a uretra &eacute; uma estrutura bastante superficial e sens&iacute;vel. O trauma interno, como aquele que ocorre ap&oacute;s manipula&ccedil;&atilde;o com instrumentos ou sondas, tamb&eacute;m pode originar uma uretrite inflamat&oacute;ria, que dever&aacute; receber tratamento sintom&aacute;tico adequado.</p>
<p>As uretrites infecciosas s&atilde;o doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis (DST), que &eacute; o nome atualmente aceito para as antigas doen&ccedil;as ven&eacute;reas, termo este empregado no passado, quando blenorragia (gonorr&eacute;ia) e s&iacute;filis dominavam o cen&aacute;rio das DST. Ainda deste conceito temos a classifica&ccedil;&atilde;o das uretrites infecciosas, como uretrite gonoc&oacute;cica e n&atilde;o-gonoc&oacute;cica. A gonoc&oacute;cica, como diz o termo, &eacute; a causada pelo gonococo (N. gonorrhoeae)&nbsp; e as n&atilde;o-gonoc&oacute;cicas s&atilde;o mais comumente causadas por um dos germes a seguir: clamidia, micoplasma e ureaplasma. A uretrite gonoc&oacute;cica produz extremo desconforto uretral, com dor, ardor, urg&ecirc;ncia urin&aacute;ria e secre&ccedil;&atilde;o abundante, esverdeada, que suja a roupa &iacute;ntima do(a) portador(a). J&aacute; as demais uretrites, podem ter sintomatologia escassa, com pouca ou nenhuma secre&ccedil;&atilde;o no in&iacute;cio da doen&ccedil;a. Um dos sintomas mais comuns, &eacute; o misto de ard&ecirc;ncia para urinar com coceira ap&oacute;s urinar. Na suspeita deste tipo de uretrite, devem ser realizados exames laboratoriais para se tentar descobrir o germe respons&aacute;vel. Uma hist&oacute;ria detalhada e um exame f&iacute;sico minucioso devem ser realizados.</p>
<p>Muitas uretrites inadequadamente tratadas podem evoluir para complica&ccedil;&otilde;es mais s&eacute;rias, como uma cervicite e doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria p&eacute;lvica na mulher ou orquite, epididimite ou prostatite no homem. Na maior parte das vezes o urologista vai preferir tratar o casal, mesmo que o(a) parceiro(a) n&atilde;o apresente sintomas importantes. Como sequelas das complica&ccedil;&otilde;es das uretrites mal conduzidas, podemos citar infertilidade e as estenoses de uretra.</p> ]]></description>
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<item>
<title>O que é herpes?</title>
<link>http://oquee.org/medicina/doen%C3%A7as-ven%C3%A9reas/o-que-%C3%A9-herpes.html</link>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 17:55:09 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Os v&iacute;rus herpes simples (VHS) tipo 1 e tipo 2 s&atilde;o ambos da fam&iacute;lia herpesvirus humanos, a qual ainda inclui o citomegalov&iacute;rus, o Epstein-Barr v&iacute;rus, varicela zoster v&iacute;rus e herpesvirus humanos espec&iacute;ficos (Kaposi). A principal caracter&iacute;stica dos herpesv&iacute;rus &eacute; a de produzir infec&ccedil;&otilde;es latentes, potencialmente recorrentes. A lat&ecirc;ncia se desenvolve a partir da sobreviv&ecirc;ncia do material gen&eacute;tico do v&iacute;rus dentro de c&eacute;lulas hospedeiras, sem produ&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas infectantes.<span></span></p>
<p>A infec&ccedil;&atilde;o genital pelo VHS &eacute; adquirida a partir do contato de superf&iacute;cies cut&acirc;neas (pele) ou mucosas genitais com os v&iacute;rus infectantes. Sendo um parasita celular obrigat&oacute;rio (&eacute; desativado pela perda de umidade &agrave; temperatura ambiente), &eacute; pouco prov&aacute;vel que se transmita por aerossol (gotas microsc&oacute;picas) ou f&ocirc;mites (pe&ccedil;as de vestu&aacute;rio &iacute;ntimo, assento do vaso sanit&aacute;rio, papel higi&ecirc;nico, etc.), sendo o contato sexual, orogenital&nbsp; ou genito-anal&nbsp; e g&ecirc;nito-genital, o modo habitual de transmiss&atilde;o.</p>
<p>Acredita-se, a exemplo de outras infec&ccedil;&otilde;es genitais, que o VHS penetre no corpo humano por pequenas escoria&ccedil;&otilde;es (raspados) ou fissuras na pele ou mucosas, resultante do ato sexual. Ap&oacute;s sua infec&ccedil;&atilde;o, o VHS &eacute; transportado atrav&eacute;s dos neur&ocirc;nios (nervos), com isto podendo variar seus locais de recidiva. Na infec&ccedil;&atilde;o inicial a gravidade das les&otilde;es ser&aacute; diretamente proporcional &agrave; imunidade da pessoa, disto tamb&eacute;m depender&aacute; a freq&uuml;&ecirc;ncia e gravidade das recidivas. A pessoa que teve infec&ccedil;&atilde;o anterior pelo VHS oral poder&aacute; ter uma infec&ccedil;&atilde;o pelo VHS genital atenuada (menos grave) pela presen&ccedil;a de anticorpos cruzados.</p>
<p>N&atilde;o existe at&eacute; o presente momento, cura para qualquer tipo de herpes. Todo o tratamento proposto visa aumentar os per&iacute;odos de lat&ecirc;ncia em meses e at&eacute; anos. A partir de diagn&oacute;stico cl&iacute;nico e laboratorial, medidas higi&ecirc;nicas devem ser tomadas para o indiv&iacute;duo e sua/seus parceiros sexuais. Em mulheres gr&aacute;vidas, maiores cuidados em rela&ccedil;&atilde;o ao feto devem ser adotados, mesmo que o diagn&oacute;stico n&atilde;o tenha sido na gestante e sim no seu parceiro sexual. Este, infectado, deve evitar o coito durante a gravidez ou faz&ecirc;-lo de modo seguro.</p>
<p>Como adquiri isto ? Pergunta freq&uuml;ente de consult&oacute;rio, sempre implicando em &ldquo;infidelidade&rdquo;. Esta pode estar presente, sem d&uacute;vida, mas grande parte dos infectados &eacute; assintom&aacute;tico at&eacute; sua primeira crise herp&eacute;tica, num intervalo que pode ser de muito tempo e depois de v&aacute;rios relacionamentos amorosos.</p>
<p>Lembro aqui que o perigo maior de cont&aacute;gio est&aacute; nas les&otilde;es por recorr&ecirc;ncia quando ent&atilde;o o indiv&iacute;duo deve se proteger para n&atilde;o transmitir durante a atividade sexual.</p>
<p>Fatores que baixam a imunidade, como gripes ou resfriados e o&nbsp; stress podem contribuir para tornar as recidivas mais freq&uuml;entes. Por isto pacientes aid&eacute;ticos podem ser cronicamente molestados por esta doen&ccedil;a. N&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncias m&eacute;dicas de rela&ccedil;&atilde;o do herpes com qualquer tipo de c&acirc;ncer humano.</p> ]]></description>
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<item>
<title>O que é condiloma (HPV)</title>
<link>http://oquee.org/medicina/doen%C3%A7as-ven%C3%A9reas/o-que-%C3%A9-condiloma-hpv.html</link>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 17:50:26 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Condiloma &eacute; a designa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica do Papilomav&iacute;rus Humano. Outros denomina&ccedil;&otilde;es como condilomatose, condiloma acuminado e crista de galo tamb&eacute;m podem ser usadas. A exemplo do herpes, o condiloma tem per&iacute;odos de lat&ecirc;ncia (remiss&atilde;o) vari&aacute;veis de um indiv&iacute;duo para o outro.</strong></p>
<p><span></span>Causam les&otilde;es verrugosas, a princ&iacute;pio microsc&oacute;picas e de dif&iacute;cil visualiza&ccedil;&atilde;o a olho desarmado, que v&atilde;o lentamente crescendo como les&otilde;es sobrepostas umas &agrave;s outras, formando a designa&ccedil;&atilde;o popular de crista de galo. Podem chegar, em indiv&iacute;duos com higiene prec&aacute;ria, a les&otilde;es coalescentes e grandes como a palma da m&atilde;o de um adulto. Seu cont&aacute;gio &eacute; quase que exclusivamente sexual (g&ecirc;nito-genital, oro-genital ou g&ecirc;nito-anal) e sua manifesta&ccedil;&atilde;o depende da imunidade do contaminado.</p>
<p>O diagn&oacute;stico faz-se por penoscopia direta (colora&ccedil;&atilde;o especial que tinge as les&otilde;es condilomatosas quando presentes) e sempre que poss&iacute;vel, bi&oacute;psia para confirmar-se a suspeita cl&iacute;nica. Uma vez diagnosticado o condiloma, o tratamento &eacute; quase sempre &eacute; cir&uacute;rgico por uma destas modalidades: eletrocauteriza&ccedil;&atilde;o ou eletrofulgura&ccedil;&atilde;o, que consiste em queimar as les&otilde;es ou a exer&eacute;se das les&otilde;es que ser&atilde;o mandadas para exame anatomopatol&oacute;gico, fazendo-se assim a bi&oacute;psia e o tratamento ao mesmo tempo. Muitas vezes os dois m&eacute;todos s&atilde;o utilizados em conjunto, nas les&otilde;es extensas. A cauteriza&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica com &aacute;cidos org&acirc;nicos que tamb&eacute;m queimam as les&otilde;es, t&ecirc;m uma s&eacute;rie de contra-indica&ccedil;&otilde;es e complica&ccedil;&otilde;es que me levaram a quase descart&aacute;-lo para uso rotineiro.</p>
<p>O cliente com condilomatose deve ser alertado para a possibilidade de recidivas ap&oacute;s os tratamentos, como se les&otilde;es latentes esperassem a hora certa para aparecer. N&atilde;o raro estes clientes ter&atilde;o repetidas sess&otilde;es de terapia. Tamb&eacute;m &eacute; importante salientar que no homem o condiloma &eacute; apenas uma les&atilde;o esteticamente feia, mas na mulher &eacute; precursor do c&acirc;ncer de colo do &uacute;tero, uma doen&ccedil;a grave.</p>
<p>Portanto, tratar o homem &eacute; prevenir uma complica&ccedil;&atilde;o s&eacute;ria para a mulher. Nestes casos, frequentemente recebemos o homem para penoscopia por solicita&ccedil;&atilde;o do ginecologista da esposa, que diagnosticou displasia do colo de &uacute;tero e suspeita de condiloma como agente causador.</p> ]]></description>
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<item>
<title>O que são doenças sexualmente transmissíveis</title>
<link>http://oquee.org/medicina/doen%C3%A7as-ven%C3%A9reas/o-que-s%C3%A3o-doen%C3%A7as-sexualmente-transmiss%C3%ADveis.html</link>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 17:45:32 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>As Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis</strong> s&atilde;o doen&ccedil;as causadas por v&aacute;rios tipos de agentes. S&atilde;o transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de preservativos, com uma pessoa que esteja infectada e, geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.<span></span></p>
<p>Estima-se que de 10 a 15 milh&otilde;es de americanos tenham doen&ccedil;as sexualmente transmitidas, muitos dos casos s&atilde;o epid&ecirc;micos, incluindo gonorr&eacute;ia, inflex&atilde;o da uretra n&atilde;o causada pela gonorr&eacute;ia, herpes genital, candiloma, scabics (mites) e infec&ccedil;&otilde;es na uretra e na vaginacausadas pela bact&eacute;ria Chlamydia trachomatis, pelo protozo&aacute;rio Trichomas e pelo fungo monilia. V&aacute;rios estudos mostram que as doen&ccedil;as sexualmente transmitidas afetam pessoas de ambos os sexos, de todas as ra&ccedil;as e de todos os n&iacute;veis sociais nos Estados Unidos.</p>
<p>Um grande n&uacute;mero de infec&ccedil;&otilde;es s&atilde;o transmitidas predominantemente ou exclusivamente por contato sexual. Al&eacute;m das doen&ccedil;as epid&ecirc;micas que foram citadas acima, podemos incluir a s&iacute;filis, o chato (pediculosis pubis), infec&ccedil;&atilde;o vaginal causada pela bact&eacute;ria Hemophilus e muitas outras. DSTs podem ser causadas por uma grande variedade de organismos, tais como o protozo&aacute;rio Trichomonas, a levedura causadora de moniliasis, bact&eacute;rias causadoras da gonorr&eacute;ia e da s&iacute;filis e o v&iacute;rus que causa a herpes genital.</p>
<p>A transmiss&atilde;o de todas estas doen&ccedil;as s&oacute; ocorre atrav&eacute;s do contato &iacute;ntimo com a pessoa infectada, porque todos os organismos causadores morrem rapidamente se forem removidos do corpo humano. Apesar da &aacute;rea de contato ser normalmente as genitais, a pr&aacute;tica de sexo anal e oral pode tamb&eacute;m causar infec&ccedil;&otilde;es. Gonorr&eacute;ia, s&iacute;filis e infec&ccedil;&atilde;o clamidial podem ser transmitidas de um portadora gr&aacute;vida ao filho que est&aacute; sendo gerado, tanto atrav&eacute;s do &uacute;tero como atrav&eacute;s do parto.</p>
<p>Apesar das doen&ccedil;as ven&eacute;reas se manifestarem na genit&aacute;lia externa, elas podem atingir a pr&oacute;stata, o &uacute;tero, os test&iacute;culos e outros &oacute;rg&atilde;os internos. Algumas dessas infec&ccedil;&otilde;es causam apenas uma irrita&ccedil;&atilde;o local, coceira e uma leve dor, por&eacute;m a gonorr&eacute;ia e clam&iacute;dia podem causar infertilidade em mulheres.</p>
<p>Algumas Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis s&atilde;o de f&aacute;cil tratamento e de r&aacute;pida resolu&ccedil;&atilde;o. Outras, contudo, t&ecirc;m tratamento mais dif&iacute;cil ou podem persistir ativas, apesar da sensa&ccedil;&atilde;o de melhora relatada por pacientes. As mulheres, em especial, devem ser bastante cuidadosas, j&aacute; que, em diversos casos de Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis, n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil distinguir os sintomas das rea&ccedil;&otilde;es org&acirc;nicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher consultas peri&oacute;dicas ao m&eacute;dico. Algumas Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis, quando n&atilde;o diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complica&ccedil;&otilde;es graves e at&eacute; a morte.</p>
<p>O tratamento tem como principal objetivo interromper a cadeia de transmiss&atilde;o da enfermidade. O atendimento e o tratamento de Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis s&atilde;o gratuitos nos servi&ccedil;os de sa&uacute;de do SUS.</p>
<p>As Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis s&atilde;o o principal fator facilitador da transmiss&atilde;o sexual do v&iacute;rus da aids, pois feridas nos &oacute;rg&atilde;os genitais favorecem a entrada do HIV.</p>
<p>O uso de preservativos em todas as rela&ccedil;&otilde;es sexuais &eacute; o m&eacute;todo mais eficaz para a redu&ccedil;&atilde;o do risco de transmiss&atilde;o, tanto das Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis quanto do v&iacute;rus da aids.</p>
<p>Outras formas de cont&aacute;gio<br /> Algumas Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis tamb&eacute;m podem ser transmitidas da m&atilde;e infectada para o beb&ecirc; durante a gravidez ou durante o parto. Podem provocar, assim, a interrup&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea da gravidez ou causar graves les&otilde;es ao feto.</p>
<p>Outras Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis podem tamb&eacute;m ser transmitidas por transfus&atilde;o de sangue contaminado ou compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injet&aacute;veis.</p>
<p>A natureza epid&ecirc;mica das doen&ccedil;as sexualmente transmitidas as torna de dif&iacute;cil controle. Algumas autoridades em sa&uacute;de p&uacute;blica atribuem o aumento no n&uacute;mero de casos destas doen&ccedil;as ao aumento de atividade sexual. Outro fator que tamb&eacute;m contribui significativamente &eacute; a substitui&ccedil;&atilde;o do uso de camisinha (condom) - que oferece alguma prote&ccedil;&atilde;o - por p&iacute;lulas e diafragmas com m&eacute;todos anticonceptivos. Os padr&otilde;es das doen&ccedil;as sexualmente transmitidas s&atilde;o bastante vari&aacute;veis. Enquanto a s&iacute;filis e a gonorr&eacute;ia eram ambas epid&ecirc;micas, o uso intensivo de penicilina fez com que a freq&uuml;&ecirc;ncia da s&iacute;filis ca&iacute;sse para um n&iacute;vel razoavelmente controlado; a aten&ccedil;&atilde;o voltou-se ent&atilde;o ao controle da gonorr&eacute;ia, foi quando a freq&uuml;&ecirc;ncia da s&iacute;filis aumentou novamente. Os casos de herpes genital e clam&iacute;dia tamb&eacute;m aumentaram durante a d&eacute;cada de 70 e durante o in&iacute;cio da d&eacute;cada de 80.</p>
<p>O tratamento de doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis &eacute; feito basicamente com antibi&oacute;ticos. A penicilina tem sido uma droga eficiente contra a s&iacute;filis e a gonorr&eacute;ia, por&eacute;m muitos dos organismos causadores da gonorr&eacute;ia s&atilde;o hoje resistentes &agrave; penicilina; usa-se nestes casos o ceftriaxone ou a spectinomicine. A tetraciclina &eacute; usada para tratar o linfogranuloma ven&eacute;reo, o granuloma inguinale e a uterite clamidial. Existem tratamentos espec&iacute;ficos para a maioria das doen&ccedil;as sexualmente transmitidas, com exce&ccedil;&atilde;o do molluscum contagiosum. A droga antivirus aciclovir tem se mostrado &uacute;til no tratamento da herpes.</p>
<p>A &uacute;nica forma de se prevenir a dispers&atilde;o das doen&ccedil;as sexualmente transmitidas &eacute; atrav&eacute;s da localiza&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos que tiveram contato sexual com pessoas infectadas e determinar se estes tamb&eacute;m necessitam tratamento. Localizar a todos, entretanto, &eacute; bastante dif&iacute;cil, especialmente porque nem todos os casos s&atilde;o reportados.</p>
<p>AIDS (SIDA) e a hepatite B s&atilde;o transmitidas atrav&eacute;s do contato sexual, por&eacute;m estas doen&ccedil;as podem tamb&eacute;m ser transmitidas de outras formas.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que são capacidades motoras</title>
<link>http://oquee.org/desporto/treino/o-que-s%C3%A3o-capacidades-motoras.html</link>
<guid>http://oquee.org/desporto/treino/o-que-s%C3%A3o-capacidades-motoras.html</guid>
<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 17:20:07 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Existem cinco capacidades motoras: a resist&ecirc;ncia, a for&ccedil;a, a agilidade, a flexibilidade e a velocidade. O per&iacute;odo de desenvolvimento de cada uma das capacidades &eacute; diferente das outras. As capacidades motoras determinadas pelo factor gen&eacute;tico, raz&atilde;o pela qual os praticantes das diversas modalidades t&ecirc;m caracter&iacute;sticas pr&oacute;prias.</p>
<p>Os diferentes desportos exigem algumas capacidades motoras. Por exemplo, um bom ginasta deve ter muita agilidade, flexibilidade e for&ccedil;a, um bom velocista necessita de desenvolver muito a sua velocidade. No que toca ao factor gen&eacute;tico, para alguns desportos &eacute; necess&aacute;rio diferentes caracter&iacute;sticas gen&eacute;ticas. Um basquetebolista alto tem mais hip&oacute;teses para ser um bom jogador. Uma pessoa forte, por muito que se esforce, nunca conseguir&aacute; ser um campe&atilde;o de velocidade.</p>
<p>O treino de uma modalidade &eacute; muito importante para a forma&ccedil;&atilde;o de profissionais nas diversas modalidades. Para se atingir um bom desenvolvimento das capacidades motoras &eacute; necess&aacute;rio um treino, no entanto &eacute; de salientar que o treino n&atilde;o &eacute; solu&ccedil;&atilde;o para se tornar um profissional em qualquer modalidade. &Eacute; necess&aacute;rio ter em conta o factor gen&eacute;tico para escolher a modalidade certa para se praticar. Cada capacidade motora, sendo elas: a for&ccedil;a, a resist&ecirc;ncia, a agilidade, a flexiblidade e a velocidade, t&ecirc;m diferentes modos de se desenvolver.<span></span></p>
<p>Capacidades motoras</p>
<p>Capacidade refere-se &aacute;s qualidades inatas de uma pessoa como um talento, um potencial. Exemplos de capacidades motoras s&atilde;o a for&ccedil;a, a resist&ecirc;ncia, a flexibilidade, etc., enquanto a habilidade refere-se as coisas apreendidas desenvolvidas. A express&atilde;o capacidades motoras &eacute; a express&atilde;o mais correcta e precisa na terminologia internacional para definir os pressupostos dos movimentos desde os mais simples aos mais complexos.</p>
<p>Capacidades motoras condicionais e capacidades motoras coordenativas.</p>
<p>Capacidades condicionais s&atilde;o essencialmente determinadas pelas componentes en&eacute;rgicas predominando os processos de obten&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o de energia &ndash; car&aacute;cter quantitativo.</p>
<p>Capacidades coordenativas &ndash; s&atilde;o essencialmente determinadas pelo componente onde predominam os processos e condu&ccedil;&atilde;o snc s&atilde;o de car&aacute;cter qualitativo. Capacidades condicionais Fundamentalmente s&atilde;o fundamentadas atrav&eacute;s da efici&ecirc;ncia do metabolismo energ&eacute;tico. S&atilde;o determinadas pelos processos que conduzem &aacute; obten&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o de energia isto &eacute; os processos metab&oacute;licos nos m&uacute;sculos e sistemas org&acirc;nicos &ndash; for&ccedil;a, velocidade e flexibilidade.</p>
<p>For&ccedil;a - &eacute; a capacidade de reagir contra uma resist&ecirc;ncia base nos processos de enerva&ccedil;&atilde;o e metabolismo muscular. Capacidade de superar ou opor-se as resist&ecirc;ncias do movimento. Do desenvolvimento da for&ccedil;a pode ser Geral &ndash; quando visamos o desenvolvimento de todos os grupos musculares; Especificas &ndash; quando visamos o desenvolvimento de um ou v&aacute;rios grupos muscilares caracter&iacute;sticos dos gestos de cada modalidade.</p>
<p>Velocidade &ndash; &eacute; a capacidade de executar movimentos no mais curto espa&ccedil;o de tempo. &Eacute; a capacidade de executar ac&ccedil;&otilde;es motoras no m&iacute;nimo lapso de tempo, com intensidade m&aacute;xima e com dura&ccedil;&atilde;o n&atilde;o superior a 6/8 segundos. Resist&ecirc;ncia &ndash; &eacute; a capacidade de suportar e recuperar da fadiga ps&iacute;quica. Geral - quando &eacute; solicitada mais de 1/6 da massa muscular. &Eacute; limitada pelo sistema card&aacute;pio respirat&oacute;rio. Local: quando &eacute; solicitada menos de 1/6 da massa muscular total. &Eacute; determinada pela resist&ecirc;ncia geral pela for&ccedil;a e capacidade anaer&oacute;bica.</p>
<p>Flexibilidade: &eacute; a capacidade que o atleta tem para executar ao longo de toda a amplitude articular movimentos de grande amplitude por si mesmo ou por influencia auxiliar das for&ccedil;as externas. Geral &ndash; consiste na amplitude moral de oscila&ccedil;&otilde;es de articula&ccedil;&otilde;es especialmente nas principais articula&ccedil;&otilde;es.: ombro anca e coluna vertebral. Especifica &ndash; consiste na amplitude necess&aacute;ria para a realiza&ccedil;&atilde;o de movimentos espec&iacute;ficos de cada modalidade.</p>
<p>Capacidades coordenativas As capacidades coordenativas s&atilde;o capacidades determinadas essencialmente por componentes onde predominam os processos de condu&ccedil;&atilde;o nervosa isto &eacute; elas possuem a capacidade de organizar e regulamentar o movimento constituindo-se portanto na base para a aprendizagem a execu&ccedil;&atilde;o e dom&iacute;nio dos gestos t&eacute;cnicos.</p>
<p>Fundamentalmente na elabora&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o e no controle de execu&ccedil;&atilde;o sendo desenvolvidas pelos: - Analisadores t&aacute;cteis que informa&ccedil;&atilde;o sobre a press&atilde;o nas varias partes do corpo. - Pelos analisadores visuais que recolhem a imagem do mundo exterior. - Pelos analisadores est&aacute;ticos din&acirc;micos que informam sobre a acelera&ccedil;&atilde;o do corpo particularmente a posi&ccedil;&atilde;o da cabe&ccedil;a colaborando desta forma para a manuten&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio. ~ - Pelos analisadores ac&uacute;sticos por onde percebemos os sons e os ru&iacute;dos. - Pelos analisadores cinest&eacute;sicos por meio dos quais recebemos informa&ccedil;&otilde;es sobre tens&otilde;es produzidas pelos m&uacute;sculos.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que são e quais são as capacidades motoras desportivas</title>
<link>http://oquee.org/desporto/treino/o-que-s%25c3%25a3o-e-quais-s%25c3%25a3o-as-capacidades-motoras-desportivas.html</link>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 17:15:50 +0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel executar qualquer ac&ccedil;&atilde;o motora desportiva se n&atilde;o existirem um certo n&uacute;mero de capacidades.</p>
<p>Capacidades motoras desportivas s&atilde;o pois pressupostos do rendimento para a aprendizagem e realiza&ccedil;&atilde;o das ac&ccedil;&otilde;es motoras desportivas. Baseiam-se em predisposi&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas e desenvolvem-se atrav&eacute;s do treino. N&atilde;o s&atilde;o qualidades do movimento, mas sim pressupostos para que ele exista.</p>
<p><strong>Podemos dividir as capacidades motoras desportivas em dois &acirc;mbitos:</strong></p>
<p>- Condicionais<br /> - Coordenativas <span></span></p>
<p>As capacidades motoras condicionais s&atilde;o essencialmente determinadas pelos processos que conduzem &agrave; obten&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o da energia, isto &eacute;, nelas predominam os processos metab&oacute;licos nos m&uacute;sculos e sistemas org&acirc;nicos.</p>
<p>As capacidades motoras coordenativas s&atilde;o por sua vez essencialmente determinadas pelas componentes onde predominam os processos de condu&ccedil;&atilde;o do sistema nervoso central. Alguns autores consideram que algumas capacidades (a velocidade, por exemplo) dependem igualmente dos dois &acirc;mbitos, pelo que as classificam de coordenativo-condicionais.</p>
<p>No entanto n&oacute;s vamos Ter em conta exclusivamente os dois &acirc;mbitos atr&aacute;s citados, pelo que consideraremos capacidades condicionais a resist&ecirc;ncia, a for&ccedil;a, a velocidade e a flexibilidade; e capacidade de diferencia&ccedil;&atilde;o sensorial, a capacidade de observa&ccedil;&atilde;o, a capacidade de antecipa&ccedil;&atilde;o, a capacidade de ritmo, a capacidade de coordena&ccedil;&atilde;o motora, a capacidade de controlo motor, a capacidade de reac&ccedil;&atilde;o motora e a capacidade de express&atilde;o motora (servimo-nos da classifica&ccedil;&atilde;o das capacidades coordenativas proposta por P&ouml;hlmann por nos parecer a mais completa).</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é capacidade física?</title>
<link>http://oquee.org/desporto/treino/o-que-%C3%A9-capacidade-f%C3%ADsica.html</link>
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<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 00:00:57 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>As capacidades f&iacute;sicas indispens&aacute;veis para a execu&ccedil;&atilde;o das ac&ccedil;&otilde;es motoras compreendem essencialmente dois tipos: as quantitativas (condicionais) e as qualitativas (coordenativas).</strong></p>
<p>As capacidades condicionais s&atilde;o essencialmente determinadas pelos mecanismos que conduzem &agrave; obten&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o de energia, isto &eacute;, os processos metab&oacute;licos nos m&uacute;sculos e nos sistemas org&acirc;nicos. Portanto nelas predomina a condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. S&atilde;o essencialmente determinadas pelas componentes energ&eacute;ticas, por isso t&ecirc;m car&aacute;cter quantitativo. S&atilde;o: resist&ecirc;ncia e for&ccedil;a.</p>
<p>Nas capacidades coordenativas predomina a coordena&ccedil;&atilde;o. Relacionam-se com os processos de controlo do movimento dependentes do sistema nervoso central, por isso t&ecirc;m car&aacute;cter qualitativo. Estas capacidades &ldquo;permitem que o atleta consiga dominar de forma segura e econ&oacute;mica as ac&ccedil;&otilde;es motoras, tanto em situa&ccedil;&otilde;es previs&iacute;veis (estere&oacute;tipos), como imprevis&iacute;veis (adapta&ccedil;&atilde;o). &Eacute; atrav&eacute;s destas capacidades que o atleta consegue aprender relativamente depressa gestos motores, bem como regular eficazmente a tens&atilde;o muscular no tempo e no espa&ccedil;o&rdquo;. As suas formas de manifesta&ccedil;&atilde;o s&atilde;o: equil&iacute;brio, observa&ccedil;&atilde;o, controlo motor, reac&ccedil;&atilde;o motora, antecipa&ccedil;&atilde;o, express&atilde;o motora, representa&ccedil;&atilde;o, ritmo, diferencia&ccedil;&atilde;o cinest&eacute;sica, coordena&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&atilde;o espacial.</p>
<p>H&aacute; ainda quem considere que algumas capacidades dependem das duas dimens&otilde;es e por isso as designam por coordenativo/condicionais: velocidade, flexibilidade e destreza.</p>
<p>Ao grau de desenvolvimento das capacidades motoras chama-se condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. Esta pode ser melhorada e desenvolvida atrav&eacute;s do treino ou prepara&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. O seu desenvolvimento &eacute; a garantia para a aprendizagem e para a realiza&ccedil;&atilde;o eficaz dos movimentos desportivos, pois interv&eacute;m em maior ou menor grau em todas as actividades f&iacute;sicas, individuais ou colectivas.</p>
<h3>1. Resist&ecirc;ncia</h3>
<p>&Eacute; uma capacidade revelada pelo sistema muscular que permite realizar esfor&ccedil;os de longa dura&ccedil;&atilde;o, resistindo &agrave; fadiga e permitindo uma r&aacute;pida recupera&ccedil;&atilde;o depois dos esfor&ccedil;os, evitando a perda de efic&aacute;cia motora. &Eacute; pela adapta&ccedil;&atilde;o do sistema cardiopulmonar que se torna poss&iacute;vel vencer a fadiga. Esta pode ser considerada um limite para l&aacute; do qual o rendimento decresce ou p&aacute;ra totalmente.</p>
<p>Uma vez que o esfor&ccedil;o leva &agrave; fadiga, devem distinguir-se variantes destes dois conceitos.</p>
<p><strong>Quanto ao esfor&ccedil;o:</strong></p>
<p>&middot;    Esfor&ccedil;o absoluto &THORN; &eacute; um esfor&ccedil;o que, por ser muito intenso, n&atilde;o possibilita a recupera&ccedil;&atilde;o no seu decurso. Um exemplo pr&aacute;tico s&atilde;o as provas de velocidade.</p>
<p>&middot;    Esfor&ccedil;o relativo &THORN; &eacute; um esfor&ccedil;o com uma intensidade moderada e por isso &eacute; poss&iacute;vel a recupera&ccedil;&atilde;o relativa durante a sua realiza&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, nas provas de dist&acirc;ncia.</p>
<p><strong>Quanto &agrave; fadiga:</strong></p>
<p>&middot;    Fadiga local &THORN; &eacute; aquela que se revela somente nos m&uacute;sculos que foram utilizados no esfor&ccedil;o efectuado, tornando-os incapazes de realizar eficazmente uma ac&ccedil;&atilde;o, como acontece com as c&atilde;ibras.</p>
<p>&middot;   Fadiga geral &THORN; esta variante revela-se nos planos muscular e cardiopulmonar, sendo mais ou menos proporcional ao grau de intensidade do esfor&ccedil;o realizado. Pode manifestar-se pelo aparecimento de tonturas, acelera&ccedil;&atilde;o e arritmia das frequ&ecirc;ncias card&iacute;acas e respirat&oacute;rias, transpira&ccedil;&atilde;o, etc. Origina-se na incapacidade org&acirc;nica em satisfazer as necessidades energ&eacute;ticas ao n&iacute;vel muscular, quando extremamente solicitado.</p>
<p><strong>Treino da resist&ecirc;ncia</strong></p>
<p>&Eacute; fundamental desenvolver a resist&ecirc;ncia geral para se poder atingir um bom n&iacute;vel na resist&ecirc;ncia espec&iacute;fica de um desporto, qualquer que ele seja. Se a resist&ecirc;ncia geral for baixa, o treino n&atilde;o ser&aacute; muito eficaz, pois o aparecimento precoce da fadiga impossibilitar&aacute; a sua intensidade.</p>
<p>Para desenvolver esta capacidade conv&eacute;m praticar repetidamente exerc&iacute;cios de m&eacute;dia intensidade ou s&eacute;ries de corridas relativamente curtas, r&aacute;pidas ou, em certos casos, com varia&ccedil;&otilde;es de velocidade.</p>
<h3>2.For&ccedil;a</h3>
<p>For&ccedil;a &eacute; energia que permite deslocar objectos e vencer resist&ecirc;ncias externas, ou mesmo as do nosso pr&oacute;prio corpo, independentemente do factor tempo. Permite, assim, superar ou contrariar as resist&ecirc;ncias ao movimento, com base em for&ccedil;as internas (produzidas por contrac&ccedil;&atilde;o muscular, ac&ccedil;&otilde;es dos tend&otilde;es e ligamentos) e for&ccedil;as externas (gravidade, atrito, oposi&ccedil;&atilde;o).</p>
<p>Para al&eacute;m de ser necess&aacute;ria para o movimento, a for&ccedil;a aplica-se tamb&eacute;m:</p>
<p>na &ldquo;resist&ecirc;ncia muscular&rdquo;, que mais n&atilde;o &eacute; do que o uso prolongado desta capacidade;</p>
<p>na &ldquo;resist&ecirc;ncia &agrave; fadiga&rdquo;, que depende fundamentalmente da quantidade de sangue bombeado pelo cora&ccedil;&atilde;o em cada contrac&ccedil;&atilde;o sist&oacute;lica;</p>
<p>na &ldquo;velocidade&rdquo;, que n&atilde;o seria poss&iacute;vel sem n&iacute;veis de for&ccedil;a adequados.</p>
<p><strong>A for&ccedil;a tem como variantes:</strong></p>
<p>for&ccedil;a m&aacute;xima</p>
<p>for&ccedil;a r&aacute;pida ou pot&ecirc;ncia[1]</p>
<p>for&ccedil;a resistente.</p>
<p><strong>Pode ainda ser:</strong></p>
<p>geral, quando &eacute; visada a potencia&ccedil;&atilde;o de todos os grupos musculares;</p>
<p>espec&iacute;fica, se pretendemos desenvolver um ou v&aacute;rios grupos musculares caracter&iacute;sticos dos gestos desportivos de uma determinada modalidade.</p>
<p><strong>Treino da for&ccedil;a </strong></p>
<p>Para que esta capacidade seja correctamente treinada &eacute; preciso saber que a fibra muscular se contrai de acordo com a &laquo;lei do tudo ou nada&raquo;, isto &eacute;, ou n&atilde;o se contrai, ou, quando o faz, &eacute; sempre no limite m&aacute;ximo das suas possibilidades. Por isso o treino desta faculdade neuromuscular tem de visar a estimula&ccedil;&atilde;o dos grupos musculares perto dos seus limites m&aacute;ximos e tendo em considera&ccedil;&atilde;o os seguintes princ&iacute;pios:</p>
<p>esfor&ccedil;os de curta dura&ccedil;&atilde;o com cargas elevadas;</p>
<p>intervalos prolongados (recupera&ccedil;&atilde;o total);</p>
<p>n&uacute;mero pequeno de repeti&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Este &eacute; o m&eacute;todo que permite estimular o maior n&uacute;mero de unidades motoras (sendo cada uma destas o conjunto que integra um determinado n&uacute;mero de fibras musculares e o neur&oacute;nio sobre o qual este actua) e, consequentemente, um maior desenvolvimento da for&ccedil;a.</p>
<p><strong>No treino da for&ccedil;a utilizam-se tr&ecirc;s tipos de cargas:</strong></p>
<p>carga m&aacute;xima &ndash; onde s&oacute; se consegue uma ou duas repeti&ccedil;&otilde;es e todas as fibras musculares s&atilde;o solicitadas, sendo o factor preponderante a resist&ecirc;ncia m&aacute;xima a vencer;</p>
<p>carga subm&aacute;xima com muitas repeti&ccedil;&otilde;es &ndash; procura-se o n&iacute;vel de resist&ecirc;ncia de for&ccedil;a (quando as fibras utilizadas se fatigam s&atilde;o substitu&iacute;das por outras, at&eacute; que todas estejam cansadas), sendo os factores preponderantes o volume e a dura&ccedil;&atilde;o;</p>
<p>carga subm&aacute;xima com velocidade m&aacute;xima &ndash; a velocidade vai solicitar o trabalho de todas as fibras, sendo o factor preponderante a velocidade de execu&ccedil;&atilde;o do movimento.</p>
<p><strong>O trabalho muscular pode revestir essencialmente duas formas:</strong></p>
<p>trabalho isom&eacute;trico (ou contrac&ccedil;&atilde;o est&aacute;tica) ? trabalho muscular sem produ&ccedil;&atilde;o de movimento: o m&uacute;sculo n&atilde;o altera o comprimento e o trabalho produzido &eacute; nulo, a resist&ecirc;ncia e a contrac&ccedil;&atilde;o s&atilde;o iguais, portanto n&atilde;o h&aacute; movimento;</p>
<p>trabalho isot&oacute;nico (ou contrac&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica) ? existe movimento durante a produ&ccedil;&atilde;o de energia muscular. &Eacute; o mais vulgar e pode apresentar dois tipos distintos de contrac&ccedil;&atilde;o:</p>
<p>conc&ecirc;ntrica &ndash; quando o esfor&ccedil;o muscular vence a resist&ecirc;ncia. Por exemplo, quando, em suspens&atilde;o numa barra, se faz flex&atilde;o de bra&ccedil;os;</p>
<p>exc&ecirc;ntrica &ndash; quando a resist&ecirc;ncia vence a for&ccedil;a muscular empregue. Por exemplo, quando em suspens&atilde;o numa barra, de bra&ccedil;os flectidos e queixo ao n&iacute;vel da barra, somos puxados para baixo por uma for&ccedil;a que n&atilde;o conseguimos vencer, e baixamos lentamente.</p>
<p>Assim, sendo o objectivo o aumento da for&ccedil;a f&iacute;sica do atleta, &eacute; indispens&aacute;vel utilizar todos os movimentos capazes de aumentar o n&uacute;mero de fibras em regime de esfor&ccedil;o, provocando uma m&uacute;ltipla contrac&ccedil;&atilde;o, e tamb&eacute;m aumentar a frequ&ecirc;ncia das transmiss&otilde;es de impulsos &agrave;s fibras, com a finalidade de as manter em constante tens&atilde;o. &Eacute; para alcan&ccedil;ar estes objectivos que se utiliza o sistema de repeti&ccedil;&otilde;es e rapidez no exerc&iacute;cio.</p>
<h4>Os testes de condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica</h4>
<p>Os testes de condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica que podem ser usados nas aulas s&atilde;o:</p>
<p>1.    For&ccedil;a r&aacute;pida de pernas &ndash; sem corrida de balan&ccedil;o, salto horizontal a p&eacute;s juntos, com a extens&atilde;o do corpo e a ajuda do movimento dos bra&ccedil;os;</p>
<p>2.      For&ccedil;a r&aacute;pida de bra&ccedil;os &ndash; lan&ccedil;amento de uma bola &agrave; dist&acirc;ncia m&aacute;xima, em p&eacute;, em posi&ccedil;&atilde;o fixa;</p>
<p>3.      For&ccedil;a resistente de bra&ccedil;os (1) &ndash; deitado de costas no solo e agarrando com as m&atilde;os uma barra colocada ao alcance dos bra&ccedil;os estendidos, executar o maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de flex&otilde;es de bra&ccedil;os em 30 segundos;</p>
<p>4.      For&ccedil;a resistente de bra&ccedil;os (2) &ndash; deitado facialmente no solo, executar o maior n&uacute;mero de flex&otilde;es de bra&ccedil;os em 30 segundos, tendo as m&atilde;os apoiadas no banco sueco ou no plinto;</p>
<p>5.      For&ccedil;a resistente abdominal &ndash; deitado de costas no solo e de pernas flectidas e unidas, fazer o maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de flex&otilde;es do tronco em 30 segundos;</p>
<p>6.      For&ccedil;a resistente dorsal &ndash; deitado de frente ou facialmente no solo, com os p&eacute;s presos no espaldar, realizar o maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de eleva&ccedil;&otilde;es do tronco em 30 segundos;</p>
<p>7.      For&ccedil;a resistente de pernas &ndash; em 30 segundos, dar o maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de saltos a p&eacute;s juntos, de frente, saltitando entre cada salto sobre um banco sueco.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Caracterização das capacidades motoras</title>
<link>http://oquee.org/desporto/treino/caracterizacao-das-capacidades-motoras.html</link>
<guid>http://oquee.org/desporto/treino/caracterizacao-das-capacidades-motoras.html</guid>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 23:47:52 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <h3>Capacidades Condicionais</h3>
<p align="justify"><strong>Resist&ecirc;ncia</strong></p>
<p align="justify">Resist&ecirc;ncia aer&oacute;bia -  capacidade que est&aacute; associada &aacute;s &ldquo;performances&rdquo; prolongadas no tempo,  de baixa ou m&eacute;dia intensidade. Pressup&otilde;e um equil&iacute;brio entre o oxig&eacute;nio  que est&aacute; a ser necess&aacute;rio para o trabalho muscular e o que est&aacute; a ser  transportado na circula&ccedil;&atilde;o at&eacute; ao tecido muscular.</p>
<p align="justify"><strong>Metabolismo:</strong></p>
<ul>
<li> lip&iacute;dico</li>
<li> glicose aer&oacute;bia</li>
</ul>
<p align="justify">Resist&ecirc;ncia anaer&oacute;bia (al&aacute;ctica e l&aacute;ctica) - capacidade de realizar esfor&ccedil;os de elevada intensidade em curtos espa&ccedil;os de tempo.</p>
<p align="justify">Metabolismo:</p>
<ul>
<li> Fosfocreatina</li>
<li> glicog&eacute;nio<span> </span> </li>
</ul>
<p align="justify"><strong>Treino da resist&ecirc;ncia com crian&ccedil;as e jovens:</strong></p>
<p align="justify">A  capacidade condicional resist&ecirc;ncia pressup&otilde;e um complexo de fen&oacute;menos  biol&oacute;gicos e fisiol&oacute;gicos e portanto deve ser analisada sob os  seguintes aspectos:</p>
<ol type="a">
<li> Composi&ccedil;&atilde;o da musculatura esquel&eacute;tica</li>
<li> Sistema cardio-circulat&oacute;rio</li>
<li> Metabolismo energ&eacute;tico</li>
</ol>
<p align="justify">Quadro 1- Rela&ccedil;&atilde;o capacidade/escal&atilde;o et&aacute;rio</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="4" width="90%" align="center">
<tbody>
<tr bgcolor="#006600">
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center"><strong>Escal&atilde;o (anos)</strong></p>
</td>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center"><strong>Capacidade</strong></p>
</td>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center"><strong>Intensidade</strong></p>
</td>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center"><strong>Volume</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center">6/10 - 10/13</p>
</td>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center">Aer&oacute;bia</p>
</td>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center">Baixa</p>
</td>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center">Alto</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center">13/15 - 15/17</p>
</td>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center">Anaer&oacute;bia</p>
</td>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center">Alta</p>
</td>
<td width="25%" height="22" valign="top">
<p align="center">M&eacute;dio</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify"><strong>Alguns princ&iacute;pios metodol&oacute;gicos a respeitar:</strong>&nbsp;</p>
<ul>
<li> Corridas variadas no pavilh&atilde;o com a mesma intensidade</li>
<li> Pequenos jogos l&uacute;dicos</li>
<li> Jogos desportivos sob a forma simplificada</li>
<li> Corridas no pavilh&atilde;o utilizando diferentes intensidades</li>
<li> Jogos desportivos com regras adaptadas de forma a n&atilde;o existirem muitas interrup&ccedil;&otilde;es</li>
<li> Corridas com diversas dura&ccedil;&otilde;es em que &eacute; aumentada a intensidade na parte final</li>
</ul>
<p align="justify"><strong>Exerc&iacute;cios Pr&aacute;ticos</strong></p>
<p align="justify"><strong>1.</strong> <strong>Objectivos</strong>: Desenvolver a Resist&ecirc;ncia Aer&oacute;bia</p>
<p align="justify"><strong>Descri&ccedil;&atilde;o</strong>: Dois grupos de atletas, nos cantos do pavilh&atilde;o. Durante 20&rsquo; tentam manter as suas dist&acirc;ncias passando pelos sinalizadores</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><img src="http://www.futsalportugal.net/site/userimages/motor02.jpg" border="0" width="366" height="127" /></p>
<p align="justify"><strong>2.</strong> <strong>Objectivos</strong>: Desenvolver a Resist&ecirc;ncia Anaer&oacute;bia</p>
<p align="justify"><strong>Descri&ccedil;&atilde;o</strong>:  Os atletas realizam os exerc&iacute;cios nas esta&ccedil;&otilde;es, ao apito sprintam at&eacute;  ao cone exterior em seguida para o interior e efectuam o exerc&iacute;cio  proposto, assim sucessivamente at&eacute; percorrer todas as esta&ccedil;&otilde;es (2 a 2  mas s&oacute; 1 &eacute; que trabalha de cada vez). 30&rsquo;&rsquo; em cada esta&ccedil;&atilde;o/ 1&rsquo;30&rsquo;&rsquo; rec.</p>
<table border="0" width="90%" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><strong>1 - Passe de 1&ordf;</strong></td>
<td><strong>2 - Passe com a planta do p&eacute; </strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>3 - Passe e recep&ccedil;&atilde;o (tenso)</strong></td>
<td><strong>4 - Saltos de cabe&ccedil;a</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.futsalportugal.net/site/userimages/motor03.jpg" border="0" width="369" height="144" /></p>
<p align="justify"><strong>3. Objectivos</strong>: Melhorar a resist&ecirc;ncia anaer&oacute;bia al&aacute;ctica</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Treino da flexibilidade com crianças e jovens</title>
<link>http://oquee.org/desporto/treino/treino-da-flexibilidade-com-crian%25c3%25a7as-e-jovens.html</link>
<guid>http://oquee.org/desporto/treino/treino-da-flexibilidade-com-crian%25c3%25a7as-e-jovens.html</guid>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 23:40:03 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Com base nas modifica&ccedil;&otilde;es do desenvolvimento nos diferentes escal&otilde;es et&aacute;rios no &acirc;mbito do aparelho motor activo e passivo, &eacute; diferente a forma como a flexibilidade se manifesta nas crian&ccedil;as e nos jovens.</p>
<p>Assim, no escal&atilde;o et&aacute;rio dos 6 aos 10 anos as crian&ccedil;as apresentam uma boa capacidade de flex&atilde;o nas articula&ccedil;&otilde;es coxo-femural e esc&aacute;pulo-umeral, mas h&aacute; uma tend&ecirc;ncia para a redu&ccedil;&atilde;o na capacidade de abdu&ccedil;&atilde;o das pernas e na execu&ccedil;&atilde;o &agrave; retaguarda dos bra&ccedil;os.</p>
<p>Como consequ&ecirc;ncia dever&atilde;o ser executados exerc&iacute;cios que melhorem estas capacidades. Nas modalidades desportivas que exigem uma elevada capacidade de flexibilidade como por exemplo a gin&aacute;stica desportiva, r&iacute;tmica desportiva, etc., podemos iniciar o treino da flexibilidade espec&iacute;fica embora o predom&iacute;nio deva incidir ainda no treino da flexibilidade geral.</p>
<p>No escal&atilde;o et&aacute;rio dos 10 aos 13 anos &eacute; poss&iacute;vel continuar a melhorar a flexibilidade desde que treinada com assiduidade e continuidade. Neste escal&atilde;o et&aacute;rio poder-se-&aacute; incrementar o treino da flexibilidade espec&iacute;fica.</p>
<p>No escal&atilde;o et&aacute;rio dos 13 aos 15 anos que corresponde ao per&iacute;odo pubert&aacute;rio, verifica-se, por vezes, um crescimento anual muito acentuado o que poder&aacute; conduzir a uma redu&ccedil;&atilde;o da capacidade de flexibilidade. O treino da flexibilidade neste escal&atilde;o et&aacute;rio exige um certo cuidado j&aacute; que, como consequ&ecirc;ncia do acentuado crescimento, diminui a cargabilidade do aparelho motor passivo, particularmente ao n&iacute;vel da coluna vertebral e das articula&ccedil;&otilde;es coxo-femural.</p>
<p>Com a entrada na adolesc&ecirc;ncia consolida-se o desenvolvimento do aparelho motor pelo que o treino poder&aacute; ser semelhante ao do adulto.</p>
<p>Pelo atr&aacute;s exposto em rela&ccedil;&atilde;o ao treino com crian&ccedil;as e jovens, podemos concluir que para o planeamento e execu&ccedil;&atilde;o do treino da flexibilidade o treinador deve ter em conta as particularidades inerentes a cada escal&atilde;o et&aacute;rio.</p>
<h3>Capacidades Coordenativas</h3>
<p>Uma boa disponibilidade para o movimento e um bom desenvolvimento ao n&iacute;vel das capacidades coordenativas s&atilde;o aspectos significativos e determinantes no quadro da forma&ccedil;&atilde;o corporal dos atletas (Holz, 1977; Hirtz, 1981). Consequentemente, o desenvolvimento das fun&ccedil;&otilde;es e estruturas org&acirc;nicas e psico-f&iacute;sicas dos jovens praticantes reveste uma import&acirc;ncia pedag&oacute;gica e social, como garante de faculdades motoras adequadas para o rendimento e profissional, assim como eficaz desempenho nas actividades de lazer e de vida di&aacute;ria.</p>
<p><strong>O Conceito de Capacidades Coordenativas</strong></p>
<p>As capacidades coordenativas s&atilde;o uma classe das capacidades motoras e, conjuntamente com as capacidades condicionais e as habilidades motoras, elementos da capacidade de rendimento corporal (Hirtz, 1986)</p>
<p><strong>Componentes das Capacidades Coordenativas</strong></p>
<ul>
<li>As Capacidades coordenativas B&aacute;sicas </li>
<li>Capacidade de Controlo Motor- baseia-se nas componentes de coordena&ccedil;&atilde;o da capacidade de diferencia&ccedil;&atilde;o cinest&eacute;sica, da capacidade de orienta&ccedil;&atilde;o espacial e da capacidade de equil&iacute;brio.</li>
<li>Capacidade de Aprendizagem Motora- depende da capacidade de aprendizagem motora ainda mais da capacidade de controlo motor.</li>
<li>Capacidade de Adapta&ccedil;&atilde;o e readapta&ccedil;&atilde;o Motoras- repousa nos mecanismos da apreens&atilde;o, do tratamento a da reten&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o.</li>
<li>A Classifica&ccedil;&atilde;o geralmente considerada &eacute; a de Hirtz (1986) que subordina &aacute;s tr&ecirc;s capacidades b&aacute;sicas cinco capacidades fundamentais de coordena&ccedil;&atilde;o:</li>
<li>Capacidade de orienta&ccedil;&atilde;o espacial- faculdade de se aperceber das modifica&ccedil;&otilde;es espaciais &aacute; medida que elas interv&ecirc;m na execu&ccedil;&atilde;o dos movimentos.</li>
<li>Capacidade de Diferencia&ccedil;&atilde;o Cinest&eacute;sica- faculdade de controlar as informa&ccedil;&otilde;es provenientes da musculatura, de apenas reter as mais importantes e de dosear, em consequ&ecirc;ncia, a for&ccedil;a a empregar.</li>
<li> Capacidade de reac&ccedil;&atilde;o- faculdade de analisar rapidamente a situa&ccedil;&atilde;o e de lhe aplicar a resposta motora mais adequada.</li>
<li>Capacidade de Ritmo- faculdade de imprimir uma certa cad&ecirc;ncia &aacute; realiza&ccedil;&atilde;o de um movimento ou de &ldquo;apanhar&rdquo; essa cad&ecirc;ncia se ela &eacute; dada.</li>
<li>Capacidade de Equil&iacute;brio- faculdade de manter uma posi&ccedil;&atilde;o, mesmo em condi&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis, ou de recuperar rapidamente se ela &eacute; perturbada.</li>
</ul>
<h4>Mas o que ser&aacute; ent&atilde;o Coordena&ccedil;&atilde;o?</h4>
<p>A coordena&ccedil;&atilde;o do movimento, de acordo com a idade, &eacute; a interac&ccedil;&atilde;o harmoniosa e, na medida do poss&iacute;vel, econ&oacute;mica, dos m&uacute;sculos, nervos e &oacute;rg&atilde;os dos sentidos, com o fim de produzir ac&ccedil;&otilde;es cin&eacute;ticas precisas e equilibradas e reac&ccedil;&otilde;es r&aacute;pidas e adaptadas &aacute; situa&ccedil;&atilde;o.</p>
<h3>O Desenvolvimento das Capacidades Coordenativas na Crian&ccedil;a</h3>
<p>Contrariamente &aacute;s capacidades condicionais, as capacidades coordenativas caracterizam-se por uma fase de desenvolvimento din&acirc;mico nos primeiros anos, a que se segue um desenvolvimento lento ou mesmo um per&iacute;odo de estagna&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Esta estagna&ccedil;&atilde;o deve-se fundamentalmente a dois factores:</p>
<ul>
<li> termo de desenvolvimento do sistema nervoso central</li>
<li> matura&ccedil;&atilde;o sexual (reorganiza&ccedil;&atilde;o coordenativa)</li>
</ul>
<p>O desenvolvimento destas capacidades n&atilde;o decorre de forma unit&aacute;ria mas sim diferenciada de capacidade para capacidade, por esta ordem:</p>
<ul>
<li>cap. diferencia&ccedil;&atilde;o cinest&eacute;sica</li>
<li> cap. reac&ccedil;&atilde;o</li>
<li> cap. ritmo</li>
<li> cap. equil&iacute;brio</li>
<li> cap. de orienta&ccedil;&atilde;o espacial</li>
</ul>
<p>Modelo de condu&ccedil;&atilde;o do processo de treino</p>
<p>1 - Diagn&oacute;stico<br /> - Testes (terreno e laboratoriais)</p>
<p>2 - Objectivos<br /> - de acordo com a realidade do clube</p>
<p>3 - Conte&uacute;dos<br /> - t&aacute;cticos<br /> - t&eacute;cnicos<br /> - f&iacute;sicos<br /> - psicol&oacute;gicos</p>
<p>4 - Planeamento<br /> - anual<br /> - mensal (mesociclo)<br /> - semanal (microciclo)<br /> - di&aacute;rio (unidade de treino)</p>
<p>5 - Unidades de treino<br /> - parte inicial/fundamental/final</p>
<p>6 - Controlo e Avalia&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica<br /> - testes<br /> - estat&iacute;sticas<br /> - semanal/mensal/ap&oacute;s jogo</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Capacidades coordenativo / condicionais</title>
<link>http://oquee.org/desporto/treino/capacidades-coordenativo-condicionais.html</link>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 23:32:27 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <h3>1. Velocidad</h3>
<p>A velocidade &eacute; a capacidade motora que permite a m&aacute;xima rapidez de execu&ccedil;&atilde;o de um movimento (ac&ccedil;&atilde;o motora) ou de uma s&eacute;rie de movimentos.</p>
<h4>Tem como variantes:</h4>
<p><strong>- Velocidade de reac&ccedil;&atilde;o ou de resposta a est&iacute;mulos sensoriais ou volitivos.</strong> Pode medir-se tendo em conta o intervalo que decorre entre o est&iacute;mulo e a resposta motora, a que chamamos &laquo;tempo de reac&ccedil;&atilde;o&raquo;. A velocidade de reac&ccedil;&atilde;o pode ser volunt&aacute;ria ou involunt&aacute;ria (&ldquo;reflexos&rdquo;).</p>
<p>O &laquo;tempo de reac&ccedil;&atilde;o&raquo; da velocidade volunt&aacute;ria depende:</p>
<ul>
<li>da velocidade de percep&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de cada &oacute;rg&atilde;o sensorial;</li>
<li> da capacidade que os centros nervosos possuem de tratar ou transformar informa&ccedil;&atilde;o (recep&ccedil;&atilde;o dos est&iacute;mulos sensoriais) em impulsos motores adequados;</li>
<li> da rapidez de contrac&ccedil;&atilde;o dos m&uacute;sculos em causa.</li>
</ul>
<p>Na velocidade involunt&aacute;ria, o comando motor parte, n&atilde;o dos centros cerebrais (caminho mais longo), mas da espinal medula (caminho mais curto). Assim, a informa&ccedil;&atilde;o recebida e a resposta dada processam-se mais rapidamente. &Eacute; exemplo disto o &laquo;arco reflexo&raquo;, mecanismo biol&oacute;gico de defesa, segundo o qual o tempo de resposta motora a um est&iacute;mulo considerado perigoso &eacute; encurtado ao m&iacute;nimo tempo poss&iacute;vel.</p>
<p><strong>- Velocidade de contrac&ccedil;&atilde;o &mdash; toda a ac&ccedil;&atilde;o motora depende da capacidade de encurtamento (contr&aacute;ctil) das fibras musculares.</strong> A velocidade de contrac&ccedil;&atilde;o depende do grau de coordena&ccedil;&atilde;o neuromuscular e da condi&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica da musculatura e tem a ver com v&aacute;rios aspectos: tipo e dimens&atilde;o das alavancas muscularmente accionadas, velocidade de reac&ccedil;&atilde;o motora ao est&iacute;mulo nervoso, n&iacute;vel de coordena&ccedil;&atilde;o neuromuscular e condi&ccedil;&atilde;o em que se encontram os m&uacute;sculos solicitados.</p>
<p>Outras formas de manifesta&ccedil;&atilde;o:</p>
<p><strong>- velocidade de acelera&ccedil;&atilde;o;<br /> - velocidade de execu&ccedil;&atilde;o;<br /> - velocidade de resist&ecirc;ncia;<br /> - velocidade de repeti&ccedil;&atilde;o.</strong></p>
<p><strong>Treino da velocidade</strong></p>
<p>Tendo a ver com aspectos org&acirc;nicos, funcionais e estruturais, inatos e heredit&aacute;rios, s&oacute; dentro de certos limites, a velocidade, especialmente a contr&aacute;ctil, pode evoluir (um jovem estruturalmente lento nunca ser&aacute; decerto um campe&atilde;o de velocidade). Por&eacute;m, pode ser beneficiada por exerc&iacute;cios de potencia&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica pr&oacute;prios para desenvolver as qualidades musculares.</p>
<p><strong>Para melhorar a velocidade de qualquer tipo de movimento &eacute; necess&aacute;rio:</strong></p>
<ul>
<li>p&ocirc;r em condi&ccedil;&otilde;es o m&uacute;sculo interessado;</li>
<li> executar o movimento desejado &agrave; m&aacute;xima velocidade poss&iacute;vel, de acordo com o princ&iacute;pio que velocidade engendra velocidade;</li>
<li> aperfei&ccedil;oar a coordena&ccedil;&atilde;o dos movimentos;</li>
<li> estar atento ao relaxamento.</li>
</ul>
<p><strong>Portanto o treino deve processar-se dentro dos seguintes princ&iacute;pios:</strong></p>
<ul>
<li>esfor&ccedil;os &ndash; curtos, intensos &agrave; m&aacute;xima velocidade de execu&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel;</li>
<li> intervalos &ndash; que possibilitem uma boa recupera&ccedil;&atilde;o entre os esfor&ccedil;os;</li>
<li> repeti&ccedil;&otilde;es &ndash; as poss&iacute;veis, desde que a fadiga n&atilde;o surja como inibidora do desempenho da velocidade.</li>
</ul>
<p>Todo o tipo de ac&ccedil;&otilde;es explosivas, que impliquem respostas r&aacute;pidas a est&iacute;mulos variados, passando de posturas est&aacute;ticas a din&acirc;micas, de formas de movimento lento ou moderado a outras velozes ou em acelera&ccedil;&atilde;o, partidas em velocidade, saltos e lan&ccedil;amentos s&atilde;o outros exerc&iacute;cios espec&iacute;ficos que permitem o correcto desenvolvimento desta capacidade.</p>
<h3>2. Flexibilidade</h3>
<p>A flexibilidade &eacute; tamb&eacute;m designada como &laquo;mobilidade articular&raquo; e &eacute; a capacidade motora que permite executar todo o tipo de movimentos articulares de um modo o mais descontra&iacute;do poss&iacute;vel e com a maior amplitude articular. Isto&nbsp;&eacute; realizado atrav&eacute;s da elasticidade muscular e da mobilidade articular.</p>
<p><strong>Depende particularmente dos factores seguintes:</strong></p>
<ul>
<li>dos limites poss&iacute;veis de mobilidade articular, considerando sobretudo as estruturas &oacute;sseas que integram a articula&ccedil;&atilde;o em causa, assim como os grupos musculares opostos ao movimento;</li>
<li>&nbsp;da &aacute;rea das superf&iacute;cies cartilaginosas, que podem ser aumentadas, quando se efectuam movimentos de um modo amplo, ou reduzidas, no caso contr&aacute;rio;</li>
<li>do comprimento do sistema ligamentoso de sustenta&ccedil;&atilde;o, suscept&iacute;vel de aumento atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio;</li>
<li>dos n&iacute;veis de descontrac&ccedil;&atilde;o e comprimento dos grupo musculares opostos ao movimento.</li>
</ul>
<p><strong>Variantes da flexibilidade:</strong></p>
<ul>
<li>flexibilidade geral</li>
<li>flexibilidade espec&iacute;fica (uma s&oacute; articula&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>flexibilidade activa (sem ajuda)</li>
<li>flexibilidade passiva (com ajuda)</li>
</ul>
<p><strong>Treino da flexibilidade</strong></p>
<p>Trata-se de uma capacidade motora que facilita a execu&ccedil;&atilde;o dos movimentos, mas n&atilde;o deve ser trabalhada em excesso, para n&atilde;o provocar deforma&ccedil;&otilde;es das articula&ccedil;&otilde;es e dos ligamentos. Com o avan&ccedil;o da idade vai-se irremediavelmente perdendo.</p>
<p>O seu treino assenta na repeti&ccedil;&atilde;o, de modo descontra&iacute;do, de movimentos progressivamente mais amplos, efectuando insist&ecirc;ncias, ou for&ccedil;ando mesmo, no sentido de obter uma maior amplitude articular e o alongamento dos grupos musculares que se op&otilde;em ao movimento.</p>
<p><strong>Testes de condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica</strong></p>
<p>1.&nbsp;Flexibilidade geral &ndash; em p&eacute;, de pernas unidas e esticadas, flex&atilde;o do tronco &agrave; frente, medindo a dist&acirc;ncia alcan&ccedil;ada com os dedos das m&atilde;os;&nbsp;</p>
<p>2.&nbsp;Flexibilidade geral &ndash; partindo da posi&ccedil;&atilde;o de deitado dorsal, realizar a ponte, aguentando aposi&ccedil;&atilde;o em amplitude m&aacute;xima durante tr&ecirc;s segundos.</p>
<h3>3. Destreza geral</h3>
<p>A destreza geral &eacute; muitas vezes designada por &ldquo;coordena&ccedil;&atilde;o neuromuscular&rdquo; e consiste na ac&ccedil;&atilde;o harmoniosa&nbsp;entre todos os grupos musculares que interv&ecirc;m, directa ou indirectamente, em movimentos complexos, permitindo que estes sejam precisos, &aacute;geis e sem hesita&ccedil;&otilde;es &ndash; todos os grupos musculares actuam no momento exacto, com os n&iacute;veis de velocidade e intensidade requeridos, como que fazendo uma s&iacute;ntese pr&aacute;tica das v&aacute;rias capacidades motoras, quer condicionais, quer coordenativas.</p>
<p>&Agrave; capacidade de m&uacute;tuo controle entre os v&aacute;rios grupos musculares no sentido de dar ao movimento, quer o &laquo;timing&raquo;, quer a precis&atilde;o devidos, d&aacute;-se o nome de sinergia.</p>
<p><strong>Treino da destreza</strong></p>
<p>O desenvolvimento desta capacidade implica a repeti&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica e sistematizada dos movimentos desejados, numa primeira fase, tomando consci&ecirc;ncia dos mesmo, e depois, visando a sua progressiva automatiza&ccedil;&atilde;o, libertando a interven&ccedil;&atilde;o cerebral para outros fins. Obt&eacute;m-se assim uma melhoria em termos de velocidade, efic&aacute;cia, precis&atilde;o e conserva&ccedil;&atilde;o de energia em movimentos complexos.</p>
<p>Desenvolve-se tamb&eacute;m pela pr&aacute;tica de movimentos sim&eacute;tricos, assim&eacute;tricos e combinados.</p>
<p><strong>Teste de condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica</strong></p>
<p>Destreza geral &ndash; num percurso constitu&iacute;do por duas linhas de nove metros, tendo em cada uma das extremidades um quadrado desenhado, partir do ponto inicial para ir apanhar o objecto que est&aacute; no quadrado e traz&ecirc;-lo para a partida, colocando-o no outro quadrado. Fazer o percurso duas vezes sem parar, cronometrando o tempo gasto.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é diabetes?</title>
<link>http://oquee.org/medicina/o-que-%C3%A9-diabetes.html</link>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 20:57:50 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Diabetes &ndash; Processo de intoler&acirc;ncia &agrave; glicose, que se traduz, convencionalmente, na eleva&ccedil;&atilde;o do &ldquo;a&ccedil;ucar&rdquo; no sangue e sua presen&ccedil;a eventual na urina. Doen&ccedil;a provocada pela defici&ecirc;ncia de produ&ccedil;&atilde;o e/ou de a&ccedil;&atilde;o da insulina, que leva a sintomas agudos e a complica&ccedil;&otilde;es cr&ocirc;nicas caracter&iacute;sticas. O dist&uacute;rbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das prote&iacute;nas e tem graves conseq&uuml;&ecirc;ncias tanto quando surge rapidamente como quando se instala lentamente.<span></span></p>
<p>A diabetes mellitus &eacute; um s&iacute;ndrome caracterizado por hiperglic&eacute;mia cr&oacute;nica, ou seja, o n&iacute;vel de a&ccedil;&uacute;car no sangue est&aacute; aumentado para l&aacute; dos valores normais, devido a uma perturba&ccedil;&atilde;o no funcionamento da hormona insulina.</p>
<p>Normalmente o que a insulina faz &eacute; facilitar a entrada da glicose que est&aacute; em circula&ccedil;&atilde;o nas c&eacute;lulas que a v&atilde;o utilizar na produ&ccedil;&atilde;o de energia para o seu funcionamento. Se a insulina n&atilde;o existe ou n&atilde;o funciona, a glicose mant&eacute;m-se no sangue e d&aacute; hiperglic&eacute;mia.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Tipo I (DM1) de diabetes</title>
<link>http://oquee.org/medicina/tipo-i-dm1-de-diabetes.html</link>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 20:53:14 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Tipo I (DM1), que se chama vulgarmente diabetes insulino-dependente. Na diabetes tipo I, o que acontece &eacute; uma falta de insulina, de forma que o funcionamento normal da insulina n&atilde;o acontece. A causa para a falta de insulina &eacute; uma les&atilde;o nas c&eacute;lulas do p&acirc;ncreas que a produzem: as c&eacute;lulas b dos ilh&eacute;us de Langerhans. Geralmente essa les&atilde;o d&aacute;-se porque o sistema imunit&aacute;rio do indiv&iacute;duo reage contra essas c&eacute;lulas, destruindo-as. Isso acontece por engano porque o organismo as identifica como corpos estranhos. Este tipo de rea&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m ocorre em outras doen&ccedil;as, como esclerose m&uacute;ltipla, Lupus e doen&ccedil;as da tire&oacute;ide.<span></span></p>
<p>A DM1 surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena.) Quando isso acontece, &eacute; preciso tomar insulina para viver e se manter saud&aacute;vel. As pessoas precisam de inje&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias de insulina para regularizar o metabolismo do a&ccedil;&uacute;car. Pois, sem insulina, a glicose n&atilde;o consegue chegar at&eacute; &agrave;s c&eacute;lulas, que precisam dela para queimar e transform&aacute;-la em energia. As altas taxas de glicose acumulada no sangue, com o passar do tempo, podem afetar os olhos, rins, nervos ou cora&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A maioria das pessoas com DM1 desenvolve grandes quantidades de auto-anticorpos, que circulam na corrente sangu&iacute;nea algum tempo antes da doen&ccedil;a ser diagnosticada. Os anticorpos s&atilde;o prote&iacute;nas geradas no organismo para destruir germes ou v&iacute;rus. Auto-anticorpos s&atilde;o anticorpos com &ldquo;mau comportamento&rdquo;, ou seja, eles atacam os pr&oacute;prios tecidos do corpo de uma pessoa. Nos casos de DM1, os auto-anticorpos podem atacar as c&eacute;lulas que a produzem.</p>
<p>N&atilde;o se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o DM1. Sabe-se que h&aacute; casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predisp&otilde;em &agrave; doen&ccedil;a. Mas outras t&ecirc;m os mesmos genes e n&atilde;o t&ecirc;m diabetes. Pode ser algo pr&oacute;prio do organismo, ou uma causa externa, como por exemplo, uma perda emocional. Ou tamb&eacute;m alguma agress&atilde;o por determinados tipos de v&iacute;rus como o cocsaquie. Outro dado &eacute; que, no geral, &eacute; mais freq&uuml;ente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.</p>
<p>Sintomas</p>
<p>Pessoas com n&iacute;veis altos ou mal controlados de glicose no sangue podem apresentar:<br /> - Vontade de urinar diversas vezes;<br /> - Fome freq&uuml;ente;<br /> - Sede constante;<br /> - Perda de peso;<br /> -  Fraqueza;<br /> - Fadiga;<br /> - Nervosismo;<br /> - Mudan&ccedil;as de humor;<br /> - N&aacute;usea;<br /> -  V&ocirc;mito</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Tipo II de diabetes</title>
<link>http://oquee.org/medicina/tipo-ii-de-diabetes.html</link>
<guid>http://oquee.org/medicina/tipo-ii-de-diabetes.html</guid>
<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 20:49:44 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Sabe-se que o diabetes do tipo 2 possui um fator heredit&aacute;rio maior que no tipo 1, que se chama vulgarmente diabetes n&atilde;o-insulino-dependente. Al&eacute;m disso, h&aacute; uma grande rela&ccedil;&atilde;o com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doen&ccedil;a sejam obesos. A incid&ecirc;ncia &eacute; maior ap&oacute;s os 40 anos. <span></span></p>
<p>Na diabetes tipo II, o que acontece &eacute; que as c&eacute;lulas n&atilde;o respondem ou respondem mal &agrave; insulina, diz-se que t&ecirc;m resist&ecirc;ncia &agrave; insulina. Uma de suas peculiaridades &eacute; a cont&iacute;nua produ&ccedil;&atilde;o de insulina pelo p&acirc;ncreas. O problema est&aacute; na incapacidade de absor&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas musculares e adiposas. Por muitas raz&otilde;es suas c&eacute;lulas n&atilde;o conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sang&uuml;&iacute;nea. Esta &eacute; uma anomalia chamada de &ldquo;resist&ecirc;ncia insul&iacute;nica&rdquo;. Geralmente existe uma predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica para essa resist&ecirc;ncia (por isso &eacute; que &eacute; mais prov&aacute;vel desenvolver diabetes se se tiver um ou mais diab&eacute;ticos na fam&iacute;lia). A obesidade &eacute; outro factor que facilita o desenvolvimento de resist&ecirc;ncia &agrave; insulina.</p>
<p>O diabetes tipo 2 &eacute; cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder ao tratamento com dieta e exerc&iacute;cio f&iacute;sico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combina&ccedil;&atilde;o destes com a insulina.</p>
<p>Principais Sintomas:<br /> - Infec&ccedil;&otilde;es freq&uuml;entes;<br /> - Altera&ccedil;&atilde;o visual (vis&atilde;o emba&ccedil;ada);<br /> - Dificuldade na cicatriza&ccedil;&atilde;o de feridas;<br /> - Formigamento nos p&eacute;s;<br /> - Furunculose.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é que acontece a quem tem diabetes?</title>
<link>http://oquee.org/medicina/o-que-%C3%A9-que-acontece-a-quem-tem-diabetes.html</link>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 20:46:17 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>A glicose em excesso no sangue faz com que se formem agregados deste a&ccedil;&uacute;car que s&atilde;o t&oacute;xicos para as c&eacute;lulas e faz com que as prote&iacute;nas se liguem tamb&eacute;m a esses a&ccedil;&uacute;cares prejudicando o seu funcionamento normal. Assim v&atilde;o existir v&aacute;rias complica&ccedil;&otilde;es a n&iacute;vel de v&aacute;rios &oacute;rg&atilde;os, nomeadamente nos vasos e nos nervos. O diab&eacute;tico tem altera&ccedil;&otilde;es vasculares no rim e na retina e tem tend&ecirc;ncia aumentada para a aterosclerose, ou seja, a doen&ccedil;a dos vasos que faz com que eles fiquem mais estreitos e d&aacute; origem a enfartes de v&aacute;rios &oacute;rg&atilde;os, desde o cora&ccedil;&atilde;o at&eacute; ao c&eacute;rebro (AVC isqu&eacute;mico). <span></span></p>
<p>O diab&eacute;tico tem tamb&eacute;m altera&ccedil;&otilde;es dos nervos e deixa de sentir a maior parte das dores. A complica&ccedil;&atilde;o mais frequente desta altera&ccedil;&atilde;o nervosa &eacute; o &ldquo;p&eacute;-diab&eacute;tico&rdquo;. O que acontece &eacute; que o diab&eacute;tico n&atilde;o sente os traumatismos no p&eacute; e pode andar com feridas enormes sem dar por isso. As feridas infectam e t&ecirc;m dificuldade em cicatrizar e muitas vezes &eacute; necess&aacute;rio proceder a amputa&ccedil;&otilde;es para que a infec&ccedil;&atilde;o n&atilde;o chegue ao sangue (septic&eacute;mia) e provoque a morte.</p>
<p>O que &eacute; que o diab&eacute;tico pode fazer para evitar estas complica&ccedil;&otilde;es?</p>
<p>Tem de evitar a todo o custo que exista hiperglic&eacute;mia. Para isso tem de:<br /> - seguir o tratamento medicamentoso que o m&eacute;dico lhe aconselhar<br /> - fazer dieta com o redu&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;ucares, gorduras saturadas, principalmente gorduras animais,&nbsp; sal, o aumento de hidratos de carbono complexos (como no arroz, massa, cereais, etc), fibras. legumes e frutas, peixe<br /> - reduzir o &aacute;lcool, eliminar o tabaco<br /> - fazer exerc&iacute;cio f&iacute;sico<br /> - perder peso se o tem em excesso<br /> - combater o stress</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Como é que se trata a diabetes?</title>
<link>http://oquee.org/medicina/como-%C3%A9-que-se-trata-a-diabetes.html</link>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 20:40:58 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>A diabetes trata-se de 2 formas:<br /> - com antidiab&eacute;ticos orais<br /> - com insulina inject&aacute;vel</p>
<p>Geralmente os diab&eacute;ticos tipo I t&ecirc;m pouca insulina e por isso t&ecirc;m de tomar insulina inject&aacute;vel desde muito novos, mas pode haver durante algum tempo insulina suficiente de forma que nessa altura ainda n&atilde;o s&atilde;o insulino-dependentes.<span></span></p>
<p>Os diab&eacute;ticos tipo II costumam ter insulina suficiente, por isso n&atilde;o precisam de tomar insulina, mas ela n&atilde;o funciona, por isso, d&atilde;o-se os antidiab&eacute;ticos orais que o que fazem &eacute; facilitar a ac&ccedil;&atilde;o da insulina nas c&eacute;lulas. Mais tarde, o p&acirc;ncreas destes diab&eacute;ticos tamb&eacute;m pode come&ccedil;ar a n&atilde;o funcionar bem e a&iacute; j&aacute; &eacute; preciso dar insulina tamb&eacute;m e a&iacute; deixam de ser n&atilde;o-insulino-dependentes.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é diabetes mellitus?</title>
<link>http://oquee.org/medicina/o-que-%25c3%25a9-diabetes-mellitus.html</link>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 20:36:24 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Quando se fala em diabetes queremos referir-nos &agrave; diabetes mellitus, em oposi&ccedil;&atilde;o a outro tipo de diabetes que &eacute; a diabetes insipidus.</strong> A semelhan&ccedil;a entre as duas &eacute; que existe em ambas poli&uacute;ria, ou seja, as pessoas urinam mais do que o normal. A diferen&ccedil;a &eacute; que na diabetes mellitus h&aacute; glicos&uacute;ria, ou seja, glicose na urina e na diabetes insipidus n&atilde;o.<span></span></p>
<p>No passado, quando ainda n&atilde;o existiam m&eacute;todos laboratoriais para medir a glicose na urina, distinguiam-se as duas diabetes pelo sabor da mesma (que era provada pelos provadores de urina) e, por isso, quando a urina sabia a mel: diabetes mellitus, quando n&atilde;o sabia a nada: diabetes insipidus. A</p>
<p>diabetes insipidus t&ecirc;m uma causa completamente diferente da diabetes mellitus, o que acontece &eacute; que h&aacute; uma hormona: a Hormona antidiur&eacute;tica, que devia ordenar ao rim que reabsorvesse a &aacute;gua da urina para evitar a desidrata&ccedil;&atilde;o, e essa hormona n&atilde;o est&aacute; a funcionar, o que implica que haja urina em excesso. Esta diabetes &eacute; muito mais rara.</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>O que é pré-diabetes?</title>
<link>http://oquee.org/medicina/o-que-e-pre-diabetes.html</link>
<guid>http://oquee.org/medicina/o-que-e-pre-diabetes.html</guid>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 20:42:54 +0200</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Como o t&iacute;tulo j&aacute; sugere, este termo &eacute; usado para identificar as pessoas que possuem risco potencial de desenvolver o diabetes. &Eacute; uma forma ou um estado intermedi&aacute;rio entre a normalidade e o diabetes do tipo 2 no adulto. No entanto, sabe-se que nem todos ir&atilde;o deixar a condi&ccedil;&atilde;o de pr&eacute;-diab&eacute;tico para se tornar um diab&eacute;tico. Mas, por precau&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o considerados em estado de risco para essa progress&atilde;o.<span></span></p>
<p>Existem fatores que s&atilde;o considerados de risco para o desenvolvimento do diabetes. Entre eles est&aacute; o fator da idade (estar acima de 45 anos); o excesso de peso; o sedentarismo; a hipertens&atilde;o arterial e as altera&ccedil;&otilde;es nas taxas de colesterol e triglic&eacute;rides sang&uuml;&iacute;neos e a hist&oacute;ria familiar de diabetes .</p>
<p>Isso serve para ambos os sexos. Mulheres que geraram filhos com mais de 4 kg ou que sejam portadoras de S&iacute;ndrome dos Ov&aacute;rios Polic&iacute;sticos tamb&eacute;m tem risco aumentado.</p>
<p>Nesses casos, preconiza-se a realiza&ccedil;&atilde;o da dosagem de glicemia de jejum ou a realiza&ccedil;&atilde;o do teste oral de sobrecarga com glicose, para poss&iacute;vel detec&ccedil;&atilde;o de pr&eacute;-diabetes ou mesmo diabetes.</p>
<p>A melhor maneira de identificar o pr&eacute;-diabetes &eacute; atrav&eacute;s da dosagem da glicemia. Sua defini&ccedil;&atilde;o laboratorial d&aacute;-se quando a taxa de glicemia de jejum (m&iacute;nimo de oito horas) encontra-se entre 100 e 125 mg/dl e/ou quando o valor de glicemia na segunda hora do teste de sobrecarga oral &agrave; glicose (tamb&eacute;m chamado de curva glic&ecirc;mica) est&aacute; entre 140 e 199 mg/dl (indiv&iacute;duos classificados tamb&eacute;m como intolerantes &agrave; glicose).</p>
<p>A quantidade de pessoas que evoluem para o diabetes &eacute; parecida nos grupos que t&ecirc;m glicemia de jejum alterada e os que apresentam altera&ccedil;&otilde;es nas taxas de glicemia na segunda hora do teste oral. No mais, apesar de ser raro, outros grupos que n&atilde;o apresentarem essas condi&ccedil;&otilde;es e nem fatores de risco ,tamb&eacute;m podem desenvolver diabetes no futuro.</p>
<p>&Eacute; importante salientar que as pessoas que adquirem novos h&aacute;bitos no estilo de vida - como a atividade f&iacute;sica regular resultando na diminui&ccedil;&atilde;o de 5 a 7% no peso corporal - ajudam a, no m&iacute;nimo, retardar o aparecimento do diabetes.</p>
<p>Em grandes estudos realizados com indiv&iacute;duos com pr&eacute; diabetes, tais medidas reduziram a taxa de novos casos em mais de 50% em um per&iacute;odo de dois a cinco anos de acompanhamento. Essas mudan&ccedil;as ainda s&atilde;o ben&eacute;ficas para o estado de sa&uacute;de geral, promovendo menor risco no desenvolvimento de outras doen&ccedil;as, especialmente cardiovasculares.</p>
<p>A busca pela perda de peso pode receber o aux&iacute;lio de algumas medica&ccedil;&otilde;es, no entanto, n&atilde;o devemos esquecer que todas essas orienta&ccedil;&otilde;es devem ser realizadas pelo m&eacute;dico, analisando cada situa&ccedil;&atilde;o individualmente.</p>
<p>Ou seja, no geral existem muitas evid&ecirc;ncias de que o diabetes tipo 2 pode ser prevenido ou ter seu in&iacute;cio retardado. Os indiv&iacute;duos com pr&eacute;-diabetes podem ser facilmente identificados. Altera&ccedil;&otilde;es no estilo de vida, especialmente redu&ccedil;&atilde;o moderada do peso e aumento da atividade f&iacute;sica s&atilde;o indicadas, al&eacute;m de promoverem efeito positivo adicional na sa&uacute;de como um todo.</p>
<p>Confira os Sintomas do Diabetes Tipo II</p>
<p>- Aumento da sede;<br /> -Aumento do n&ordm; de mic&ccedil;&otilde;es (principalmente &agrave; noite);<br /> -D&ocirc;res em membros inferiores;<br /> -Infec&ccedil;&otilde;es freq&uuml;entes;<br /> -Altera&ccedil;&atilde;o visual (vis&atilde;o emba&ccedil;ada);<br /> -Dificuldade na cicatriza&ccedil;&atilde;o de feridas;<br /> -Formigamento nos p&eacute;s; Furunculose.</p> ]]></description>
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